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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Filmes no cinema em Alvalade, Lisboa


Em Junho regressam os Filminhos Infantis ao Cinema City Alvalade, em Lisboa.
A Zero em Comportamento vai animar as manhãs de sábados e domingos do City Alvalade, com novas sessões de curtas metragens infantis. Para crianças dos seis aos 12 anos.

Os filminhos infantis terão lugar nos dias 1 e 2, 8 e 9, 15 e 16, 22 e 23, 29 e 30 de Junho. Aos sábados, as sessões serão às 11h45 e aos domingos começam às 10h00, porque serão seguidas (para quem quiser) de uma oficina para as crianças.
Os preços para uma sessão de filminhos serão de 4 euros ou de 8 euros se incluírem uma oficina. No dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança preço especial de 2,50 euros.
A participação nas oficinas requer marcação prévia obrigatória. A data limite para inscrições nas Oficinas é a quinta-feira imediatamente anterior às sessões (30 Maio, 6 Junho, 13 de Junho, 20 de Junho, 27 Junho) – é hoje o dia!
A realização das oficinas está condicionada à existência de um número mínimo de dez participantes. E o limite máximo de participantes é 25.
Mais informação sobre as actividades e os filmes aqui.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

E antes do filme,

o livro.





















"Desde os tempos antigos, as histórias de batalhas épicas e lendas místicas foram passando de geração em geração, nas misteriosas Terras Altas da Escócia.
Em Brave, uma nova história une-se à tradição quando a corajosa Merida, filha do Rei Fergus e da Rainha Elinor, desafia um antigo costume e lança uma maldição sobre o reino de DunBroch.
Ao longo destas páginas coloridas vais conhecer a valentia da Merida e aprender que o amor pela família consegue resistir a todos os obstáculos. "
Uma edição D. Quixote.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Bom fim de semana

Cavalo de Guerra: um filme sobre guerra ... para jovens.

Ainda não vi, mas no programa  "Janela Indiscreta" ouvi o jornalista Mário Augusto propor esta definição para o último filme de Spielberg que me parece combinar com o que vi na apresentação.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Estrumpfes forever

A Estrumpfina chama-se agora Smurfina...
Smurfina!?! Que parolo!
Já não vivem nos seus cogumelos e vão para Nova Iorque? Por favor!!!
Smurfs para nós e para os brasileiros...
É a globalização ou será o acordo ortográfico?
E o que dizer às crianças que andámos a enganar estes anos todos? "Ó mãe, tens a certeza que era Estrumpfina?!..." O descrédito!
Por tudo isto, lá em casa, ninguém vai ver este filme, ninguém!
BW

terça-feira, 7 de junho de 2011

Pina Bausch: obrigada!

Foi em 2008, a última vez que Pina Bausch esteve em Portugal, a própria, um ano antes de morrer.
Pensámos, pensámos e decidimos levá-los a ver Cafe Muller, no São Luiz, em Lisboa. Eram pequenos, mas era uma oportunidade única. Ele tinha dez e ela oito. Explicámos: "O pai e a mãe gostam muito do trabalho desta coreógrafa, é uma mulher cheia de imaginação, os seus bailarinos são magníficos. O pai viu esta peça há muitos anos e está tão feliz por poder partilhá-la connosco. Tu [ela] ainda não tinhas nascido e ela imaginou uma coreografia a pensar em Lisboa que o pai e mãe viram juntos. Eram danças felizes, um bocadinho diferentes do que vamos ver hoje...".
Quando chegámos, não se viam crianças, só os adultos do costume, os seres cultos e iluminados da cidade, os que vemos no CCB, no Teatro Aberto ou no cinema King.
Eles sentiram que era mesmo uma coisa diferente! Todo aquele alvoroço, todas aquelas pessoas entusiasmadas, excitadas com o que se ia ali passar... Um casal perguntou-lhes se não queriam trocar de lugar, que veriam melhor. Obrigada!
E depois, ficou-lhes para sempre gravado na memória a correria, as cadeiras a cairem, a serem derrubadas naquela pressa de as tirar da frente dos corpos que vagueam pelo café, os gestos repetidos, os diálogos mudos, os desencontros e encontros.
Perceberam tudo o que viram? Não. Precisaram de contextualização? Sim. Perceberam o que representava aquela personagem de Pina, a solidão, a fragilidade, o abandono? Não. Perceberam porque é que eu chorei o tempo todo? Não. Mas vibraram porque nós vibrámos. E perceberam que Pina era grande, magnífica, diferente e que foi um enorme privilégio para eles verem-na dançar.
Agora repetimos a experiência, desta vez de óculos 3D postos. Mais uma vez, eles eram as únicas crianças na sala. Desta vez, do cinema. Recordaram o que tinham visto e não tinham esquecido. Podemos partilhar com eles o que já tínhamos visto, há muitos anos (muitos!): a Sagração da Primavera, a Água, o Baile...
Perceberam tudo? Não. Mas os gestos e os movimentos ficaram guardados nas suas memórias, na construção do seu gosto, e, nos seus corpos, nas brincadeiras onde reproduzem repetidamente aqueles movimentos, que têm tanto de belo como de físicamente exigentes, como viram fazer aos bailarinos de Pina.
BW

domingo, 6 de março de 2011

Sugestões de cinema

Parece que este filme é para nós e não para eles, pelo menos para os mais pequenos, pequenos... Esses têm o Zé Colmeia.

sábado, 5 de março de 2011

Strangers no more




Strangers No More é um documentário sobre uma escola em Telavive, Israel, que recebe alunos de 48 países, filhos de imigrantes, com histórias de vida nada fáceis.
O filme acompanha a vida de três estudantes.
Ganhou três Emmies e um Óscar.

domingo, 14 de novembro de 2010

Parece bom!

É a história verídica de uns monges cistercenses de Thibirine, na Argélia, que, em 1996, terão sido mortos por fundamentalistas argelinos. Existe uma controvérsia se não foram mortos pelo próprio exército do país, numa tentativa de os salvar...
Bom domingo!
BW

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

RED

Aqui fica uma sugestão divertida e despretenciosa para o fim-de-semana!
Que envelheçamos todos como o Bruce Willis é o meu desejo!
BW

domingo, 26 de setembro de 2010

Waiting for Superman



Não sei quando estreará entre nós Waiting for Superman, um documentário sobre educação nos EUA e a tábua de salvação que as famílias mais pobres vêem nas charter schools.
BW

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Karate Kid

Alguém se lembra do Ralph Macchio? O poster da Bravo, dentro do roupeiro, ao lado do de Tom Cruise em Top Gun, é um facto indesmentível na minha vida...
Primeiro em Os Marginais - contracenando com Cruise e outros actores que poderiam muito bem estar na porta do roupeiro como Matt Dillon, Emílio Estevez, C. Thomas Howell, Patrick Swayze e Rob Lowe, não necessariamente por esta ordem -, veio a saga de Karate Kid.
Com o mesmo nome surge um remake que se passa na China, com Jackie Chan e Jaden Smith, o filho de Will Smith. Os miúdos da casa irão ver, a mãe não, gosta da memória de Macchio, com a sua voz rouca, a lutar pelo amor de uma miúda que, na altura, podia muito bem ser ela!
Macchio não envelheceu bem, temos pena!
BW

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sarkozy expulsa ciganos de França



Não são de origem búlgara nem romena, mas fazem parte da banda sonora com que os meus filhos cresceram. Lembrei-me de O Tempo dos Ciganos por causa da decisão de Sarkozy de expulsar cidadãos da UE de França. Face à notícia, depois da tentativa de contextualizar a coisa, acabámos por dizer qualquer coisa como: "É um pequeno Hitler, a repetir os mesmos erros e nós impávidos."
BW

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O estranho mundo de Jack

"O Estranho Mundo de Jack, história que inspirou o filme com o mesmo título, é já um clássico infantil e conta-nos a história de Jack Esquelético numa assustadora véspera de Natal.
Uma noite, enquanto passeia entediado na floresta de Halloween, Jack encontra algo que nunca vira antes: uma porta esculpida numa árvore. Ao abri-la, entra no mundo alegre e cintilante da Cidade do Natal!Maravilhado com tanta luz e animação, Jack decide raptar o Pai Natal e levá-lo para Halloween, planeando as mais medonhas traquinices para a véspera de Natal.
Um mundo fantástico e irreverente que promete tantas gargalhadas como sustos!
Tim Burton , um dos cineastas mais aclamados e controversos de Hollywood, divide a sua carreira entre grandes êxitos de bilheteira, como Eduardo Mãos de Tesoura (1990) ou O Estranho Mundo de Jack (1992) – a sua primeira longa-metragem de animação –, e projectos marginais mais arriscados, tendo criado algumas das obras cinematográficas de referência das últimas décadas. Escritor, produtor e realizador, Tim Burton continua a deliciar leitores e espectadores de todas as idades pelo mundo inteiro com o seu universo fantástico e sombrio, inspirado nos ambientes góticos de Edgar Allan Poe e habitado por estranhas criaturas. Burton é também autor de A Morte Melancólica do Rapaz Ostra & Outras Estórias, publicado pela Antígona."

Deste press-release o que retive é que o filme é de 1992... E que eu já era adulta quando o fui ver...
BW



sexta-feira, 2 de abril de 2010

Julie and Julia versus Ana e Bárbara

1 ano, 654 posts, 104.804 visitas.

Parabéns a nós!
Obrigada, leitores.

Foi no Dia do Livro Infantil que eu e a Bárbara decidimos lançar o nosso blog. Faz hoje um ano!

Quando vi o filme Julie and Julia imaginei logo o post comemorativo do primeiro aniversário do Educar em Português, embora a nossa missão não termine hoje, ao contrário da de Julia Powell, a jovem "blogger" do filme, que terminou após cozinhar as 524 receitas em 365 dias.

Por outro lado, é verdade que não desossamos patos como Julia Powel - mas aqui falamos de problemas bicudos como a suspensão dos novos programas de Língua Portuguesa do bullying.

Não pusemos em perigo os casamentos - até porque os maridos contribuíram muito para o sucesso deste ano.

Não deixámos queimar Beef de Bourguignonne - mas reescrevemos muitos posts e trocámos muitos mails e comentários para remediar o que pudesse estar menos bem.

Não estávamos perdidas nem frustradas com os nossos empregos e profissões - porque somos profissionais e mães felizes, mas encontrámos aqui mais um projecto que nos realiza.

Então, por que motivo pensei neste post quando vi o filme?

Fi-lo pois a paixão pelo que fazemos me pareceu idêntica à que caracteriza tanto Julia (a jovem que decidi reescrever as receitas no seu blog) como Julie (que se apaixonou pela cozinha francesa e criou a Bíblia da culinária parisiense).

E porque me alegrei com o facto de este projecto não ser um projecto tão solitário como o das personagens do filme, mas antes um projecto a quatro mãos e duas amigas.

Ana Soares