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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A Bruxa Cartuxa, em novo formato

A Bruxa Cartuxa, personagem da coleção infantil de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, deu agora origem a uma nova série.
Ao jeito do famoso rato Stilton, esta nova coleção, que se estreia com a Bruxa Cartuxa na Floresta dos Segredos, promete fazer sucesso entre os mais pequenos.
Cá em casa, a jovem de 6 anos ficou agarrada ao livro, sozinha, tentando acompanhar a simpática Bruxa e o seu companheiro Eco nesta nova aventura que alia texto, ilustração e uma dimensão mais dinâmica das palavras. Tivemos a sorte de receber com este primeiro volume um mini-livro de bruxedos muito divertido.
Ideal para os pequenos que se iniciam na leitura. Sem dúvida mais interessante do que o famoso rato (desculpem, mas enjoei as suas aventuras) e mais acessível do que o genial Bando das Cavernas, de que já aqui falámos.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Olimpvs.net nas escolas

14 de Dezembro de 2012
Olimpvs.net no Colégio Miramar, em Santo Isidoro, Ericeira
Chove e o vento assobia com força. Os alunos do 5.º ao secundário entram ordenadamente na sala de aula onde muitos se sentam no chão. A porta tem de ficar aberta pois as janelas não se podem abrir devido ao mau tempo que faz lá fora. Somos muitos dentro da sala. Passa um pequeno filme preparado pelos professores Anabela Lopes, Denise Tomás e Marco Briosa. Apresento a colecção.
Perguntas? Não demoram a arrancar. As primeiras foram preparadas pelos alunos que pertencem ao Clube de Media e são lidas. As seguintes são espontâneas e feitas por todos, mesmo pelos que estão na fila de trás, os mais velhos, os que parece que terão prestado menos atenção à apresentação.
"Quando é que descobriu que gostava de escrever? Como é que tiveram a ideia? É fácil escrever com outra pessoa? Que livros gosta de ler? Gosta mais de Saint-Exupéry, Mia Couto ou...? O que diferencia Ana Soares e Bárbara Wong da Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada?..." Cada vez mais difícil! "Qual é a pergunta que não gosta que lhe façam?"... E lá vou abrindo a alma àqueles alunos calados e atentos ao que vou dizendo.
É preciso terminar, avisa a professora Anabela Lopes. Os meninos batem palmas enquanto a docente me oferece um ramo de flores, alguns demoram-se a sair, ainda têm uma pergunta ou uma confissão para fazer. "Eu gostava de ser jornalista, mas se calhar vou ser médico", "Este Natal não vou ter prendas... a minha prenda vai ser o meu mano, que vai nascer!" Há ainda alguns livros para assinar.


16 de Janeiro de 2013
Olimpvs.net na Escola com 3.º ciclo e secundário de Caneças
Chuvisca. A escola é nova e o Olimpvs.net vai inaugurar o auditório com as quatro turmas do 7.º ano. No corredor de acesso a excitação é grande. Os alunos entram. Alguns mais irrequietos, com aquele ar de desafio nos olhos e no corpo que se esparrama nas cadeiras, pernas abertas, roupa desleixada. Outros sentam-se na pontinha das cadeiras novas, com a curiosidade no rosto.
Começo a apresentação. Termino a apresentação. "Já?!?", murmuram. "Perguntas?" Demoram a arrancar, até que começam. "Porque é que os heróis são duas raparigas e três rapazes e não há mais raparigas? Já pensaram introduzir mais heróis com poderes ou são só esses cinco? As duas raparigas são iguais a si e à Ana Soares? Onde é que foram impressos os vossos livros, o meu pai trabalha na Printer Portuguesa! [Coincidência, são impressos na Printer, deixando a aluna muito orgulhosa] Não querem fazer uma aventura na nossa escola? Porque é que não fazem O Túmulo Perdido II, podiam usar a lenda do espelho de Pandora... [Não conheço essa lenda, confesso. Então é aquela em que as pessoas se vêem ao espelho e as boas ficam más!] Quantas canetas gastou a escrever? [Não uso caneta, escrevo no computador, respondo. "Está mal, devia ser com caneta!", responde o rapaz indignado] É famosa? Não. Mas dá autógrafos? Sim Pode contar-nos um bocadinho de uma das histórias, pode ler?"
Sou apanhada desprevenida com o pedido. Leio duas páginas. A centena de rapazes e raparigas que se encontram à minha frente está em silêncio absoluto. Só ouço a minha voz. Quando termino, aplaudem. Fico sem saber o que fazer e sorrio. Os mais espertalhões abusam do aplauso, batem as palmas mais alto, mais intensamente, prolongando o momento.
É hora de acabar. As professoras dão-lhes os parabéns por se terem portado tão bem, confessam depois que nem sempre se comportam assim mas têm orgulho da "fornada deste ano". Sem dúvida, não envergonharam a escola, nem os pais. Estão todos de parabéns. Alguns ficam para trás, para uma sessão de autógrafos em folhas de papel. Uma das meninas segreda-me uma sugestão para um dilema que coloquei. "Excelente ideia, muito obrigada!"

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Não aprendam gramática com Sophia!

"Vamos ler Sophia!", propus a uns 'amigos' mais novos, a convite da Porto Editora, e assim foi. A Marta, a Leonor e o Vasco, de 14, 13 e 12 anos, respectivamente, juntaram-se aos nomes que escrevem para as crianças e jovens – Ana Maria Magalhães, co-autora de centenas de títulos e que ainda esta semana publicou o primeiro volume da sua autobiografia; Maria Inês Almeira que aspira a chegar aos 30 anos de sucesso das autoras de Uma Aventura; e Pedro Sousa Tavares o jornalista de Educação do DN que completou o início de um conto da sua avó, Sophia de Mello Breyner Andresen, Os Ciganos.
Anabela Mota Ribeiro convidou os autores a falar sobre a sua relação com a obra de Sophia, sobre a escrita para crianças e jovens e houve um pequeno espectador que fez a pergunta que deixa todos curiosos: "Como é que se escreve uma história?"
Engraçado foi ouvir uma professora de Português com 39 anos de serviço, Ana Maria Magalhães, a dizer que em tantos anos teve uma única turma que gostava de Gramática e que não se deve pegar em textos de grandes autores, como Sophia, e parti-lo em sujeito, predicado e complemento...
Pedro Sousa Tavares reforçou que os livros servem para ler com prazer, são uma porta que se abre e que se pode fechar quando não se gosta e não para dar cabo deles com a Gramática. Ana Maria Magalhães voltou à carga e lembrou que um dos netos de Isabel Alçada tinha estado 11 aulas a explorar um texto de um grande autor português. "Isso não se faz a um grande autor..."
E a Marta, a Leonor e o Vasco brilharam! Estiveram praticamente à altura dos autores – falaram sobre as suas personagens preferidas do mundo de Sophia, do quanto tinham aprendido, do que é ouvir ler quando se é pequeno e ler quando se é grande, do quanto é diferente voltar a reler, à medida que os anos vão passando e que, mesmo os adultos podem ler os livros que Sophia escreveu a pensar nos seus filhos – e encantaram-nos, aos autores e à plateia.
No final, todos lhes deram os parabéns pelas suas intervenções  – são leitores de Sophia, são leitores ponto final, são 'aspirantes' a escritores, têm caderninhos onde escrevem as suas histórias, onde começam 'livros', mas não acabam ou recomeçam e fazem upgrade, confessava a Leonor. E Ana Maria Magalhães encorajou-os a continuar, a fazer, refazer, deitar fora e recomeçar – um óptimo conselho para quem quiser escrever. Não há nada pior do que aqueles que estão convencidos que terminaram uma grande obra, disse-lhes. Aos espectadores já tinha dito o quanto amava a simplicidade de Sophia.
BW

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Olimpvs.net, um mês depois

Faz hoje um mês que ocorreu o lançamento da colecção infanto-juvenil Olimpvs.net. Aquela que me junta à Ana num registo diferente: o escrever para os mais novos!
As reacções têm sido divertidas e fazem-nos acreditar que vamos no caminho certo. No site é possível aos leitores interagirem com as personagens e isso tem acontecido!
Um mês e a presença por duas vezes numa feira do livro, onde contactamos de perto com os mais novos levam-nos a acreditar que vamos no caminho certo!
Obrigada aos leitores!
B

terça-feira, 7 de agosto de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A mãe que chovia

"Mãe, choves o significado do teu nome sobre a terra, choves amor."

José Luís Peixoto





















A mãe que chovia é o primeiro livro infantil de José Luís Peixoto com ilustrações de Daniel Silvestre da Silva. Chegou às livrarias na sexta-feria, dia 13 de abril .

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ler Harry Potter aos 11?

O actual ministro britânico faz esta proposta: que os meninos aos 11 anos saibam ler Harry Potter.
Sim, e compreender? Será que todos têm maturidade e interesse em ler, aos 11 anos, os livros de J.K.Rowling? Parece que não: as estatísticas revelam que quase 40 por cento dos alunos ingleses nunca lê por prazer...
O ministro lamenta-se: O Reino Unido tem dos melhores autores, dos livros mais vendidos no mundo e cita alguns exemplos: Roald Dahl, Michael Morpurgo e Jacqueline Wilson. Os livros de Harry Potter, Narnia, Vento nos Salgueiros e Winnie the Pooh.
E como é que se põe uma criança a ler?
Pelo exemplo!
BW

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A importância da literatura infantil

Dora Batalim coordena com José Alfaro uma pós-graduação em Livro Infantil na Católica de Lisboa. Diz a professora à Pública do passado domingo:
"(...) muitos professores não gostam de ler. Mas estão sempre a tempo de começar.(...) Felizmente conheço muito bons professores, daqueles que lêem à frente dos alunos no intervalo. Muitas vezes bastava o exemplo. 'Se tu que és meu professor ou meu pai não lês, eu não leio.'
(...)Há professores que me dizem que não têm tempo para ler porque têm o programa... O programa é isso mesmo, ler. Os livros e os textos falam de tudo o que há no mundo. Estamos num tempo com muito poucas narrativas. Creio que é isto que faz falta às gerações mais novas. É muito angustiante ter uma sala com 45 alunos [na Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich] e perguntar:'Quem é que não tinha pais ou avós que lhe contassem histórias?' quase metade da turma, pessoas de 20 e tal anos, não ouviu hustórias de maneira regular quando eram criança. Muitos dizem-me que não gostam de ler. E vão ensinar crianças. (...)"
BW

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O PNL não vai ser extinto

Ainda não se sabe o futuro do Plano Nacional de Leitura (PNL), mas já se sabe que não vai ser extinto, o que é uma boa notícia!
Ao longo dos últimos anos, o PNL tem contribuído para o aumento da literacia no país, para o interesse dos professores e dos alunos por ler, para o enriquecimento das bibliotecas escolares. O PNL tem sido ainda um bom exemplo da colaboração entre Estado e empresas, em nome do bem comum, muitas empresas financiam os livros. Seria uma pena que tudo isso desaparecesse.
BW

domingo, 12 de junho de 2011

O meu primeiro Santo António

Para conhecer o santo português, aquele que a Igreja Católica reconheceu como santo com a maior rapidez de todos os tempos!
Para conhecer as tradições associadas ao santo milagreiro, casamenteiro e popular. Tudo isso e muito mais! Porque Santo António foi também um homem culto, recordado, por exemplo, pelo Pe. António Vieira.
Enfim, aqui está um livro, de escrita fluída e feliz - de Patrícia Luz Pinto (para mim, não tem Pinto, que a conheci Luz e é uma pessoa luminosa!) com ilustrações de Carla Nazareth -, para que os mais pequenos conheçam o santo que se celebra por estes dias na capital.
Para nós é Santo António de Lisboa, para os italianos é Santo António de Pádua (aliás, para o mundo, até para os brasileiros é de Pádua...).
BW

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A Cabana Mágica

A colecção "A Cabana Mágica" [no original "Magic Tree House"] é uma das mais populares e mais bem-sucedidas colecções norte-americanas de ficção infantil. Iniciada em 1992, conta já com 44 títulos publicados e um impressionante total de 53 milhões de exemplares vendidos só nos E.U.A., a que se juntam outros 10 milhões no resto do mundo! Para já, em Portugal, só temos 4 títulos traduzidos. A colecção gira em torno das aventuras de dois irmãos, o João e a Ana (Jack e Annie, no original), os quais descobrem no jardim de casa uma cabana mágica que, em cada livro, os transporta para uma época passada ou um país distante. A edição portuguesa inclui ilustrações originais encomendadas propositadamente para o efeito e da autoria de Nikola Raspopovic, um jovem ilustrador de origem sérvia radicado em Portugal, que surpreende pela expressividade e graciosidade do traço.


Foi com esta colecção que a leitura a meias terminou cá em casa. Ele, no 2º ano, e que hoje faz 8 anos, começou agora a ler sozinho e no final 'empresta-nos' os livros para lermos. Se fico muito orgulhosa e feliz de o ver devorar estas pequenas aventuras - na cama, sala de espera do consultório ou banco do jardim- é com alguma nostalgia que vejo estes momentos a três ( eu, ele e um livro) a chegar ao fim. Resta-me o consolo de ainda querer deitar-se comigo na cama de rede, mas agora cada um com o seu livro.

Resta saber até quando...

Adivinho que seja até à adolescência...

Ana Soares

domingo, 1 de maio de 2011

Eu sei tudo sobre mamãs

"Os crescidos dizem
que as mamãs gostam de ter tudo muito bem arrumado.
Mas eu digo que nem sempre é bem assim.
A minha mamã nunca encontra o que procura na sua grande mala.

Os crescidos dizem
que as mamãs fazem boas sobremesas.
Mas eu acho que não é bem assim.
A minha mamã é uma fada que sabe transformar
a farinha, o açucar e o chocolate num bolo."

E é assim, neste ritmo descontrutivo da imagem clássica da mamã, a partir dos olhos de uma criança, que a Presença nos oferece momentos de grande ternura e boa disposição para celebrar este dia maravilhoso, o DIA DA MÃE.

Ana Soares

terça-feira, 19 de abril de 2011

Qual é a grande questão?

A grande questão é mais uma excelente proposta da bruaá. Imagem e texto de mãos dadas e ao serviço das dúvidas mais simples dos nossos pequenos pensadores e filósofos. Por que estamos aqui? "é para celebrares o teu aniversário que estás aqui na terra.", diz uma das personagens que o menino encontra. Por outro lado, o gato diz-lhe que vimos ao mundo para ronronar. Um livro para ler e pensar com eles.
A bruaá disponibiliza algumas actividades em torno do livro aqui.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

CATA LIVROS da Gulbenkian

CATA LIVROS é o novo projecto desenvolvido pela equipa GULBENKIAN/CASA DA LEITURA que utiliza a Internet para aproximar os jovens leitores de um conjunto de títulos essenciais da literatura para infância e juventude, com destaque para a produção nacional, assentando no caráter lúdico e interativo das narrativas e desafios propostos. Animado por uma equipa que inclui João Paulo Cotrim, Fernandina Fernando, Elsa Serra e Mariana Sim-Sim David, entre outros, o portal CATA LIVROS é dirigido aos leitores iniciais e medianos (sensivelmente, dos 8 aos 12 anos) e está construído a partir da metáfora de uma casa, com as suas salas e saletas, cantos e recantos, caves e sótãos, e que levam títulos como “salão salamaleque”, “janela de papel” ou “cozinhório & laboratinha”. O mocho, ícone carismático da CASA DA LEITURA, ganha como parceiro um corvo, e ambos servem de cicerones na aventura em que se transformará a leitura. Os livros abordados são escolhidos segundo critérios de qualidade literária e estética, mas também de representatividade histórica e estilística, sem descurar a atenção ao texto e ao grafismo. Cada mês terá um tema diferente (para começar, por exemplo, «Histórias de bichos estranhos») e, dentro desse tema, um livro destacado e, pelo menos, dezanove outros abordados de modos diversos. O CATA LIVROS permite também aos mediadores (bibliotecários, professores, educadores, etc.), bem como ao mais generalista dos públicos (pais e jornalistas), por um lado, aceder, através de um conjunto diversificado de recursos, aos livros que alimentam a curiosidade de leitores da mais tenra idade até à adolescência, e, por outro lado, a um conjunto de reflexões, projectos e práticas na área da promoção da leitura. CATA LIVROS – Onde as portas e as janelas dão para o livro.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Principezinho em mirandês

O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry foi traduzido para mirandês. Vai estar à venda, a partir da próxima segunda-feira. A ASA foi pioneira nas publicações nesta língua, falada por uma minoria de portugueses.

segunda-feira, 7 de março de 2011

O Canteiro dos Livros

E se no canteiro das hortensias nascessem livros, em lugar de flores? Esta é a ideia original do livro de José Jorge Letria que nos leva a acompanhar Francisco, o jovem menino, que com surpresa descobre algo de diferente no seu jardim.


A colecção Júnior da Texto prima pela adequação da extensão e grau de dificuldade dos livros de cada uma das séries às faixas etárias a que se destinam (série azul - 6 anos, laranja - 8 anos e vermelha - 10 anos).
Inclui ainda algumas pistas de leitura, caso o livro seja para ser explorado, assim como guiões de leitura que podem ser encontrados aqui. O guião d'O Canteiro dos Livros está também disponível aqui e apresenta-se como um extra à leitura.

Confesso que, em tempo de férias, os livros são só para ser lidos e fruídos. Ainda assim, este é um excelente recurso para pais e educadores de uma maneira geral, uma mais valia desta interessante colecção.

Ana Soares

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tim adora os seus amigos

Na tradução do francês para o português, o Tom passou a chamar-se Tim, vá lá saber-se porquê! Será uma homenagem aos Xutos?
O Tim, o Zeca, a Tina e a Rosinha são quatro amigos pré-adolescentes e Luca é o cão de Tim. A colecção agora editada pela Sinais de Fogo chama-se Os Amigos do Luca e cada livro tem uma pequena banda desenhada com aquelas situações típicas dos miúdos. O racismo e a amizade são os temas do número 1, Tim adora os seus amigos ou, em francês Tom aime ses amis!
No número 2, o tema é o amor, o primeiro amor, as emoções fortes e as desilusões amorosas, chama-se Zeca está apaixonado. O amigo gorducho de Tim, chama-se Ludo em francês. Ludo est amoureux!
Giro para os 10/12 anos; depois disso, os miúdos vão achar as histórias ridículas. Mas, se forem compradas em francês, das Éditions Jouvence, podem ser úteis para aprender a língua.
Os autores são Stephan Valentin e Laurent Houssin. A tradução é de Inês Fraga para a Sinais de Fogo.
BW