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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Petição Pelo Pequeno Almoço na Escola



Porque há muitas crianças que chegam à escola sem a refeição principal, a da manhã, está a correr uma petição online com o objectivo de ser entregue na Assembleia da República, para que todas as crianças abrangidas pela escolaridade obrigatória possam tomar o pequeno-almoço na escola.
Pode assinar aqui.
BW

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Bufett e os rendimentos dos ricos

O recado do multimilionário Warren E. Buffet aos políticos norte-americanos, aplica-se também aos portugueses, e europeus em geral. Bufett conclui que a classe média é mais taxada do que os ricos. "Parem de mimar os super-ricos", apela.
BW

domingo, 12 de junho de 2011

Alunos abandonam escola por dificuldades financeiras

Serão casos pontuais?
O que o director de escola ouvido pela Lusa diz é que não são os filhos dos bairros, mas da classe média baixa.
São também estas famílias que deixaram de pagar os lares de idosos?
Entretanto, o PÚBLICO continua a acompanhar cinco famílias, num ano de crise. A minha curiosidade vai sempre para a família Lourenço, um casal de professores no topo da carreira.
BW

sábado, 5 de março de 2011

PÚBLICO de parabéns!

O jornal onde trabalho há 14 anos faz hoje 21!
As celebrações há muito que começaram porque há bastante tempo que a redacção está a trabalhar para estes dias, além de trabalhar para o dia-a-dia porque este é um jornal diário.
* Ontem, o Ipsilon, o suplemento de cultura, falava com jovens com 20 anos sobre os seus hábitos culturais.
* Hoje, o P2, o suplemento diário que sai com o jornal, tem 21 ideias "fora da caixa", pessoas com ideias diferentes que podem mudar Portugal.
* No PÚBLICO, em papel, o nosso destaque, das páginas 2 à 12, foi construido com base numa sondagem PÚBLICO/Intercampus sobre a família - que é a base de tudo (ou não). E descobrimos o que é que os portugueses pensam sobre o amor, o casamento, a infidelidade e a adopção por casais do mesmo sexo.
* E conhecemos várias famílias que estão dispostas a que os leitores do PÚBLICO as acompanhem durante um ano. Vamos saber como é que todas vão fazer face à crise.
* António Câmara, o CEO da YDreams e director por um dia envolveu-se inteiramente na idealização deste jornal e está, neste momento, a conversar com os leitores no PÚBLICO Online.
* Ontem, quando soprámos as velas do bolo de aniversário, António Câmara confessava que não fazia ideia de como era fazer um jornal e que, quando quisessemos descansar, que fossemos trabalhar para a YDreams...
* Hoje, Miguel Esteves Cardoso diz na sua crónica (pág. 63): "As coisas são de graça, incluindo uma boa parte do que nos custa a fazer". Resumindo nesta frase o trabalho dos jornalistas desta e de outras casas.
Apesar da quebra de vendas, do aumento do número de leitores no Online, de todos os meios da imprensa escrita (excepto o Correio da Manhã) andarem à procura da solução para não desaparecerem, o PÚBLICO está de parabéns!
BW

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

2011 mais caro


Com a reforma congelada e o dinheiro contado, ao meu lado está uma velhinha que prescinde de levar três bolinhas e vai pagar só duas. As bolinhas eram 0,16 euros, são agora 0,18 cada uma e o pão comprido era 0,80 passou para 0,87 euros. Atrás de mim, uma professora do 1.º ciclo indigna-se com o aumento, viu o seu ordenado cortado e o subsídio de alimentação também. Em vez de um pão grande, vai passar a levar carcaças, informa à vendedora. A velhinha concorda, é boa ideia, sim senhora, mas as carcaças não enchem tanto a barriga.
A vendedora mantém-se calada até deixar sair entredentes: "São os preços novos", desculpa-se.
"É a crise", respondemos as três em uníssono, para rirmos, sem acharmos graça nenhuma.
Na rua, o meu filho diz-me: "O IVA aumentou para ver se saímos da crise, não é?". Pois.
Leia mais aqui sobre as medidas que entraram em vigor no início do ano.
BW

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Carros e educação

Não tenho um Jaguar, nem um Bentley, nem um Ferrari, nem um... sei lá! Eu não tenho nenhum dos carros que o meu filho reconhece à distância. Por mais bonito que seja o seu design, não me imagino a conduzi-lo. Também não tenho dinheiro para o ter e se tivesse, porque haveria de gastá-lo numa máquina?
E enquanto procuro acompanhar a sua excitação também lhe revelo a minha: "Olha aquele! Aquele!". "É um Volskwagen...", diz-me desinteressado. "Não estava a falar do carro mas do condutor, é um dos pais da constituição portuguesa.", revelo. Olha com mais atenção para o dono do automóvel e pergunta: "E não tem dinheiro para ter um carro melhor?". "E aquele, aquele?", interrompo, "é o director de uma grande estação de rádio". "E conduz um carro velho?".
O garoto está confuso mas a mensagem começa a entrar: "Sim à compra de uma máquina funcional, confortável e segura, que nos faça deslocar do ponto A para o ponto B sem acidentes! Não ao desperdício, ao novo riquismo, à ostentação! Sim ao consumo inteligente. Se tens dinheiro para comprar um carro com aquela potência porque não o investes em algo consistente, porque não compras uma casa, não abres um negócio, em vez de passeares num bólide? A aparência interessa, mas não é tudo."
E a mensagem fica e o ensinamento consegue ser aplicado noutras situações.
Ontem, na rua, recebeu um panfleto de publicidade da autarquia de Lisboa, impresso a cores, em papel de boa qualidade, com uma produção fotográfica por detrás. O tema do panfleto é: "Boa educação: Lisboa aposta no futuro" e o conteúdo, segundo o meu filho é mínimo: "Só 27 escolas? Só nove refeitórios renovados? Só seis recreios novos? Quanto custa fazer este papel? Não era melhor investir esse dinheiro em mais um recreio?". Ou em funcionários, com um salário justo, acrescento eu.
Há panfletos no chão, nos caixotes do lixo e espalhados nas carruagens do metropolitano. "Que desperdício", diz o miúdo.
À noite, nova lição. São distribuídas bandeiras comemorativas do centenário da República. "Para que é que isto serve? Alguém acha que vamos pendurar isto? Aonde? Nós não estamos em crise?", pergunta. Sim, mas esta é uma data importante, que devemos assinalar, começo, para ser interrompida: "Ainda se fossem canecas, sempre tinham alguma utilidade."

BW

PS: O panfleto é uma parceria câmara e Parque Escolar. Ficam os dois bem na fotografia, nós é que não, que vamos pagar mais impostos para publicidade e deslocações de ministros e secretários de Estado para inaugurarem uma centena de escolas, hoje, em todo o país. Tudo em nome dessa grande aposta que é a educação e da República!
Aqui está uma boa entrevista/análise para ler.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Liberdade para sonhar e gastar

Tem 12 anos, gosta de ler os jornais gratuitos nos transportes públicos e de comentar o que lê. A notícia é sobre os portugueses viverem no "limbo" e começa por perguntar quanto é o ordenado mínimo, quais são as despesas obrigatórias mensais, a partir daí começa a opinar sobre como devem os portugueses gerir as suas vidas, os seus gastos e repete, volta e meia, que é preciso poupar, que as pessoas não estão habituadas a fazê-lo. E dá um exemplo, "x", um amigo, está doente porque come mal, mas tem um i-pod, comprou o blusão da marca do surf, tem uma mesada de cem euros e pediu um i-phone de prenda de passagem de ano, que tudo isso não faz sentido, se não come e se está doente, diz.
Pois não, respondo-lhe, concordando com tudo, é verdade que as pessoas não podem gastar o que não têm, mas têm direito a sonhar e a tentar concretizar esses sonhos, seja ter um carro melhor, um telemóvel ou viajar. Sim, concorda ele, têm liberdade para sonhar com essas coisas mas depois ficam presas às prestações e não comem, irrita-se.
"Tão inteligente! E consegue fazer a ligação entre a "liberdade" e a "prisão", é filosofia pura!", orgulho-me. Aperto-o, ansiosa por que a sua vida de adulto seja mais simples do que a nossa. Provavelmente a geração deles há-de ser melhor gestora, há-de poupar, investir no que é certo e não no imediato.
BW

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Cortes na cultura

Não me escandalizam os cortes no cinema português, preocupa-me que 45 pessoas tenham ficado sem trabalho no caso do filme de João Canijo, mas, por outro lado, irrita-me pensar que o Estado financia filmes, sejam de quem for, que ninguém vê; quem vê, vê com um encolher de ombros, como um favor que fez a um amigo, o cineasta, o argumentatista, o montador, o produtor (Portugal é pequenino...).
Filmes que não têm audiências, nem prémios são investimentos falhados e foi uma pena chegar a crise para decidir cortar com esses custos. Se se tivesse tido coragem de o fazer há mais tempo, certamente não se teria que cortar em coisas mais importantes do que o inexistente cinema português.
Já me choca que o Museu de Serralves feche, actualmente, às 17h00 para poupar custos, choca-me que num país com o sol e os dias compridos, os portugueses não aproveitem para, depois do trabalho ir a museu, sentarem-se no jardim, verem uma exposição. Por mim, que estou em Lisboa, o museu de Serralves devia estar aberto a partir da 17h. Como os museus da capital. É uma questão de hábito. Afinal, as aulas nunca terminam antes das 16h e os trabalhos normais prolongam-se até às 18h. Que tal criar umas tardes de família, aos dias de semana, depois das 17h? Certamente que já alguém pensou nisto...
BW

segunda-feira, 3 de maio de 2010

É um inquérito feito a consumidores europeus pela Cetelem, uma empresa de crédito e por isso vale o que vale. Sobretudo porque quem o apresenta não diz quantos consumidores foram inquiridos, em que altura, etc, enfim, todas aquelas coisas que devem tornar uma sondagem relativamente fiável.
O que me chamou a atenção NÃO FOI que os consumidores estejam disponíveis para ver os produtos expostos de uma maneira menos bonita nas prateleiras, como de resto acontece nos supermercados mais baratos.
O que me chocou é que estão dispostos a ver as empregadas das caixas a ser substituidas por máquinas. Aqui os portugueses estão acima da média europeia (54 contra 49 por cento). Sim, o produto fica mais barato mas provavelmente a taxa de desemprego também aumenta. Hei! Mas eu não estou nada preocupada porque eu não sou caixa de supermercado, nem o meu marido, nem ninguém na minha família e poupo uns euros, pensa o chico-esperto que responde a estes inquéritos!
A falta de solidariedade choca-me e por isso nunca uso as caixas automáticas do hipermercado. É certo que não têm fila mas gosto de acreditar que aqueles dez minutos que estou à espera, estou a contribuir para a manutenção do emprego daquela funcionária, que pode ter filhos e que também gostará de chegar ao fim do mês com dinheiro para ir ao supermercado.
BW
PS: E alguém tem que arrumar os produtos. Por isso também prefiro ir a um sítio com produtos bem expostos e o chão limpo. Manias!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vicky Harrison não aguentou 200 recusas aos seus pedidos de emprego

Vicky Harrison era uma jovem inglesa de 21 anos, depois de dois anos e 200 recusas de emprego pôs fim à vida. Pode ler mais aqui. Neste espaço é possível deixar uma mensagem à família que quer criar uma fundação para ajudar os jovens a lidar com as dificuldades que encontram num mercado de trabalho cada vez mais fechado. No Reino Unido o desemprego atinge dois milhões e meio de jovens, são já chamados uma "geração perdida".
Continuo sem perceber como é que a economia evolui, como é que cresce, com um mercado de emprego cada vez mais reduzido, com as empresas a cortar em postos de trabalho claramente necessários, com os administradores e accionistas a manter regalias, com uma classe média estrangulada, com jovens que terminam os estudos e não obtêm trabalho e sem meios de sair de casa dos pais... Alguém me explica?
BW

sexta-feira, 5 de março de 2010

Parabéns aos leitores!

Parabéns ao PÚBLICO e parabéns aos leitores que hoje têm a edição de aniversário completamente gratuita nas bancas!
São mais de 100 páginas e com um digno director por um dia: António Barreto, no leme do jornal.
Escusado será dizer que este é o melhor jornal que se faz no país (os jornalistas que saem desta casa e vão para outros orgãos reconhecem-no, mas não são só eles)!
É certo que o Correio da Manhã é o campeão das vendas, que os leitores nos lêem muito na Internet, que todos os títulos vendem cada vez menos em banca, que dizem que a imprensa escrita vai morrer, mas é bom pertencer a este projecto!
Vá até uma banca de jornais, peça o PÚBLICO, leia-o, reconheça o bom trabalho feito diariamente (eu não escrevo nem um parágrafo nesta edição!) e guarde-o para, um dia, mostrar aos netos!
BW



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Quem me dera ser alta e rica!

Sou baixa. Cresci demasiado depressa e deixei de crescer cedo, além disso sou filha de um chinês que não ultrapassou o 1,64 m, a altura da minha mãe portuguesa que era das mais altas do colégio e sempre se orgulhou de ser "alta para mulher" e de ser escolhida para jogar precisamente pela sua altura.
O meu avô de 96 anos tinha 1,80 (hoje é mais baixo do que eu) e o meu tio tem 1,88 e andou no Colégio Militar (CM). Ele é um dos responsáveis por estes números! E se, por estes dias, o meu filho lá andasse, os meninos do CM não eram ricos, eram multimilionários!
Diz o estudo das universidade de Coimbra e do Porto - publicado na revista Economics and Human Biology, que compara as diferenças na estatura dos alunos do Colégio Militar e da Casa Pia de Lisboa, entre 1910 e 2000 -, que há diferenças de altura entre os rapazes de boas famílias que frequentaram o CM e os filhos das classes desfavorecidas da Casa Pia. Ao longo do último século, os alunos do CM somaram em média mais 6,4 centímetros de altura e mais 4,8 quilos do que os da Casa Pia.
As conclusões do estudo parecem óbvias: se se vive melhor, é natural que se cresça mais forte, alto e mais saudável, mas parece esquecer que para se andar no CM não se é propriamente fraquinho e que a educação do colégio puxa muito pela formação física e desportiva dos alunos. Talvez o melhor tivesse sido comparar os alunos do CM com os dos Pupilos do Exército, frequentado pelos filhos dos militares de baixa patente, logo, de classes mais baixas. Talvez assim não se chegasse a conclusões tão estrondosas.
Entretanto vou usando uns sapatos de salto alto, sempre me fazem parecer o que não sou: alta e rica!
BW
Agora a sério: Parece que o segredo para se crescer está na combinação da genética com uma alimentação e hábitos de vida saudável. Mas a genética conta muito. Por isso, os portugueses são pequenos.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Eles é que mandam?

Parece que sim, que as crianças até aos sete anos é que decidem 70 por cento daquilo que se compra. Que medo! É que é dessas coisas que não passam com a idade, pelo contrário, agudiza-se!
Como nunca fomos de levar as crianças ao hipermercado, ao centro comercial, nem a fazer listas de Natal, preocupam-me mais os resultados de avaliação do 1.º período que já sabemos ou que vamos confirmar nos próximos dias. Provavelmente vai ser preciso sentarmo-nos com eles a "esmiuçar" o que se passou e a traçar estratégias para que no próximo período corra tudo melhor!
BW

domingo, 29 de novembro de 2009

Uma esfregona como prenda de Natal

Dos meus brinquedos de menina lembro-me de um serviço de chá de porcelana para seis, com bule e açucareiro; de um ferro de engomar com uma ventosa a servir de ficha, para colar na parede; de uma máquina de costura que costurava.
A minha filha nunca gostou de brincar com pratinhos e servicinhos de chá talvez porque sempre menorizamos esses brinquedos, oferecidos pelas avós. Nunca teve uma bancada de cozinha com fogão e frigorífico, porque o lugar das mulheres não é na cozinha; mas teve uma banca de mercearia com frutas, vegetais, queijos e salsichas para vender, com máquina registradora e moedas, para perceber o valor do dinheiro e a importância da matemática. Era dos brinquedos que mais gostava quando tinha quatro e cinco anos.
Sempre optamos pelos jogos didácticos, pelos de tabuleiro para jogar em família, pelos livros, pela música, como prendas de Natal.
O mimetizar a vida real ficou a cargo da educadora e do pré-escolar com os seus cantinhos da casa, da oficina e essas definições de género que ainda perduram nos jardins-de-infância portugueses. Por isso, para nós seria impensável oferecer um kit com esfregona e balde a qualquer criança, é daqueles brinquedos que não lembram a ninguém mas que estão em qualquer catálogo de brinquedos. Mas tenho a certeza que se o tivesse recebido quando era pequena, teria adorado sujar o chão só para poder usar a esfregona!
BW

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Ser voluntário neste Natal

A 21ª Festa de Natal com os Sem-Abrigo é uma iniciativa muito especial para a Comunidade Vida e Paz. Em três dias recebe mais de 2500 convidados, proporcionando, para além da comida e roupa e alguns cuidados de higiene, o conforto físico e emocional de que estão usualmente privados.
Este ano para facilitar a organização deste evento que decorrerá nos dias 18, 19 e 20 de Dezembro, na Cantina 1 da Universidade de Lisboa, foi criado o Blog do Natal e as inscrições de voluntários estão disponíveis aqui . As actividades em que poderá participar vão desde o acolhimento de convidados, ao embrulho de presentes, decoração, distribuição de roupa, logística, serviço de mesas, etc.
A organização - feita por voluntários e com o apoio da Direcção - espera contar com cerca de 2800 convidados e 1000 voluntários no staff. Serão confeccionadas (com o apoio do Exército Português) e servidas cerca de 4500 refeições quentes e 5000 ceias, pelo que as principais necessidades são ao nível dos alimentos.

Ficam dois desafios:
1º Na próxima visita ao supermercado, lembre-se deste evento. Compre comida extra e entregue os seus donativos ou envie-os (pela Embalagem Solidária dos CTT) para:
Comunidade Vida e Paz
Rua Domingos Bomtempo, 7
1700-142 Lisboa

2º Inscreva-se como voluntário nesta iniciativa, até 10 de Novembro!

domingo, 8 de novembro de 2009

Prenda de Natal original

O Kit de Apadrinhamento do Jardim Zoológico é uma prenda original. Custa 70 euros e está à venda na loja do Jardim Zoológico de Lisboa. O Kit permite que acompanhe o crescimento e o desenvolvimento do seu afilhado selvagem, ao mesmo tempo que contribui para um projecto de conservação animal.
O kit inclui uma mochila, um diploma do animal apadrinhado e uma carta de boas vindas. Depois de oficializado o apadrinhamento, receberá o cartão B.I. do animal adoptado que dá direito a vários descontos:
10% de desconto na inscrição no ATL do Jardim Zoológico;
15% de desconto no bilhete de entrada no Jardim Zoológico;
20% de desconto nas lojas oficiais do Jardim Zoológico;
€5 de bónus no carregamento de €5 no cartão do Animax.
O nome de todos os padrinhos figura na Pérgola dos Padrinhos e há ainda um dia especial dedicado aos mesmos, onde todos têm uma participação especial.
"Faça a boa acção deste Natal. Apadrinhe um animal selvagem!", pede encarecidamente o Zoo.
Mais informação aqui !

sábado, 7 de novembro de 2009

Um euro é uma fortuna

A Ikea acaba de lançar a campanha “€1 é uma Fortuna” 2009, através da qual a Ikea doa à UNICEF um euro por cada peluche vendido até ao dia 24 de Dezembro, independentemente do seu preço.
Aqui podemos ouvir uma espécie de Live Aid só com peluches da Ikea. Cada visitante pode cantar e animar a sua personagem, passando a fazer parte deste grande movimento dedicado à construção de um mundo melhor para todos.
Além dos peluches também podem ser comprados livros como “BARNSLIG: A avestruz aprende a ler”, “FABLER: Crocodilo encontra um lar” e “GOSIG: Aventuras no Parque de Diversões”.
Por cá, os fundos angariados através desta campanha serão doados à UNICEF Portugal que os canalizará para programas de educação na Etiópia. Com apenas um euro é possível dar a cinco crianças livros escolares durante um ano.
Desde o início da campanha em 2003, os 16,7 milhões de euros angariados ajudaram milhões de crianças em mais de 30 países na Ásia, África, Europa Central e de Leste. A campanha deste ano permitirá à UNICEF e à Save the Children expandir ou iniciar novos projectos em nove países, bem como financiar projectos em curso.
Parece-me uma boa causa.
BW

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pública especial regresso às aulas!

Este domingo, não perca a revista Pública, um suplemento do jornal PÚBLICO, com uma edição especial sobre o regresso às aulas!
Diferenças: O que as crianças estrangeiras pensam da escola portuguesa.
Futuro: Como deve ser a escola ideal?
Fardas: As propostas de Ana Salazar, Ricardo Preto, Storytailors e Katty Xiomara.
Moda: O que os miúdos vão vestir este Outono (do 1.º ciclo ao secundário).
E muito, muito mais! A pensar nos pais e nos filhos que vão recomeçar a escola!