quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Ser o líder da matilha

Os norte-americanos estão a pôr de parte os livros do Dr. Benjamin Spock e a substitui-los pelos conselhos de Cesar Millan. É um novo pediatra, um psicólogo, um investigador na área da educação? Não, é um treinador de cães!
O segredo está em sermos o cão alfa da matilha, o líder. Não temos de ladrar muito alto, mas devemos transmitir segurança e certeza para que os nossos filhos se sintam seguros, respeitem a nossa palavra e nos obedeçam.
Exercício + disciplina + afecto = felicidade, resume o conhecido treinador.
Não é mais do que outros autores têm vindo a público dizer, como o pediatra francês Aldo Naouri, por exemplo.
Sempre nos fica melhor dizer que lemos Naouri, do que confessarmos que estamos a aplicar o treino do cão com o nosso filho!
BW


Retoma de roupa

Na hora de arrumar a roupa de Verão dos miúdos, muita da que já não serve (nem vai servir no próximo ano!) pode ser reencaminhada para instituições. Mas descobri uma nova hipótese: a da retoma. O valor da retoma pode ser usado para adquirir roupa para a estação que se segue e a que foi entregue é reencaminhada para uma instituição à nossa escolha.

Todos ficam a ganhar! Interessante, não é?

Leia mais aqui.

Máquinas de livros

Uma boa ideia, definitivamente.
Ora se há máquinas de café, máquinas para sumos e bolos e bolachinhas, por que não, adaptando, haver máquinas em que se compram livros de bolso?

A ideia é do Grupo Leya. E se, para já, só as encontramos na estação de Sete Rios e a Estação de Santa Apolónia, o objectivo da empresa é alargar o número de máquinas disponíveis na capital.

Os livros disponíveis pertencem à colecção de livros de bolso BIS. Saramago, Pepetela, Agualusa, Mário de Carvalho, Allan Poe, João Aguiar, Pe António Vieira, Adolfo Coelho, Conan Doyle, Kafka, Eça de Queirós... um sem número de excelentes autores e títulos. Ali, à mão se semear, numa máquina automática de livros.


Ana Soares

quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Sindicatos e nova ministra

A reunião entre o Ministério da Educação e sindicatos deu já frutos: a confirmação do fim da divisão da carreira docente entre professores titulares e não titulares.

Todavia, na proposta hoje apresentada, o Ministério continua a defender a existência de uma prova de ingresso na profissão - uma medida consagrada no Estatuto da Carreira Docente aprovado em 2007 - e a existência de vagas para a progressão dos docentes para o 3º, 5º e 7º escalão da carreira, pelo que a progressão, para além de ser ditada pela antiguidade e pela avaliação do docente, passa a estar também dependente da abertura de vagas.
A FNE vai avaliar a proposta. A Fenprof tem desde já uma ideia clara quanto às referidas vagas e o que elas representam: "Pode até ser um recuo face ao que existe actualmente", referiu hoje ao jornal PÚBLICO Mário Nogueira.

Ana Soares

Ainda o filme "Uma Aventura na Casa Assombrada"

Fui à ante-estreia do filme. Um convite pessoal, que depois se estendeu a 75 alunos da minha escola. Uma emoção, como podem imaginar. De sexta-feira para segunda de manhã tinhamos 72 alunos confirmados para ir (e até já havia lista de suplentes!). O filme, que estreia nas salas de cinema no dia 3 de Dezembro, é uma super produção! A sala estava quase cheia. Havia mais miúdos para além dos "meus". Estavam lá muitos outros vips: os actores, claro, mas as autoras dos livros, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, também. Alguns dos miúdos estavam quase esquecidos que, na manhã seguinte, voltavam à realidade e o despertador ia tocar cedo, por isso ainda quiseram um ou outro autógrafo. Alguns levaram o livro. Outros pediram os autógrafos no próprio bilhete.
Pode parecer banal, mas, na verdade, como o produtor, Manuel Fonseca, destacou, este é o PRIMEIRO FILME INFANTO-JUVENIL produzido em Portugal. Não vai ser o último, quero acreditar! Mas, de facto, isso torna-o especial.
A adaptação é, a meu ver, adequada para as faixas etárias a que se destina. O terror (não esquecer que este é um filme sobre fantasmas) surge embrulhado no ridículo (o que, pelo menos nesta sessão, pôs miúdos e graúdos a rir). O romance assim como a aventura surgem equilibrados com a magia necessária a uma produção deste género, mas sem excessos que nos façam pensar que o filme não se adequa a meninos a partir dos 8/9 anos. O filme tinha de ser também para estes e não apenas para os jovens adolescentes.
Para além dos cinco jovens actores que dão vida ao grupo de amigos que protagoniza esta aventura, grandes nomes do nosso cinema e teatro completam o grupo: Ricardo Carriço, João Didelet, Ana Padrão, Sofia Grilo, Leonor Seixas e Jorge Corrula, entre outros.
Uma boa tarde de cinema para o feriado de dia 8 de Dezembro ou para as férias do Natal.
Ana Soares

terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Porque todos querem o melhor para os filhos

Há pais que mentem para conseguir que os filhos vão para a escola pública que consideram ser a melhor. Não é novidade, mas o tema é desenvolvido no PÚBLICO partindo do caso de uma mãe inglesa que foi processada pelo tribunal, em Inglaterra.
Por cá, o CDS-PP defende a liberdade de escolha para os pais, mas está isolado, o medo é que as escolas consideradas piores fiquem desertas e as outras sobrelotadas. Há sempre quem defenda que as leis de mercado devem funcionar mesmo na educação.
Acho preferível que TODAS as escolas melhorem os seus desempenhos, não com facilitismos, mas com trabalho, com investimento.
É certo que há escolas em bairros complicadissimos, com miúdos que não sabem estar na escola, mas os cursos que têm sido introduzidos como os CEF ou os profissionais e tecnológicos podem vir a cativar esses jovens. Assim como todas as outras ofertas que estas escolas têm - por vezes têm actividades invejáveis que seriam tão bem aproveitadas por alunos aplicados.
Com os novos cursos, há mais escolha porque já não é obrigatório ficar na escola do bairro onde se vive ou onde se trabalha. Por isso, vai havendo esperança!
A mãe galinha fala da sua experiência numa escola de "má fama". Leiam o post de 4 de Novembro.
Entretanto, quem pode continua a pagar a escola privada e diz aos quatro ventos que se pudesse tinha os filhos na pública. Ou então faz tudo, até mentir, para que a criança entre na pública daquele lindo bairro da alta burguesia da cidade, que funciona tal e qual como um colégio.
BW

Os e-books são uma ameaça?

Para as editoras tradicionais os e-books não são uma ameaça aos livros impressos. "As maiores ameaças são as que provocam alterações drásticas no comportamento dos consumidores, actuais ou potenciais", assinalou o editor da Esfera do Caos, Francisco Abreu, em declarações à Lusa. Outra ameaça foi "o computador com Internet", que afastou a maioria dos estudantes, "do básico ao universitário", das pesquisas em livros. Na opinião do editor, a rede tem ainda a desvantagem de provocar "uma mudança radical" nos hábitos de leitura e na atitude relativamente ao suporte tradicional: "a leitura de textos com 200 páginas, num livro, é substituída pela leitura, no monitor do computador, de textos com dois parágrafos ou com duas páginas".
Em contrapartida, e com excepção de "nichos de mercado de elevada especificidade e o muito longo prazo", a nova geração de e-books não representa uma verdadeira ameaça, segundo Francisco Abreu, para quem "vai acontecer agora o mesmo que sucedeu há cerca de uma década com a primeira geração", que não cativou os leitores.

Não sei... A mim cativa-me andar com um gadget, em vez de levar 500 páginas no avião ou para a praia. Por outro lado, tenho a certeza que vou ficar mal-disposta só de olhar para o écrã, em viagem; e que na praia o e-book não sobreviverá muito tempo por causa da humidade e da areia!

Diz um estudo sobre a atenção que a concentração desce quando se lê num e-book porque o leitor pode mudar de tarefa facilmente e que o retorno à leitura concentrada pode demorar 23 minutos. Por isso, o melhor é carregar com as 500 páginas!

BW

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

A minha infância é melhor do que a tua?

"A minha infância tinha coisas lá dentro", disse ainda Francisco José Viegas na conferência lamentando as infâncias de hoje em dia. Teve uma infância feliz numa aldeia perdida do Douro, pescava, acampava, jogava futebol, ouvia histórias contadas por uma avó fantástica, tinha horas de preguiça.
De uma geração diferente e na capital, também fiz tudo e mais ainda do que o que foi enumerado por Viegas e também tive uma avó e uma criada velha (sim, é pós-25 de Abril mas em casa da minha avó as empregadas eram criadas, lamento) que adoravam contar histórias de família, tradicionais e populares, além dos romances de cordel. E, no Verão, tinha horas intermináveis de preguiça, deitada debaixo ou em cima de uma árvore, escondida no sotão da casa da terra dos meus bisavós, a ler livros antigos, daqueles que ficam nos sotãos porque já ninguém os quer ler, os Eça, os Júlio Diniz, os Dumas.
E os miúdos de hoje também têm tudo o que Viegas teve, que eu tive e ainda mais! Porque hoje há mais, mais desafios, mais ofertas, mais escolhas, mais livros, mais, mais, mais... Por isso, as suas infâncias também têm muita coisa lá dentro! Talvez tenham menos preguiça e essa sim, faz muita falta!
"A preguiça é grande factor de desenvolvimento das sociedades", rematou.
BW

Francisco José Viegas elogia professores

"O país ignora a vida dos professores, o seu papel de afinadores de destinos", disse esta manhã o jornalista e escritor Francisco José Viegas na abertura da conferência internacional Infância, Crianças, Internet: Desafios na Era Digital, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
E passou a explicar: os professores têm de cuidar dos alunos que não tomam o pequeno-almoço, dos que têm problemas com a Língua Portuguesa, dos que têm problemas com o namoro.
É verdade, digo eu, os verdadeiros professores são os que tomam o aluno como um todo; que se preocupam com todo o seu ser e não apenas com o ser aprendente; mas esses são os verdadeiros professores, os de excepção; aqueles de que nos lembramos em adultos, aqueles que fizeram a diferença na nossa vida e foram tão poucos.
Acho que entre as novas gerações serão ainda menos os que ficarão com boas lembranças dos seus professores, essencialmente porque são pessoas que estão na profissão porque sim e não por vocação; que olham para os miúdos com ar de enfado, que procuram fazer tudo bem em sala de aula mas que não interagem com as crianças, não se envolvem porque ninguém lhes paga para isso, por outra ideia mais mesquinha ou apenas por inabilidade.
Hoje o auditório 1 da Gulbenkian estava repleto de futuras professoras, alunas do ensino superior que ganham uns créditos por assistir a conferências (é assim Bolonha) e aflige perceber que daqui por um ano ou dois estarão frente a crianças a sério, quando ainda têm ar de crianças e, pior, comportamentos que não admitimos aos nossos filhos: chegar tarde, falar com o parceiro do lado, jogar com o telemóvel ou mandar mensagens, abrir rebuçados e caixas de pastilhas enquanto os conferencistas estão a falar.
Tenho a certeza que quando forem senhoras professoras hão-de ficar enxofradas com esses comportamentos em sala de aula, hão-de reprimi-los (ainda bem, é o seu dever) e comentá-los na sala dos professores com o habitual: "Não lhes dão educação em casa".
BW

O Céu em forma de Poesia

Hoje trago-vos um livro de poesia da colecção Júnior da Texto Editora, de que a Bárbara já aqui falou a propósito do Alex ponto com. Esta colecção, para além da qualidade dos textos e ilustrações e preço acessível, tem ainda como vantagem o facto de estar organizada por cores correspondentes a diferentes grupos etários, aspecto que, por vezes, facilita a escolha (série Azul - +6 anos - , Laranja - +8 anos - e Vermelha - +10 anos).
O título que hoje destaco, Corpos Celestes, da autoria de José Jorge Letria, ganha relevância nesta colecção por ser um livro de poesia, nem sempre fácil de encontar para miúdos e pelo tema, a astronomia. Do bing bang, à galáxia, da órbita ao sistema solar, tudo isto podemos aqui encontrar em forma de poema. Assim, a ler poesia também se pode aprender astronomia.

Diz a capa : +8 anos. Mas acho que os nossos leitores com mais de oito anos também devem gostar, por isso aqui fica.

Ana Soares


O astrónomo
Podia ser Newton, Kepler ou Galileu
E olhar o céu por meio de lentes,
Podia até ser um vizinho meu
Que gosta de estrelas cadentes.
Podia ser isso e muito mais
Mas é apenas um homem
Que além das coisas banais
Vê outras mais longínquas
que se torrnam principais
E de que nem sequer há notícias
Nas páginas dos jornais.
E nisto salta da cama o astrónomo
E pergunta: «Onde está a minha caneta?
Vou dar nome a um novo planeta!»

José Jorge Letria, Corpos Celestes

sábado, 21 de Novembro de 2009

Porque gosto de ser jornalista

Desengane-se quem pensa que o melhor da minha profissão é viajar. Para mim é OUVIR pessoas que muitas vezes estão inacessíveis ao público em geral. Gosto de ouvir pessoas interessantes, inteligentes, com boas ideias, razoáveis, humildes, conhecedoras profundas da realidade, com ideias sobre o presente e para o futuro.
Esta foi uma semana boa! Obrigada a todos os que me fazem crescer, abrir horizontes, perceber outros pontos de vista, ter outras perspectivas sobre um mesmo tema, ser mais tolerante e mais aberta ao mundo. Tudo isto sem saberem!
BW

Casa com Jardim em Almada

É na CASA DA CERCA - Centro de Arte Contemporânea, em Almada, o lançamento do livro Casa com Jardim e a inauguração da exposição "Herbário Criativo", amanhã, a partir das 15h30.
A Casa com Jardim é um livro de Emília Ferreira com ilustrações de Fernanda Fragateiro, a pensar no público dos cinco aos dez anos e conta a história da criação da Casa da Cerca enquanto centro de arte contemporânea. Faz ainda uma incursão pela história de Almada, desde os tempos da ocupação árabe até aos dias de hoje.
O livro revela ainda as actividades que se fazem no centro bem como alguns aspectos da arte contenporânea
Quanto ao "Herbário Criativo" é uma exposição de um projecto educativo da autoria de Mário Campos e Isabel Rainha com trabalhos de pequenos artistas.
"A Casa da Cerca prossegue assim o objectivo de desenvolver um Serviço Educativo baseado em princípios de sensibilização, motivação e interpretação da arte contemporânea, através da realização de actividades em torno das exposições, explorando também a ligação das Artes Plásticas à Natureza e à Ciência.", diz em comunicado a autarquia.

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Mais 30 dias.

Recomendando o fim da divisão da carreira em duas categorias e a criação de um novo modelo de avaliação no prazo de 30 dias, para além de defender que no primeiro ciclo avaliativo, que está a terminar, não haja professores penalizados em termos de progressão da carreira devido a diferentes interpretações da lei, foi hoje aprovado o projecto de resolução do PSD sobre a avaliação dos professores e o novo estatuto da carreira docente.
Os sete diplomas da oposição, que visavam suspender o actual modelo de avaliação e acabar com a divisão da carreira docente em duas categorias hierarquizadas, foram chumbados.
Ana Soares

Numa semana quatro mulheres foram mortas pelos namorados

Sandra, 25 anos e Marinela, 23 anos foram mortas pelo namorado da primeira no sábado passado em Rio de Mouro. Sandra queria sair de casa, ingressar num curso profissional e o namorado, 25 anos, era contra. Suicidou-se.
Carla, 28 anos, mestre em Biologia ia começar o doutoramento, foi morta na segunda-feira pelo ex-namorado à porta da casa dos pais em Castelo Branco. O casal conheceu-se na universidade. O agressor está em prisão preventiva.
Joana, 20 anos, namorava há cinco com David, 22 anos, eram alunos do politécnico de Viseu. Joana foi morta pelo namorado na quarta-feira, em Mangualde. O rapaz é hoje ouvido em tribunal.
Lembro-me de um estudo da Universidade do Minho, divulgado há um ano que dizia que 25 por cento dos jovens entre os 15 e os 25 anos já foram vítimas de violência do namorado ou namorada. A investigação dizia que as novas gerações começam a agredir-se cada vez mais cedo e chegam a tolerar a violência sexual. Na altura foram inquiridos 4730 jovens dos ensinos secundário, profissional e universitário, e que abandonaram a escolaridade.
Como é que estamos a educar os nossos filhos?
Que exemplo é que damos em casa?
Como falamos com o pai/a mãe dos nossos filhos?
Que imagem têm eles do sexo oposto?
Os nossos rapazes respeitam as raparigas? E vice-versa?
Mostramos que amar é respeitar, sempre?
Ensinamos que a vida humana é única e inviolável?
BW

Testes, fichas e companhia

Nesta altura do ano, começam, por parte dos alunos, as pesquisas na net com as seguintes palavras: testes, testes de Português, Padre António Vieira, fichas, Fernando Pessoa, exercícios, Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno...

Depois dos exercícios de aula e do manual, depois de ver o que existe lá para casa sobre estes temas/ autores, não vejo mal que os miúdos procurem na net mais recursos, mais testes para treinar e "testar" os seus conhecimentos. São muitos os sites com material útil para este efeito, o de rever e treinar.

Aqui ficam algumas sugestões para alunos:

Ana Soares

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Plano Nacional de Leitura

Com Isabel Alçada nas suas novas funções ministeriais, o PNL (Plano Nacional de Leitura) ganha novo comando. É a vez de Fernando Pinto do Amaral assumir as funções de comissário e continuar este projecto.

Ana Soares

Bernardo faz birra

Deve ter uns nove anos, na biblioteca lá de casa, e volta e meia voltamos a ele.
Conheci Bernardo faz birra (de Hiawyn Oram e com ilustrações de Satoshi Kitamura, da Caminho) em ambiente de trabalho, numa ida a um jardim de infância público, num sítio menos bom da cidade de Lisboa, onde os meninos tinham uma biblioteca maravilhosa graças a uma educadora de infância que apostava na leitura, no contacto com os pais através dos livros, quando ainda não havia Plano Nacional de Leitura. Era uma profissional fabulosa, numa sala com poucos recursos mas cheia de livros e de meninos que brincavam com os livros, sem estragá-los.
Comprei-o nesse dia ou um dia depois.
Bernardo faz birra ajudou as crianças lá de casa a crescer; enquanto pais ajudou-nos a não entrar nas birras e a relativizá-las. Confesso que quando estou quase, quase a fazer uma birra lembro-me do Bernardo e tento controlar-me... Nem sempre consigo!
BW

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Eles e a Internet

A Internet mudou o modo como nos relacionamos e entrou nos nossos hábitos e nos dos nossos filhos.
"De que falamos hoje quando falamos de novas tecnologias de informação e comunicação? Quais os seus efeitos na escola, na família, no relacionamento com os amigos?"
Nos próximos dias 23 e 24, na Fundação Caloute Gulbenkian, em Lisboa, o tema é discutido numa conferência internacional, onde se esperam respostas a estas questões!
Mais informação: aqui .

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Deixem as crianças descansar

São sete dias a "quarentena" da Gripe A e se muitas crianças ficam prostradas, outras há que lhes passa rapidamente e estão cinco dias bem, só que não podem regressar à escola. Há pais que se preocupam com a escola e defendem que os miúdos não deveriam perder matéria e o melhor dos mundos era os professores mandarem trabalhos para casa. Há quem esteja a fazê-lo, como se pode ler aqui .
Compreendo que existam anos escolares em que pode ser mais stressante ficar sete dias sem ir à escola, há exames no final do ano lectivo ou estão neste preciso momento a decorrer provas escritas nas salas de aula. Mas, para a maioria dos meninos, o melhor mesmo é aproveitar e recuperar bem a saúde. Como dizia um leitor do PÚBLICO, se os pais estiverem doentes não querem levar trabalho para casa, pois não? Por isso, descansem, todos!
BW

Os clássicos para crianças

Depois de lembrar a Ana Faria e a sua interpretação dos clássicos, é agora a vez de falarmos de Catarina Molder e Francisco Sassetti. Estes deram recentemente nova vida às canções mais bonitas da chamada música clássica. Numa edição da Caminho, temos aqui uma versão, também ela com letras em português, dos clássicos adaptados às crianças. Tem feito grande sucesso nas nossas viagens de carro. Todas as músicas têm uma breve introdução, feita pela Catarina, que resume a "história" que a seguir vai interpretar. As ilustrações, no livro, são da Danuta Wojciechowska . Maravilhosas, como seria de esperar.

Vamos Cantar os Clássicos, uma boa sugestão para ir começando a pensar no Natal.

Ana Soares