Maria de Lurdes Rodrigues.
Os professores odeiam-na. Culpam-na porque trabalham muito, estão sobrecarregados com questões burocráticas, passam mais tempo na escola, o estatuto dos alunos não lhes trouxe autoridade, são sujeitos a um modelo de avaliação com o qual não concordam e estão descontentes com a divisão da carreira.
Os pais adoram-na. Agradecem as medidas tomadas para que os filhos estejam mais tempo na escola (apesar de poder ter consequências nefastas), o Inglês no 1.º ciclo, o apoio a Matemática, a renovação do parque escolar, a introdução de actividades extra-curriculares, a criação de mais cursos profissionais e tecnológicos, o Magalhães, o e-escolas...
Muita coisa boa e má foi feita nesta legislatura. Muito foi muito mais do que outros tiveram coragem de fazer.
Eis alguns excertos da sua entrevista ao Diário Económico:
Sobre a intenção do PSD de deitar abaixo algumas das reformas
"Procurei conduzir a política educativa ao longo destes quatro anos valorizando e potenciando a herança que recebi. Podíamos simplesmente ter destruído a introdução dos exames no 9º ano, decidida pelo governo anterior. Mas considerámos que era muito importante não ter hesitações nessa matéria. Houve, nos últimos anos, decisões muito importantes de outros executivos que foram decisivas para algumas realizações deste mandato. Se a atitude for "vamos ver o que é que eu consigo destruir do que o meu antecessor fez", isso é muitíssimo negativo e certamente prejudica o sistema educativo que, ainda por cima, tem na memória muitos traços dessas hesitações. Procurei imprimir uma orientação de total respeito pelas heranças que recebi, colocar o interesse do país, dos jovens e das famílias acima de qualquer outro interesse e continuar o caminho daquilo que são grandes consensos. "
Sobre as críticas às medidas implementadas
"Não se anda na política à procura de gratidão. Quando se está na política, aquilo que se procura é obter resultados, fazer alguma coisa pelo país. Não é a gratidão deste ou daquele. Também não oriento a minha acção pelas opiniões que são emitidas nos jornais. Leio, dou alguma atenção e coloco no sítio certo. (...) Acho que as pessoas têm dificuldade em enfrentar o conflito. Todos temos, eu também tenho as minhas. Ninguém gosta. Ninguém se orienta para procurar uma guerra. As pessoas orientam-se por determinados objectivos e por vezes no caminho encontram grandes dificuldades, que são a resistência, a manifestação de discordância. E há muitas formas de lidar com isso, a mais fácil é desistir. E a vida é muito mais tranquila quando não se faz nada."
Sobre os chumbos
"Nunca defendi que se devia proibir administrativamente os chumbos. Esse não é o caminho. (...) Nunca tomei essa decisão. Nunca tornei mais difícil a avaliação nem a burocratizei. O que tenho defendido é que se devem esgotar todos os outros instrumentos pedagógicos, de diversificação de currículos e ofertas formativas. Mas a reprovação deve ser um meio. Também reconheço que causa grande perplexidade e desconforto a um professor, no caso de um aluno não atingeir o nível necessário para o desenvolvimento posterior, não poder decidir pela repetição como um instrumento de avaliação. O acto de ensinar é muito difícil e o de avaliar é ainda mais difícil. A solução não passa por criar uma lei que proíba os "chumbos"."
BW
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Excertos da entrevista da ministra ao Diário Económico
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avaliação dos professores
A gripe A e a escola III
A ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues (MLR) em entrevista ao Diário Económico (DE)
DE- A gripe A é uma preocupação neste ano lectivo?
MLR- É. As escolas são um espaço muito central na vida das famílias e dos alunos e portanto é crítico o que se passar na escola em relação a todo o processo. As escolas já estão a elaborar os seus planos de contingência. A maior parte já o tem elaborado. Estão a chegar os materiais às escolas, chegou já um reforço do orçamento para comprar os materiais necessários. Os orçamentos das escolas foram reforçados em cerca de 700 a 2.000 euros num total de un milhão de euros. O ministério acompanhará todas as situações e se se justificar, haverá novos reforços do orçamento.
DE- Tem alguma perspectiva de quantas escolas poderão vir a fechar?
MLR- Não. A atitude tem que ser a contrária. É muito importante que a escola se mantenha como um espaço aberto. A autorização de encerramento será decididaada pelas autoridades de saúde, como acontece agora em situações de epidemia ou de transtorno organizacional ou de saúde pública. Mas a orientação dada é no sentido de que a escola possa ser um espaço de protecção da contaminação e é para isso que as escolas estão a trabalhar. É muito importante continuar a garantir as refeições e o apoio às famílias. Se à menor perturbação a escola fechar, serão uma série de crianças e famílias afectadas, bem como todo o tecido económico. O trabalho que se está a fazer com as escolas é o contrário, é no sentido de garantir que será um espaço de protecção, mas não por encerramento. Ao contrário, mantendo-se aberta, evitando os contágios.
DE- A gripe A é uma preocupação neste ano lectivo?
MLR- É. As escolas são um espaço muito central na vida das famílias e dos alunos e portanto é crítico o que se passar na escola em relação a todo o processo. As escolas já estão a elaborar os seus planos de contingência. A maior parte já o tem elaborado. Estão a chegar os materiais às escolas, chegou já um reforço do orçamento para comprar os materiais necessários. Os orçamentos das escolas foram reforçados em cerca de 700 a 2.000 euros num total de un milhão de euros. O ministério acompanhará todas as situações e se se justificar, haverá novos reforços do orçamento.
DE- Tem alguma perspectiva de quantas escolas poderão vir a fechar?
MLR- Não. A atitude tem que ser a contrária. É muito importante que a escola se mantenha como um espaço aberto. A autorização de encerramento será decididaada pelas autoridades de saúde, como acontece agora em situações de epidemia ou de transtorno organizacional ou de saúde pública. Mas a orientação dada é no sentido de que a escola possa ser um espaço de protecção da contaminação e é para isso que as escolas estão a trabalhar. É muito importante continuar a garantir as refeições e o apoio às famílias. Se à menor perturbação a escola fechar, serão uma série de crianças e famílias afectadas, bem como todo o tecido económico. O trabalho que se está a fazer com as escolas é o contrário, é no sentido de garantir que será um espaço de protecção, mas não por encerramento. Ao contrário, mantendo-se aberta, evitando os contágios.
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vírus Hn1 - gripe A
A gripe A e a escola II
Enquanto pais, é bom lermos as orientações da Direcção Geral de Saúde para as creches e escolas. É importante perguntarmos aos educadores de infância, professores ou direcção da escola se aquelas medidas foram ou estão a ser tomadas.
Embora algumas pareçam de difícil aplicação, como por exemplo: "Os brinquedos e materiais de uso partilhado devem ser higienizados, com um detergente doméstico e passados por água limpa, no final da sua utilização." Por exemplo, um boneco com que um grupo de crianças está a brincar e que passa de mão em mão, quando é que a educadora ou a auxiliar o vão limpar?
As escolas também têm que "planear formas de manter a actividade escolar das crianças, por exemplo, através de e-mail, no caso de encerramento da escola ou de absentismo de professores" Parece que o Magalhães poderá ter alguma utilidade!
BW
Embora algumas pareçam de difícil aplicação, como por exemplo: "Os brinquedos e materiais de uso partilhado devem ser higienizados, com um detergente doméstico e passados por água limpa, no final da sua utilização." Por exemplo, um boneco com que um grupo de crianças está a brincar e que passa de mão em mão, quando é que a educadora ou a auxiliar o vão limpar?
As escolas também têm que "planear formas de manter a actividade escolar das crianças, por exemplo, através de e-mail, no caso de encerramento da escola ou de absentismo de professores" Parece que o Magalhães poderá ter alguma utilidade!
BW
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vírus Hn1 - gripe A
domingo, 30 de agosto de 2009
A gripe A e a escola I
Todos os Verões, um dos meus descendentes vai ao Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, ao serviço de Traumatologia. Invariavelmente sai de muletas, com gesso e sempre com ordem de descanso e anti-inflamatórios. Este ano, não foi excepção.
Desta vez, por causa da gripe A, obriguei-o a ficar na rua, enquanto não era chamado para ser observado. Esperavamos e, de repente, os corredores encheram-se de seguranças e de auxiliares com máscaras no rosto. Fomos empurrados para uma sala e fechados, com um pedido de desculpas e um recado: Assim que fosse possível, a porta voltaria a ser aberta.
Pelo vidro martelado, tentava perceber o que se passava do lado de fora, sem sucesso. Era, concerteza uma criança com um possível diagnóstico de gripe A que passava. Na sala, estava outro pai com o filho e tinham o pânico estampado no rosto. Quando as portas se abriram, ouvimos os profissionais de saúde comentar que não se sentiam seguros no seu local de trabalho.
Ao chegamos a casa, lavamos as mãos, pusemos toda a roupa para lavar e tomamos um banho. E pensei: Não está mal, para quem não queria ser muito paranóica com esta coisa da gripe A...
De repente, deixei de ser racional e comecei a pensar no regresso às aulas.
Os ministérios da Saúde e da Educação estão atentos e têm planos de contingência. Salas para isolar os suspeitos, enquanto os familiares não os vão buscar.
Será suficiente? Como combater os pais com comportamentos anti-sociais? Aqueles que dão o Brufen de manhã e mandam os miúdos doentes para a escola (não por inconsciência, mas porque não têm com quem deixá-los)? Estas coisas são impossíveis de combater.
BW
PS: Todas as dúvidas podem ser esclarecidas aqui.
Desta vez, por causa da gripe A, obriguei-o a ficar na rua, enquanto não era chamado para ser observado. Esperavamos e, de repente, os corredores encheram-se de seguranças e de auxiliares com máscaras no rosto. Fomos empurrados para uma sala e fechados, com um pedido de desculpas e um recado: Assim que fosse possível, a porta voltaria a ser aberta.
Pelo vidro martelado, tentava perceber o que se passava do lado de fora, sem sucesso. Era, concerteza uma criança com um possível diagnóstico de gripe A que passava. Na sala, estava outro pai com o filho e tinham o pânico estampado no rosto. Quando as portas se abriram, ouvimos os profissionais de saúde comentar que não se sentiam seguros no seu local de trabalho.
Ao chegamos a casa, lavamos as mãos, pusemos toda a roupa para lavar e tomamos um banho. E pensei: Não está mal, para quem não queria ser muito paranóica com esta coisa da gripe A...
De repente, deixei de ser racional e comecei a pensar no regresso às aulas.
Os ministérios da Saúde e da Educação estão atentos e têm planos de contingência. Salas para isolar os suspeitos, enquanto os familiares não os vão buscar.
Será suficiente? Como combater os pais com comportamentos anti-sociais? Aqueles que dão o Brufen de manhã e mandam os miúdos doentes para a escola (não por inconsciência, mas porque não têm com quem deixá-los)? Estas coisas são impossíveis de combater.
BW
PS: Todas as dúvidas podem ser esclarecidas aqui.
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vírus Hn1 - gripe A
Saber olhar
"o passado é um imenso pedregal que muitos gostariam de percorrer como se de uma auto-estrada se tratasse, enquanto outros pacientemente, vão de pedra em pedra e as levantam, porque precisam de saber o que há debaixo delas."
José Saramago, A Viagem do Elefante, Caminho,p.35
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citações
sábado, 29 de agosto de 2009
Regresso à escola: é sempre como se fosse a primeira vez?
Pais e filhos estão a regressar de férias. Agora é tempo de começar a preparar livros, material escolar, mochilas... Planear os dias, as actividades e as refeições. Mas sem grandes stresses ou ansiedades porque se uns estão entusiasmadíssimos com o regresso às aulas.; outros vão enfrentar uma escola, professores e colegas novos e sentem aquelas borboletazinhas na barriga. Nada mais natural!
Mas é preciso desdramatizar a coisa! Ao contrário do que diz o i, a primeira vez, não é bem uma primeira vez e passo a explicar! Actualmente, a maior parte das escolas, públicas e privadas, organiza dias para os novos alunos conhecerem a escola, seja antes do ano começar ou mesmo no primeiro dia, com actividades onde os miúdos interagem com os outros e com os novos professores.
O papel dos pais é o de sempre: estar na rectaguarda, apoiá-los e incentivá-los a experimentar coisas novas, mesmo que as borboletas voem com mais força de contra as paredes do estômago (dos pais)!
BW
Mas é preciso desdramatizar a coisa! Ao contrário do que diz o i, a primeira vez, não é bem uma primeira vez e passo a explicar! Actualmente, a maior parte das escolas, públicas e privadas, organiza dias para os novos alunos conhecerem a escola, seja antes do ano começar ou mesmo no primeiro dia, com actividades onde os miúdos interagem com os outros e com os novos professores.
O papel dos pais é o de sempre: estar na rectaguarda, apoiá-los e incentivá-los a experimentar coisas novas, mesmo que as borboletas voem com mais força de contra as paredes do estômago (dos pais)!
BW
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Frente-a-frente: porque é bom viver em democracia
Ao primeiro-ministro não lhe apetecia, mas é bom debater ideias, defendê-las e esclarecê-las quando contestadas pelos adversários.
É isso a democracia. E é isso que se pede nos próximos dias aos senhores que querem comandar os destinos do país. Os frente-a-frente aí estão.
2 Setembro – José Sócrates/ Paulo Portas (TVI)
3 Setembro – Francisco Louçã/Jerónimo de Sousa (SIC)
5 Setembro – José Sócrates/Jerónimo de Sousa (RTP)
6 Setembro – Francisco Louça/Manuela Ferreira Leite (TVI)
7 Setembro – Paulo Portas/Jerónimo de Sousa (SIC)
8 Setembro – José Sócrates/Francisco Louçã (RTP)
9 Setembro – Manuela Ferreira Leite/Jerónimo de Sousa (TVI)
10 Setembro – Paulo Portas/Manuela Ferreira Leite (RTP)
11 Setembro – Paulo Portas/ Francisco Louçã (RTP)
12 Setembro – José Sócrates/Manuela Ferreira Leite (SIC)
Os debates,terão a duração de 45 minutos, à excepção do debate entre José Sócrates/Manuela Ferreira Leite que terá uma hora.
De certeza que a educação fará parte dos temas a desenvolver ou não fossem os professores e os pais um eleitorado sempre a conquistar. A ver só os que apetecer!
BW
É isso a democracia. E é isso que se pede nos próximos dias aos senhores que querem comandar os destinos do país. Os frente-a-frente aí estão.
2 Setembro – José Sócrates/ Paulo Portas (TVI)
3 Setembro – Francisco Louçã/Jerónimo de Sousa (SIC)
5 Setembro – José Sócrates/Jerónimo de Sousa (RTP)
6 Setembro – Francisco Louça/Manuela Ferreira Leite (TVI)
7 Setembro – Paulo Portas/Jerónimo de Sousa (SIC)
8 Setembro – José Sócrates/Francisco Louçã (RTP)
9 Setembro – Manuela Ferreira Leite/Jerónimo de Sousa (TVI)
10 Setembro – Paulo Portas/Manuela Ferreira Leite (RTP)
11 Setembro – Paulo Portas/ Francisco Louçã (RTP)
12 Setembro – José Sócrates/Manuela Ferreira Leite (SIC)
Os debates,terão a duração de 45 minutos, à excepção do debate entre José Sócrates/Manuela Ferreira Leite que terá uma hora.
De certeza que a educação fará parte dos temas a desenvolver ou não fossem os professores e os pais um eleitorado sempre a conquistar. A ver só os que apetecer!
BW
Marta Neto - Imagem do Educar em Português
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Catarina e o urso
Catarina e o Urso sem rumo pelo mundo é uma história "non sense", a pensar nos miúdos a partir dos três anos. Para ler em voz alta e mostrar as divertidas ilustrações.Bom, dizem os pedagogos para trabalhar no pré-escolar.
Não sei se a autora e ilustradora alemã Christiane Pieper pensou no livro com tão nobres objectivos, sei que a editora Kalandraka o publicou há quatro anos, que já somos crescidinhos e que ainda gostamos de imitar as maneiras de andar de Catarina (Josefine no original) e do urso! Sei que há dias que desejavamos andar assim, em passos largos ou a equilibrar grandes objectos na cabeça, sem rumo, pelo mundo fora!
BW
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literatura infantil
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Prova pública de acesso à categoria de professor titular
Os requisitos formais do trabalho a apresentar na realização da prova pública de acesso à categoria de professor titular estão disponíveis para consulta aqui.
Uma bomba lançada em tempo de férias...
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avaliação dos professores
Gripe A e as escolas
Plano de contingência contempla salas de isolamento nas escolas caso haja suspeita de casos de contaminação com o vírus H1n1.
Leia a notícia no Público .
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vírus Hn1 - gripe A
Alex Ponto Com de José Fanha
"Alexandre António, ou melhor, Alex Ponto Com desaparece de casa quando estava a jogar no computador. Os seus amigos e o professor vão à sua procura e também desaparecem. Na verdade, vão parar ao mundo virtual e... Mais não digo, porque este é um livro giro para crianças que gostam de aventuras.", E., 11 anos"Alex Ponto Com é um rapaz normal, mas um craque a informática. Um dia, Alex está no computador e desaparece... Paulo, o seu melhor amigo, foi investigar o computador de Alex e também desaparece. Mais tarde, acontece o mesmo ao resto do grupo e vivem muitas aventuras. Há uma bruxa malvada, a Maspúcia.", L., 9 anos
"Não sei o que se passa no livro, só sei que eles estão em silêncio e depois desmancham-se a rir, às gargalhadas, para depois regressarem ao silêncio. Por isso, deve ser bom...", mãe, 30 e muitos anos
José Fanha é o autor, João Fanha o ilustrador e a colecção é da Texto Editores. O blogue do autor é este!
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literatura infantil
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Apoiar a AMI no regresso às aulas
No regresso às aulas, a AMI propõe dois produtos escolares solidários: o Kit Salva Livros e a Agenda Escolar 2009/2010.O Kit Salva-Livros é composto por dez capas plásticas transparentes e adaptáveis aos manuais escolares; um conjunto de autocolantes reaplicáveis e dez etiquetas Disney personalizáveis, adaptando-se a todos os formatos de livros e cadernos até ao tamanho A4.
A ideia original partiu de uma ONG francesa que viu no Kit Salva-Livros uma oportunidade de envolver mão-de-obra de trabalhadores portadores de deficiência e de assegurar uma fonte de receitas adicional. A AMI associou-se a esta cadeia e, ao propor a sua venda em Portugal, beneficia também das receitas da sua venda (1 euro por cada Kit vendido, que tem um preço de 6 euros). Estas serão canalizadas para o projecto de acção social da AMI em Portugal, sobretudo para os EPES, espaços de prevenção da exclusão social que funcionam em alguns centros Porta Amiga.
A AMI lança também a Agenda Escolar AMI 2009/2010, que pretende também ajudar a estimular competências de auto-organização nos alunos. Esta inclui secções para o horário, dados pessoais, contactos, calendário escolar oficial, lista de disciplinas/professores, calendário de testes e avaliações, notas e plano anual.Por cada agenda vendida ao preço de 6 euros, 1 euro reverte a favor da reabilitação do novo espaço do centro Porta Amiga de Almada. A AMI dispõe de nove Centros Porta Amiga que prestam serviços para satisfazer as necessidades básicas dos indivíduos e desenvolver a autonomia dos cidadãos em risco de exclusão. Em Almada, o centro dá, nomeadamente, apoio a crianças e jovens carenciados da zona desde 1996.
A concepção da Agenda Escolar 2009/2010 só foi possível graças ao apoio da Companhia das Cores e da ilustradora Gisela Miravent Tavares.
Quer o Kit Salva Livros como a Agenda estão à venda nas lojas Auchan, Staples Office Center, em http://www.ami.org.pt/ e na sede da AMI.
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consumo
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Livros irresistíveis
É uma lista de alguns livros para os mais novos, feita por quem os escreve. Alice Vieira, Ana Maria Magalhães, Luísa Fortes da Cunha e Álvaro Magalhães recomendam leituras que prometem agarrar as crianças da primeira à última página, aqui.
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literatura infantil
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
10 minutos com o seu filho
Numa feira do livro encontrei uma colecção da Texto Editora em que vale a pena apostar. Chama-se "10 minutos com o seu filho" e adquiri vários exemplares da mesma, uns de Matemática e outros de Língua Portuguesa, e para várias faixas etárias. Os do pré-escolar (dos 3 aos 6 anos) estão muitíssimo bem feitos. São, talvez, dos melhores cadernos deste género que já vi para estas idades. Gostei especialmente do que se chama "O país das figuras geométricas" e, no âmbito da língua materna, do intitulado "Uma visita ao museu", ambos para os 3/4 anos.
Os livros desta colecção apresentam sempre uma história muito cativante em 4 ou 5 páginas. Depois surgem alguns exercícios, ao jeito de brincadeira, que exploram o texto, ora na perspectiva dos números, ora na perspectiva da interpretação e, portanto, da língua portuguesa.
Uma óptima forma de, em 10 minutos e cerca de 15 páginas, motivar os mais pequenos para a leitura, escrita ou para a Matemática.
Um projecto da Texto com muita qualidade.
Ana Soares
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livros
domingo, 23 de agosto de 2009
Espaço infantil na Ikea
Mais uma ida à Ikea. Hesitámos em levar os miúdos, mas em tempo de férias lá achámos que valia a pena arriscar e levá-los connosco às compras. Quando lá chegámos, a mais pequena viu a piscina de bolas do espaço infantil. Ele já a vira umas tantas vezes, mas nunca tinha tido a coragem de dizer que queria lá ir. Desta vez, ao ver que a irmã ficaria com ele, lá pediu para ficarem os dois. Não nos pareceu mal.
As crianças ficam lá no máximo uma hora, gratuitamente. Nós vamos às compras com um beep que toca no caso de ocorrer alguma urgência. As crianças são entregues ao adulto que as lá deixou mediante a apresentação do respectivo BI.
Numa hora, fomos direitinhos ao que procurávamos. Experimentámos, medimos e, em velocidade de cruzeiro, fomos levantar as compras e depois os filhos. Eles estavam contentes a mergulhar no mar de bolas. O mais crescido disse que tinha dado tempo para subir na parede de corda e que ainda tinha visto um bocadinho do filme Monstros e Companhia.
Compras rápidas e eficazes, sem birras e com crianças felizes!
Ana Soares
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casos
sábado, 22 de agosto de 2009
Marta Neto - Estudos para imagem do Educar em Português IV
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Olivia de Ian Falconer
É das minhas personagens infantis preferidas. De cada vez que leio Olivia , de Ian Falconer, revejo os meus filhos e eles também se identificam com aquela porquinha um pouco séria, meio hiperactiva e muito imaginativa.Depois de um dia cheio de actividades na escola, a mãe pergunta a Olivia como correu e ela limita-se a dizer "bem", numa espécie de monossílabo; tal como o meu filho fazia aos quatro anos e continua a fazê-lo...
Olivia tem alguma dificuldade em adormecer, adora que lhe contem histórias, negoceia o número das que vão ser lidas cada noite e, depois, ainda tem tempo para dar umas cambalhotas na cama; tal como a minha filha!
O seu autor e ilustrador, o norte-americano Ian Falconer inspirou-se na sua sobrinha Olivia para dar corpo a esta personagem. Olivia é desenhada a pretos, cinzentos e a vermelho, a cor que ela adora vestir e despir!
Apesar de estarmos todos mais crescidos continuamos a não resistir.
BW
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literatura infantil
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Ponyo à beira mar
Hayao Miyazaki tem uma nova obra-prima! Chama-se Ponyo à beira mar e é a história de Ponyo, a pequena princesa peixe, que conhece Sosuke, um rapaz de cinco anos. Mas, o pai de Ponyo, um feiticeiro que vive nas profundezas do oceano, condena a amizade e força a princesa a regressar ao fundo do mar. Contudo, Ponyo quer ser humana...Depois de A Viagem de Chihiro, merecedora de um Oscar, e de O Castelo Andante, é a vez de vermos mais um filme do realizador japonês que continua a fazer desenhos animados à maneira antiga, ou seja, sem recurso às novas tecnologias.
A partir de dia 27, nos cinemas, vamos descobrir se Ponyo à beira mar é (ou não) uma espécie de A Pequena Sereia, em versão japonesa!
Para já, o trailer pode ser visto aqui.
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