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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Subir notas



A Texto Editores convidou o animador de rádio Vasco Palmeirim que fez este rap a pensar nos alunos do 7.º ao 12.º ano e nos seus pais.
A campanha “Subir Notas” tem como objectivo lembrar aos alunos que têm de estudar sempre, ao longo do ano e não apenas na véspera. Claro que também tem o objectivo de vender livros de apoio. A Texto tem duas coleções – Preparar os testes e Preparar os exames nacionais.

O que é inovador nesta campanha é a possibilidade de Vasco Palmeirim ligar aos filhos ou aos pais. Para lembrar, uns e outros, de que é preciso estudar e, claro, para os recursos que a Texto tem disponíveis e que podem comprar.
É uma campanha diferente e divertida.
BW

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Não guardes para amanhã...

... o que podes fazer hoje!
Bons conselhos para os estudantes e também para pessoas que deixam sempre para a última!
BW

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Estudo Acompanhado e Área Projecto...

... Vão acabar. Foram avaliadas? Não, mas o país tem que cortar despesas e certamente que se poupa em recursos humanos se se cortar nestas duas áreas disciplinares não curriculares. Quem fica a perder? Além dos professores que vão perder horas lectivas, alguns poderão tornar-se redundantes nas escolas; perdem os alunos, sobretudo os mais pobres - atenção: isto se as horas foram bem aproveitadas para de facto trabalhar.
Lembro-me quando foram discutidas com as escolas, quando entraram em funcionamento. A luta que foi, o encolher de ombros dos professores para essas áreas (e para Educação Cívica) que não faziam sentido nenhum. Uma perda de tempo.
Mas depois, porque há sempre excelentes profissionais, as horas foram aproveitadas para trabalhar com os alunos, para ensinar a estudar, a organizar um dossier, a fazer horários de estudo, a esclarecer dúvidas que ficaram das aulas. Porque nem todos t~em dinheiro para explicações. Quem é que mais beneficiou com isto? Os alunos que em casa não têm sequer um espaço onde estudar, os que os pais não sabem como ajudar, os que precisavam de facto, os mais pobres e os mais fracos.
BW

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Eles, o facebook e a leitura

Diz um estudo promovido pelo projecto EU Kids Online que quase 60 por cento das crianças e jovens portugueses têm um perfil numa rede social e destes 25 por cento têm-no sem restrições de acesso.
Os meus filhos fazem parte dos 40 por cento... Já estão habituados! No outro dia comentava que a maior parte dos meninos da turma do primo, de sete anos, estava no facebook e eles não ficaram surpreendidos. A surpresa é eles (mais velhos) serem os únicos que não estão, diziam com aquele ar conformado de quem está sempre out. Eles entendem as nossas opções e sabem que não estão, de facto, a perder grande coisa.

As amizades devem ser trabalhadas ao vivo e a cores! Com gargalhadas de verdade, em vez de lols! Com partilhas segredadas ao ouvido, em vez de escrita de mensagens! Com toques, empurrões, abraços, beijos, em vez de palavras tecladas no computador ou no telemóvel.

E a leitura? Vem a própósito do recado de uma professora que me explicava por que razão os meninos lêem na sala de aula - para mim, uma perda de tempo, porque devem ler em casa e porque as aulas são para aprender coisas novas.
Lêem na escola, no tempo da aula de Português porque os pais "compraram-lhes consolas a mais" e eles não têm tempo para ler... E não estamos a falar dos pais dos tais 43 por cento dos meninos que recebem apoio social escolar, estamos a falar das elites lisboetas que nas reuniões com os professores pedem que os filhos leiam obras obrigatórias, de preferência na escola, onde não é preciso mandá-los para o quarto ler, porque no quarto está a televisão, a consola e o computador onde estão em contacto com o mundo, onde publicam fotos das férias, com os trajes próprios da praia, sem qualquer supervisão, em perfis que no caso de um quarto dos jovens portugueses são públicos, logo, visíveis pelos amigos, pelos amigos dos amigos e outros...
BW

sábado, 2 de outubro de 2010

Metas de Aprendizagem

Até que enfim! Depois de tantas vezes prometidas, depois de terem sido ultrapassadas pelas Metas para o Sucesso ou o Educação 2015, aqui estão as Metas de Aprendizagem ou tudo o que os nossos filhos precisam de saber em cada disciplina.
A ver como serão aplicadas, já que são de caracter voluntário...
BW

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Aos jovens alunos de espanhol


Ainda não é muito vasto o material para as aulas de Espanhol. São poucas as editoras que produzem materiais e nem sempre é fácil descobrir textos interessantes. Por isso, hoje, aos professores e jovens aprendizes (e a pensar especialmente numa recente aprendiz de espanhol, muy guapa e com una sonrisa contagiante, que hoje faz anos), sugiro a leitura dos livros do Manolito Gafotas, um jovem que retrata, com humor, a vida de uma família nos subúrbios de uma cidade espanhola.


Ana Soares

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Casos de leitura

"Não há maneira de ele acertar quando é que se usam dois rr!!!"

"Os sons do X fazem-lhe muita confusão. Não há maneira de os entender."

Se os casos particulares da escrita e leitura são, às vezes, um problema para os graúdos, quanto mais para os mais pequenos que se iniciam na escrita. É a pensar nesses casos que recomendo a colecção Júnior - Contos de Apoio à Leitura e à Escrita da Texto. É a partir de um pequeno conto infantil que se propõem exercícios específicos a cada caso particular da nossa língua. Do duplo r, aos uso do m / n; dos dígrafos ou ditongos, são 28 títulos que podem ser úteis a pais e professores no apoio aos alunos do 1º ciclo.

Ana Soares

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Scratch Day - próximo dia 22

aqui falamos das potencialidades do Scratch, uma ferramenta que pode ajudar os alunos a entrar não só na linguagem matemática como na tecnologia através da programação. São eles próprios que programam e podem experimentá-lo no próximo dia 22, na Escola Superior de Educação de Setúbal - aliás, o Scratch Day é festejado por todo o mundo, no mesmo dia! Se puderem dêem lá um pulinho, de manhã, e experimentem!
BW

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Mudar a sala da aula...

... pode ajudar a combater a indisciplina mas também o desinteresse dos alunos, conforme se pode ler aqui .
BW

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Eles plagiam e nem sabem!

Eles não vão à Biblioteca Nacional nem sequer à biblioteca da escola porque está tudo online, não sentem o cheiro dos livros antigos, não lêem a ortografia do século passado, nem descobrem os desenhos deixados pelo bicho do papel. Eles plagiam e nem sabem! É por isso que não devem ter computadores nos quartos, nem aceder à Internet sem estarmos ao seu lado. Só assim podem aprender a pesquisar e a compreender que, depois de encontrada a informação é preciso confirmá-la noutras fontes e reescrevê-la por palavras nossas (o que nem sempre é fácil, mas é possível!). E nós, com a idade deles, ainda no 2.º ciclo, também plagiavamos, não era a wikipedia, era a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira.
BW

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Aprender a programar com o Scratch

A semana passada descobri o trabalho que a professora de Matemática Teresa Marques, da EB 2,3 de Azeitão e formadora na Escola Superior de Educação de Setúbal. faz com os seus alunos de 5.º ano. Fiquei deslumbrada: eles têm dez anos e sabem programar! Coisas pequeninas mas significativas porque é muito mais do que saber jogar bem no computador, é aprender a pensar de uma maneira lógica. É aprender Matemática, Ciências, Língua Portuguesa, etc, etc...
O Scratch pode ser descarregado aqui e só para ter uma ideia mais concreta pode ver este video !
BW

domingo, 20 de dezembro de 2009

Eles é que mandam?

Parece que sim, que as crianças até aos sete anos é que decidem 70 por cento daquilo que se compra. Que medo! É que é dessas coisas que não passam com a idade, pelo contrário, agudiza-se!
Como nunca fomos de levar as crianças ao hipermercado, ao centro comercial, nem a fazer listas de Natal, preocupam-me mais os resultados de avaliação do 1.º período que já sabemos ou que vamos confirmar nos próximos dias. Provavelmente vai ser preciso sentarmo-nos com eles a "esmiuçar" o que se passou e a traçar estratégias para que no próximo período corra tudo melhor!
BW

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Os Dez Mandamentos da Análise Literária

Já aqui falámos dos 10 Direitos Inalienáveis do Leitor. Trago-vos hoje outro decálogo, muito actual ainda, e que descobri ao folhear as Lições de Literatura Portuguesa de António Bragança que tenho cá em casa:



Os Dez Mandamentos da Análise Literária.


1- Leitura integral, de contacto, descontraída, que possa fornecer a ideia geral do texto.

2 - Re-leitura de análise (repetida tantas vezes quantas necessárias) com o lápis na mão, assinalando as passagens que mais chamem à atenção ou que envolvam problemas de entendimento.

3 - Consulta do dicionário a fim de resolver dúvidas quanto à denotação das palavras ou expressões.

4 - Re-leitura tendo em mira compreender o índice conotativo das palavras ou expressões.


5 - Apontar as constantes ou recorrências do texto, sobretudo no que toca à conotação.

6 - Interpretar tais constantes ou recorrências.

7 - Consultar as fontes secundárias caso o texto o reclame: história literária, da cultura, biografia do autor, bibliografia, etc.

8 - Organizar em ordem hierárquica de importância as constantes ou recorrências e sua qualidade emocional, conceptual.

9 - Interpretá-las e buscar depreender as lições que comportam.

10 - Conclusão do trabalho e sua redacção final.

Este trabalho não é muito diferente do que também vou fazendo com os meus alunos. Nem sempre as aulas têm de ser originais, irresistíveis, organizadas em torno dos nossos aparentemente incontornáveis acetatos, powerpoints, quadros interactivos, trabalhos de pares ou grupos. Por vezes, em aula, é mesmo preciso, simplesmente, seguir estes dez mandamentos e, de lápis na mão, ler e re-ler.

ps -não resisti e sublinhei os pormenores do decálogo que achei mais curiosos.

Ana Soares