Mais notícias. Desta vez, são os diretores das escolas que se pronunciam sobre as mais recentes medidas tomadas pelo Ministério da Educação relativamente ao fim dos exames de 6.º ano, já este ano lectivo.
São voltas e voltas sem parar...
Estas são palavras de uma música dos Entre Aspas que me vem à memória quando penso no que temos vivido no ensino em Portugal. Reforma e contra-reforma. Proposta e contra-proposta. Programas versus metas. Depois novos programas e metas. Provas de aferição. A seguir, exames que, pouco tempo depois, deixam de ser exames e passam a ser, de forma politicamente correta, apelidados de Provas Finais. Entretanto, menos exames. Novas provas de aferição. Pelo meio, Associações de Professores em desacordo com propostas do ME; Conselho Nacional de Educação com propostas diferentes das ministeriais. Atrasos generalizados no cumprimento dos programas (leia a notícia aqui). E hoje CE defende exames e provas de aferição. E a seguir?
Esta entediante enumeração resume meia dúzia de anos da nossa educação, em constante mutação e desacordo. Revela a forte instabilidade que a Escola vive em Portugal.
Diz a mesma música que
«São voltas e voltas sem parar
Em sonhos nocturnos
Em sonhos de encantar
Muitos enredos histórias reais.»
São, de facto, mundos reais. Mas não são sonhos. Às vezes parecem pesadelos, estas voltas e voltas sem parar. Sonhos que pouco têm de encantar.
AS
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
São voltas e voltas sem parar
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terça-feira, 19 de maio de 2015
Provas finais de ciclo de Português, 4º e 6º anos
Estranho os parcos e antagónicos comentários às provas finais de ciclo.
Quanto à do 4.º ano, houve quem a classificasse como fácil, outros como desadequada à faixa etária e metas. Atendendo a que, ao contrário de anos anteriores, o texto informativo não continha linguagem particularmente técnica, por se tratar de um excerto de um livro adequado ao 1.º ciclo ("A minha primeira enciclopédia") e o texto literário fazia parte do corpus proposto pelas metas, parece-me que a escolha textual foi acertada. Quanto ao questionário, também este se me afigura como grau de dificuldade adequado ao 4.º ano.
Relativamente à prova de hoje, 6.º ano, poucos ou nenhuns comentários. E o padrão repete-se: texto informativo de complexidade adequada (Enciclopédia Fleurus Juvenil) e excerto de Ali Babá e os quarenta ladrões, obra também recomendada pelas metas. De igual modo, as perguntas de interpretação tinham formulação e grau de complexidade adequados. Quanto à gramática, as perguntas foram inócuas, sem oblíquos, quantificadores ou modificadores.
Resumindo, um clima de harmonia "textual" com as metas, mas sem levantar celeumas ou discussões. Claro! Qualquer mau resultado nestas provas condenaria os novos programas e metas. O sucesso das classificações, que se conhecerão em junho, será motivo para reiterar a sua validade. Alegrar-me-ei, futuramente, com o sucesso dos alunos. Questiono agora o que se anda a fazer no ensino. Aguardemos pelas provas de matemática e vejamos o que as mesmas nos dizem.
Quanto à do 4.º ano, houve quem a classificasse como fácil, outros como desadequada à faixa etária e metas. Atendendo a que, ao contrário de anos anteriores, o texto informativo não continha linguagem particularmente técnica, por se tratar de um excerto de um livro adequado ao 1.º ciclo ("A minha primeira enciclopédia") e o texto literário fazia parte do corpus proposto pelas metas, parece-me que a escolha textual foi acertada. Quanto ao questionário, também este se me afigura como grau de dificuldade adequado ao 4.º ano.
Relativamente à prova de hoje, 6.º ano, poucos ou nenhuns comentários. E o padrão repete-se: texto informativo de complexidade adequada (Enciclopédia Fleurus Juvenil) e excerto de Ali Babá e os quarenta ladrões, obra também recomendada pelas metas. De igual modo, as perguntas de interpretação tinham formulação e grau de complexidade adequados. Quanto à gramática, as perguntas foram inócuas, sem oblíquos, quantificadores ou modificadores.
Resumindo, um clima de harmonia "textual" com as metas, mas sem levantar celeumas ou discussões. Claro! Qualquer mau resultado nestas provas condenaria os novos programas e metas. O sucesso das classificações, que se conhecerão em junho, será motivo para reiterar a sua validade. Alegrar-me-ei, futuramente, com o sucesso dos alunos. Questiono agora o que se anda a fazer no ensino. Aguardemos pelas provas de matemática e vejamos o que as mesmas nos dizem.
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domingo, 17 de maio de 2015
Mais uma época de exames
Esta semana, abre oficialmente a nova época de exames, com os alunos do 4.º e 6.º anos a serem avaliados.
As provas finais de ciclo de Matemática e Português visarão atestar o conhecimento adquirido e as competências desenvolvidas ao longo dos respetivos ciclos. Psicólogos e professores concordarão na importância da avaliação e nos processos cognitivos que a mesma gera, consolidando os saberes. Todavia, a grande questão que estes exames e provas finais nos colocam é em tudo semelhante à que se nos colocou em anos anteriores e diz respeito a esta espécie de obsessão que está a tomar conta da nossa Escola, que tudo quer avaliar e certificar, ainda que:
- com programas/metas discutíveis e controversos;
- timmings desadequados aos do ritmo das escolas;
- professores sobrecarregados com tarefas letivas e reuniões de classificação de provas, etc.
Todos conhecemos escolas onde, no 1.º ciclo, o Estudo do Meio foi relegado para segundo plano, a fim de preparar os meninos para as provas; todos ouvimos falar nas escolas que interrompem atividades letivas a fim de organizar o processo de avaliação; todos vimos notícias sobre a angústia dos professores, nomeadamente de matemática, decorrente da dificuldade em"dar" [literalmente "dar"] o programa até ao fim antes do exame, assumindo que é impossível treinar, deixar que os alunos interiorizem processos, muitos deles desadequados aos estádios de desenvolvimento, aspecto este em que, uma vez mais, professores e psicólogos estão de acordo.
Todos sabemos dos erros que estão a ser cometidos. Mas parece que "quem de direito" continua a insistir nesta cultura do pretenso rigor da avaliação.
A todos, professores e alunos, votos de uma boa época de exames!
As provas finais de ciclo de Matemática e Português visarão atestar o conhecimento adquirido e as competências desenvolvidas ao longo dos respetivos ciclos. Psicólogos e professores concordarão na importância da avaliação e nos processos cognitivos que a mesma gera, consolidando os saberes. Todavia, a grande questão que estes exames e provas finais nos colocam é em tudo semelhante à que se nos colocou em anos anteriores e diz respeito a esta espécie de obsessão que está a tomar conta da nossa Escola, que tudo quer avaliar e certificar, ainda que:
- com programas/metas discutíveis e controversos;
- timmings desadequados aos do ritmo das escolas;
- professores sobrecarregados com tarefas letivas e reuniões de classificação de provas, etc.
Todos conhecemos escolas onde, no 1.º ciclo, o Estudo do Meio foi relegado para segundo plano, a fim de preparar os meninos para as provas; todos ouvimos falar nas escolas que interrompem atividades letivas a fim de organizar o processo de avaliação; todos vimos notícias sobre a angústia dos professores, nomeadamente de matemática, decorrente da dificuldade em"dar" [literalmente "dar"] o programa até ao fim antes do exame, assumindo que é impossível treinar, deixar que os alunos interiorizem processos, muitos deles desadequados aos estádios de desenvolvimento, aspecto este em que, uma vez mais, professores e psicólogos estão de acordo.
Todos sabemos dos erros que estão a ser cometidos. Mas parece que "quem de direito" continua a insistir nesta cultura do pretenso rigor da avaliação.
A todos, professores e alunos, votos de uma boa época de exames!
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sábado, 12 de julho de 2014
Resultados exames nacionais 2014
E, agora, os resultados dos exames nacionais estão aqui.
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terça-feira, 16 de julho de 2013
Resultados das provas finais de ciclo
Depois dos resultados dos exames nacionais do secundário, chegou o dia de se saberem os resultados das provas finais de ciclo. E o panorama é semelhante. No 9.º ano, em Português, a média mais baixa de sempre, 47%, como o Público noticia, ao lado da também média negativa de Matemática, 43%.
Quanto ao 2.ºciclo, os alunos do 6.º ano, ainda que com média positiva , desceram o desempenho médio em Português em 8%, alcançando-se este ano uma média de 51%.
Quanto a reações, o MEC, na pessoa do senhor ministro, defende que estes resultados “mostram dificuldades persistentes em Português e Matemática, num número muito elevado de alunos”. “São dificuldades que é urgente ultrapassar, e todos nós - professores, escolas, pais e, obviamente, o ministério - temos de nos empenhar em as ultrapassar. Tudo isto mostra a necessidade de haver uma avaliação externa rigorosa. Mas não basta conhecermos as dificuldades. Temos de actuar”, vincou Nuno Crato em declarações aos jornalistas.
Pode recordar as críticas às provas por parte da APP e APM na notícia do Público.
Quanto ao 2.ºciclo, os alunos do 6.º ano, ainda que com média positiva , desceram o desempenho médio em Português em 8%, alcançando-se este ano uma média de 51%.
Quanto a reações, o MEC, na pessoa do senhor ministro, defende que estes resultados “mostram dificuldades persistentes em Português e Matemática, num número muito elevado de alunos”. “São dificuldades que é urgente ultrapassar, e todos nós - professores, escolas, pais e, obviamente, o ministério - temos de nos empenhar em as ultrapassar. Tudo isto mostra a necessidade de haver uma avaliação externa rigorosa. Mas não basta conhecermos as dificuldades. Temos de actuar”, vincou Nuno Crato em declarações aos jornalistas.
Pode recordar as críticas às provas por parte da APP e APM na notícia do Público.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Média nacional negativa nas provas finais de ciclo de Português - 4.º ano
Algo vai mal. Vai muito mal...Ou melhor, algo continua mal:
média nacional negativa nas provas finais de ciclo da disciplina de Português - 4.º ano.
A notícia do Público sobre os resultados das provas finais de ciclo abre sublinhando que os resultados das provas finais de ciclo contrariam os das últimas provas de aferição: o ano passado a média foi 66,7%, este ano 48,7%.
Os colegas classificadores dizem que os critérios de classificação da prova da Matemática foram "flexibilizados" e que no caso do Português foram mais fechados. Alguns dizem mesmo que se tentou provar que a aplicação dos novos programas de Matemática (que, na verdade, já são velhos outra vez!) foi pertinente. Outros, no café, em jeito de desabafo, comentam que deste modo se vai justificar uma nova mexida nos programas de Português.
Enfim... Já aqui comentei a estrutura da prova que, embora respeitando os programas e competências esperadas no final de ciclo, começava por um texto de uma tipologia pouco trabalhada em sala de aula. Provavelmente o mau estado das condições do ensino do Português, juntamente com os critérios e a estrutura da prova terão contribuído para estes resultados que, naturalmente, nos devem entristecer.
média nacional negativa nas provas finais de ciclo da disciplina de Português - 4.º ano.
A notícia do Público sobre os resultados das provas finais de ciclo abre sublinhando que os resultados das provas finais de ciclo contrariam os das últimas provas de aferição: o ano passado a média foi 66,7%, este ano 48,7%.
Os colegas classificadores dizem que os critérios de classificação da prova da Matemática foram "flexibilizados" e que no caso do Português foram mais fechados. Alguns dizem mesmo que se tentou provar que a aplicação dos novos programas de Matemática (que, na verdade, já são velhos outra vez!) foi pertinente. Outros, no café, em jeito de desabafo, comentam que deste modo se vai justificar uma nova mexida nos programas de Português.
Enfim... Já aqui comentei a estrutura da prova que, embora respeitando os programas e competências esperadas no final de ciclo, começava por um texto de uma tipologia pouco trabalhada em sala de aula. Provavelmente o mau estado das condições do ensino do Português, juntamente com os critérios e a estrutura da prova terão contribuído para estes resultados que, naturalmente, nos devem entristecer.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Prova final de ciclo - 4.º ano - Português
Foi hoje o primeiro novo exame do 4.º ano. Ou melhor, prova final, pois a expressão exame só se aplica aos alunos do secundário (porque já aguentam a pressão!) ou às provas de tempos idos.
Enfim, adiante com as ironias, a prova, de uma maneira geral, apresentou a estrutura, extensão e grau de dificuldades esperados, embora o peso atribuído ao grupo II - gramática, atendendo à valorização que o NPPEB e metas lhe conferem, me tenha parecido abaixo das expectativas (valia 15%). Os critérios, de uma forma global, também me pareceram bem. No item nº 1, em que os alunos tinham de numerar uma sequência de afirmações, creio que a opção devia ter sido a de recorrer a patamares de classificação, pois, desta forma, para obter os 5 pontos, o aluno tem de acertar todas as alíneas.
Por outro lado, a escolha do texto informativo para "abertura" da prova pareceu-me pouco feliz. Tratava-se de um texto carregado de informação, dados, números e uma linguagem que não faz parte do quotidiano das crianças.
Eventualmente, se a prova tivesse começado pelo texto B (excerto de A Sereiazinha, de H.C. Andersen) a confiança dos miúdos tivesse sido maior. Ora eles passam 90% do tempo a trabalhar textos literários...
Infelizes pareceram-me também as palavras da presidente da Associação de Professores de Português ao prestar declarações sobre a prova ao Público.
«A professora lamentou que algumas das crianças “possam ter estado excessivamente ansiosas, muito por causa dos pais”. “Esta prova vale apenas 20% ou 25% da nota final, não altera nada, ninguém chumba por causa disto – a única coisa que mudou em relação às provas de aferição é o papão da palavra exame”, disse.»
Pressão dos pais? Não queremos que os pais pressionem, mas queremos pais mais envolvidos e que valorizem a escola, certo? E o facto da maioria das crianças ter feito a prova numa escola que não a sua não terá tido aqui alguma responsabilidade neste pretenso estado de ansiedade?
A prova vale 20 ou 25%? Mas não devia saber? Ou ter-se informado antes de prestar declarações enquanto representante dos professores de português a um órgão de comunicação?
Desagradou-me a ligeireza do comentário à prova, o colocar de eventuais responsabilidades nos pais e o desconhecimento sobre o processo/peso das provas.
Sexta-feira há mais: prova final de matemática.
Ps - Aproveito para confirmar que este ano, pelo facto de ser o primeiro ano das provas finais de ciclo do 4.º ano, estas valem 25%. A partir do próximo ano letivo, valem 30%. Consulte aqui o despacho normativo 5/2013 que regulamenta esta questão.
Enfim, adiante com as ironias, a prova, de uma maneira geral, apresentou a estrutura, extensão e grau de dificuldades esperados, embora o peso atribuído ao grupo II - gramática, atendendo à valorização que o NPPEB e metas lhe conferem, me tenha parecido abaixo das expectativas (valia 15%). Os critérios, de uma forma global, também me pareceram bem. No item nº 1, em que os alunos tinham de numerar uma sequência de afirmações, creio que a opção devia ter sido a de recorrer a patamares de classificação, pois, desta forma, para obter os 5 pontos, o aluno tem de acertar todas as alíneas.
Por outro lado, a escolha do texto informativo para "abertura" da prova pareceu-me pouco feliz. Tratava-se de um texto carregado de informação, dados, números e uma linguagem que não faz parte do quotidiano das crianças.
Eventualmente, se a prova tivesse começado pelo texto B (excerto de A Sereiazinha, de H.C. Andersen) a confiança dos miúdos tivesse sido maior. Ora eles passam 90% do tempo a trabalhar textos literários...
Infelizes pareceram-me também as palavras da presidente da Associação de Professores de Português ao prestar declarações sobre a prova ao Público.
«A professora lamentou que algumas das crianças “possam ter estado excessivamente ansiosas, muito por causa dos pais”. “Esta prova vale apenas 20% ou 25% da nota final, não altera nada, ninguém chumba por causa disto – a única coisa que mudou em relação às provas de aferição é o papão da palavra exame”, disse.»
Pressão dos pais? Não queremos que os pais pressionem, mas queremos pais mais envolvidos e que valorizem a escola, certo? E o facto da maioria das crianças ter feito a prova numa escola que não a sua não terá tido aqui alguma responsabilidade neste pretenso estado de ansiedade?
A prova vale 20 ou 25%? Mas não devia saber? Ou ter-se informado antes de prestar declarações enquanto representante dos professores de português a um órgão de comunicação?
Desagradou-me a ligeireza do comentário à prova, o colocar de eventuais responsabilidades nos pais e o desconhecimento sobre o processo/peso das provas.
Sexta-feira há mais: prova final de matemática.
Ps - Aproveito para confirmar que este ano, pelo facto de ser o primeiro ano das provas finais de ciclo do 4.º ano, estas valem 25%. A partir do próximo ano letivo, valem 30%. Consulte aqui o despacho normativo 5/2013 que regulamenta esta questão.
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domingo, 5 de maio de 2013
Informações exame e prova final de ciclo
Consulte aqui as informações para alunos e encarregados de educação relativamente às provas finais de ciclo e exames nacionais.
Consulte o calendário das provas aqui.
Aproveite e analise com os seus educandos, nomeadamente com os do 4.ºano, os cabeçalhos a preencher no dia da prova de Matemática e de Português. Os modelos (folhas de rosto) estão disponíveis no site do Gave.
Consulte o calendário das provas aqui.
Aproveite e analise com os seus educandos, nomeadamente com os do 4.ºano, os cabeçalhos a preencher no dia da prova de Matemática e de Português. Os modelos (folhas de rosto) estão disponíveis no site do Gave.
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Provas finais de ciclo - recomendações para o dia
Recomendamos que as informações do Júri Nacional de Exames, divulgadas pelas escolas, sejam lidas pelos Encarregados de Educação.
No entanto, faço aqui algumas chamadas de atenção. Nas provas finais do 1.º ciclo é apenas permitida a utilização de esferográfica preta (azul não; não me perguntem porquê, pois não faço ideia) e lápis apenas para alguns exercícios. Nos outros ciclos, a caneta pode ser azul ou preta.
À semelhança dos anos anteriores, os alunos não podem transportar ou levar consigo qualquer aparelho eletrónico (telemóveis, MP3, ipads...). A posse dos mesmos determina a anulação da prova. A novidade deste ano é que os alunos têm de preencher um documento onde declaram não estar na posse dos referidos aparelhos.
Atenção aos atrasos... Os alunos devem apresentar-se na escola 30 minutos antes da hora da prova e, caso se atrasem, só podem entrar até 15 minutos depois do início da mesma.
No entanto, faço aqui algumas chamadas de atenção. Nas provas finais do 1.º ciclo é apenas permitida a utilização de esferográfica preta (azul não; não me perguntem porquê, pois não faço ideia) e lápis apenas para alguns exercícios. Nos outros ciclos, a caneta pode ser azul ou preta.
À semelhança dos anos anteriores, os alunos não podem transportar ou levar consigo qualquer aparelho eletrónico (telemóveis, MP3, ipads...). A posse dos mesmos determina a anulação da prova. A novidade deste ano é que os alunos têm de preencher um documento onde declaram não estar na posse dos referidos aparelhos.
Atenção aos atrasos... Os alunos devem apresentar-se na escola 30 minutos antes da hora da prova e, caso se atrasem, só podem entrar até 15 minutos depois do início da mesma.
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