terça-feira, 13 de outubro de 2009

Provérbios a propósito dos rankings

Se, por um lado, como diz o provérbio africano, "É precisa toda uma aldeia para ensinar uma criança.", por outro, não se pode resumir a avaliação das escolas a um só critério: os exames nacionais. Em "época" de rankings, é importante não esquecer que avaliar as escolas ou o sistema de ensino considerando um só aspecto é insuficiente.

Ainda assim, e agora citando um provérbio tipicamente português, "Onde há fumo, há fogo". Não sendo nem dizendo tudo, não podemos ignorar que os rankings também fornecem dados importantes que não podem ser esquecidos e que devem gerar reflexão.

Para ler mais sobre os rankings 2009, clique aqui.

Ana Soares

Lily e a sua carteira roxa


Na escola da Lily há uma sala que todas as escolas deviam ter. Chama-se Laboratório A Lâmpada e é onde todos os meninos podem ter excelentes ideias! O professor Slinger é o máximo, muito divertido e justo. É tão maravilhoso que Lily, quando for grande quer ser professora... Além de cirurgiã, condutora de ambulâncias, cantora de ópera... Lily e a sua carteira de plástico roxa, de Kevin Henkes (texto e ilustração), da Everest Editora é uma história adorável que nos faz lembrar as muitas Lilys que conhecemos: meninas divertidas, sonhadoras, senhoras dos seus pequenos narizes, que sabem o que querem, mas que também sabem pedir desculpa quando erram.
BW

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Iniciação à escrita e leitura - Método Fonomímico

Paula Teles acabou de publicar mais um livro do "Método Fonomímico".

O "Parque dos Fonemas" é um livro, multissensorial, de iniciação à leitura e escrita, para crianças do pré-escolar e 1º ano. Foi elaborado de acordo com os textos de Apoio para Educadores de Infância e do PNEP, editados pelo Ministério da Educação. É acompanhado de um CD com as Cantilenas do Abecedário, Autocolantes e de um Livro de Apoio com as Letras em Relevo. As letras vogais são apresentadas por cinco amigos que foram visitar o Parque dos Fonemas, as letras consoantes são apresentadas por animais. Para cada personagem foi criada uma história-cantilena e um gesto. As crianças observam as imagens de cada personagem, ouvem e cantam as suas histórias-cantilenas, mimam os gestos e repassam com o dedo pelas letras em relevo. Descobrem, com prazer e entusiasmo, a relação entre os sons da linguagem oral e as letras do alfabeto e, de degrau em degrau, vão progredindo nas competências da leitura e da escrita.
Pode ler mais sobre a autora e livro aqui.

domingo, 11 de outubro de 2009

Os livros: retratos do mundo

"Os livros são apenas um meio de recolher, de conservar um conjunto de coisas que tememos esconder. (...) A magia apenas repousa no que dizem os livros, na rede dos elementos do universo que eles tecem para nos vestir."


Ray Bradbury, Fahrenheit 451, Tradução de Mário Henrique Leiria, col. mil folhas, Público, p.87

sábado, 10 de outubro de 2009

Biblioteca digital pode ser desactivada

"Uma biblioteca digital é onde o passado encontra o presente e cria o futuro."
Avul Pakir Jainulabdeen Abdul Kalam, Presidente da Índia - 09/set/2003

Foi criada em 2004 pelo Ministério da Educação do Brasil. Chama-se Domínio Público e é uma biblioteca digital onde se encontra a literatura de língua portuguesa, mas não só; autores como Machado de Assis e Fernando Pessoa, mas também literatura infantil, música e pintura. Não sei se é verdade, mas recebi um email que diz que esta biblioteca corre o risco de ser desactivada. Por isso, usem-na!
BW

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Nobel da Paz para Obama

“A diplomacia [de Obama] é fundada no conceito de que aqueles que lideram o mundo têm de o fazer tendo por base valores e atitudes que são partilhados pela maioria da população mundial”, diz o presidente do comité para o Nobel da Paz, justificando a escolha do laureado, o presidente dos EUA Barack Obama. Este é um galardão que, ao contrário de muitos outros, não é para premiar o trabalho feito, mas o que está por fazer. Barack Obama continua a criar expectativas e a ser fonte de esperança e de inspiração para o mundo, sobretudo numa altura em que o presidente está fragilizado no seu próprio país por lutar por um sistema de saúde mais justo. "Yes, we can!"
Parabéns!
BW

Uma razão para o insucesso

Há algum tempo, ouvi esta explicação da boca da psicóloga Maria Dulce Gonçalves sobre uma das razões para o insucesso escolar e/ou mau comportamento: Por vezes, o ambiente familiar é tão competitivo que a criança sente que a melhor maneira de responder é através do fracasso. Prefere-o a competir e não corresponder à imagem que os pais, avós ou irmãos fazem ou esperam dele.
Já o psicanalista João dos Santos, que continua a ser uma referência na área, fez referência a estas situações quando escreveu: "Pelo recurso ao fracasso, sobretudo manifesto no plano escolar, a criança evita vencer o pai, ou mesmo aproximar-se dele. Os "homens importantes" que, em vez de simplesmente se oferecerem como modelo aos filhos, os esmagam com a exibição das suas qualidades e dos seus êxitos passados e presentes, criam, por vezes, nas crianças o medo de competir". E explicou: "A admoestação e a repressão frequentes, a intolerância, o interesse exclusivo pelos resultados obtidos pela criança e não pela sua pessoa, mantêm a culpabilidade. O conflito interior estabiliza-se e não se resolve, por a realidade exterior aparecer como demasiado ameaçadora".
BW

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Prémio Nobel da Literatura

O Prémio Nobel da Literatura 2009 foi atribuído à escritora alemã de origem romena Herta Müller, de 56 anos.
Com uma obra que vai da poesia ao romance, tem traduzidos em Portugal dois livros: O homem é um grande faisão sobre a terra, edições Cotovia, e A terra das ameixas verdes, publicado pela Difel.
Está também traduzido para português, no Brasil, o romance O Compromisso.
Aqui fica um excerto

"As roupas de Paul no assoalho. No espelho da porta do armário aparecia o dia de hoje, e neste dia estou convocada. Então me levantei, pé direito primeiro no chão, como sempre que sou convocada. Não sei se acredito nisso, mas mal não faz.Eu gostaria de saber se com outras pessoas o cérebro é responsável pela razão e pela felicidade. Comigo, o cérebro consegue apenas formar uma pequena felicidade. Para formar uma vida, não basta. Pelo menos não para formar a minha vida. Já me ajeitei com a felicidade que tenho, embora Paul diga que não é felicidade. A cada dois dias eu digo: Estou ótima.O rosto de Paul, quieto e tranqüilo à minha frente, me encara admirado como se não importasse que temos um ao outro. Ele diz: Você está ótima porque esqueceu o que isso significa para outras pessoas. Talvez outras pessoas se refiram à vida toda, ao dizer: Estou ótimo. Eu falo apenas da minha felicidade. Paul sabe que não me ajeitei com a vida, e não quero dizer simplesmente que ainda não, que é só uma questão de tempo. Olhe para nós, diz Paul, e pare de falar em felicidade. A luz no banheiro projetava um rosto no espelho. Foi tão depressa como um punhado de farinha voa até uma vidraça. Então o rosto tornou-se uma imagem com rugas de sapo ali onde ficam os olhos, e se parecia comigo. A água escorreu quente sobre minhas mãos, meu rosto estava frio. Para mim não é novidade, ao escovar os dentes, que a pasta saia espumando de meus olhos. Sinto náusea, cuspo e paro. Desde quando passei a ser convocada separo a vida da felicidade. Quando vou ao interrogatório, tenho de deixar a felicidade em casa. Deixo-a no rosto de Paul, em torno de seus olhos, de sua boca, em sua barba por fazer. Se a gente pudesse enxergar isso, o rosto de Paul estaria recoberto por algo transparente. Sempre que tenho de ir preferiria ficar em casa, como fica o medo que não posso remover de Paul. Como a felicidade que deixo ali quando estou fora. Ele não sabe, nem suportaria saber, que minha felicidade depende do medo dele. Mas ele sabe o que qualquer um vê, que sempre que sou convocada visto a blusa verde e como uma noz. A blusa herdei de Lili, mas o nome dela vem de mim: A blusa que cresce. Se eu levar a felicidade comigo, ficarei com os nervos fracos demais. Albu diz: Para que ficar nervosa, nós estamos apenas começando.Eu nem fico nervosa, mas todos os meus nervos ressoam como o bonde que passa na rua. Dizem que, em jejum, noz é bom para os nervos e o raciocínio. Qualquer criança sabe disso, mas eu tinha esquecido. Isso não me ocorreu porque sou convocada tantas vezes, foi apenas por acaso. Hoje eu devia estar com Albu às dez em ponto, e às sete e meia já estava pronta para sair. O trajeto não dura mais do que uma hora e meia. Tiro duas horas e, se chego cedo demais, fico vagando pelas redondezas. Nunca cheguei tarde, e imagino que ali não se tolere nenhum relaxamento.Acabei comendo a noz porque às sete e meia já estava pronta. Antes também era sempre assim quando eu era convocada, mas nessa manhã havia uma noz na mesa da cozinha. Paul a encontrara no dia anterior no elevador e a metera no bolso porque não se deixa uma noz assim. Era a primeira do ano, ainda tinha fiapos úmidos da casca verde grudados. Sopesei-a na mão, era leve demais para ser uma noz nova, como se estivesse oca. Não encontrei martelo, então a abri com a pedra que antes estava no vestíbulo, mas agora fica num canto da cozinha. A semente da noz estava solta. Tinha gosto de nata azeda. Nesse dia o interrogatório foi mais breve, não fiquei nervosa e quando estava de volta na rua pensei: Foi graças àquela noz. "

Tradução: Lya Luft
Ana Soares

Restaurante na escola

Não temos por hábito fazer sugestões gastronómicas. Mas, desta vez, é inevitável falar-vos de um restaurante. É que este é uma antiga escola primária. Fica localizado numa povoação chamada "Cachopos". E é um espaço cheio de memórias: mapas antigos, fotografias, quadros de ardósia. O chão de madeira é o de origem. Aquele que foi pisado pelas crianças das fotos expostas. As arcadas traseiras foram fechadas com umas janelas de alumínio, sem grande graça. Mas, ainda assim, em todo o espaço parece que se respira o ar de outros tempos.


Na verdade fomos lá para comer. E, quanto a este aspecto, não ficámos nada desiludidos. Comida verdadeiramente deliciosa. Coelho de coentrada; feijão adubado, empada de coelho bravo. Todos os pratos estavam deliciosos. O serviço foi exemplar. O preço pareceu-nos justo.

À saída reparei num poema escrito numa ardósia. Preparava-me para o fotografar, quando nos ofereceram uma cópia. Aqui fica:

SER PROFESSOR

Ser professor é ser artista
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo,
é ser mãe, pais, irmão e avó
é ser palhaço, estilhaço,
espantalho, bagaço...
é ser ciência, paciência,
é ser informação,
é ser acção,
é ser bussóla, é ser farol,
é ser luz, é ser sol,
incompreendido?...Muito
defendido? Nunca
O seu filho passou?
Claro é um génio
Não passou
O professor não ensinou

Ser professor ...
é um vício ou vocação?
é outra coisa...
é ter nas mãos o mundo de
Amanhã.

Anónimo

Restaurante A Escola, Cachopos. A 13 quilometros de Alcácer do Sal, direcção Comporta.
Ana Soares

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Educação sexual, sim

http://extra.globo.com/blogs/telinha/posts/2009/09/24/censuraram-vovo-do-comercial-de-tv-225968.asp
Porque é que falar de sexo é incómodo? Não é algo que faz parte integrante da vida de toda e qualquer pessoa, desde o momento que nasce até que morre? É. Ainda assim, há sempre esta moral, ligada ou não à religião, seja ela qual for, que empurra o sexo para um canto escondido e de vergonha. Esta é uma das razões porque a educação sexual, seja em casa ou na escola, é importante.
BW

terça-feira, 6 de outubro de 2009

"Aspies"

Conhecer melhor os jovens com Asperger é um desafio. Esta notícia do Público, que fala sobre o projecto "Casa Grande", destaca algumas das principais características destes cidadãos que podem dar um importante contributo à comunidade. Mas, para que tal possa acontecer com serenidade, é preciso conhecer e compreender. Comece por ler a notícia. Aqui.
Ana Soares

Acesso ao ensino superior

Já são conhecidos os resultados do acesso ao ensino superior - 2ª fase. Foram mais de dez mil os alunos colocados na segunda fase. Ficaram cerca de 3500 vagas por ocupar. Leia mais aqui.
Ana Soares

Jovens com Saúde para pais, professores e... jovens!

Jovens com Saúde, Diálogo com uma geração é um manual para pais, professores e também para alunos, coordenado por Margarida Gaspar de Matos e Daniel Sampaio, que se encontraram no Grupo de Trabalho para a Educação Sexual, do Ministério da Educação.
Na ausência de manuais para a área da Educação para a Saúde, o objectivo deste livro da Texto Editores, com algumas ilustrações de Eduardo Salavisa, é ajudar a construir um diálogo entre adultos, adolescentes e jovens sobre vários temas da saúde e bem. O crescimento, o sono, o desporto, o bullying, os amigos, a família, o consumo de substâncias, a sexualidade, entre outros. Um dos truques encontrados para promover o diálogo intergeracional é pedir aos adultos para recordarem o que foi a sua adolescência.
O lançamento vai ser feito um pouco por todo o país, em várias escolas, nos próximos dois dias. Amanhã Daniel Sampaio, Eduardo Salavisa e eu própria estaremos na secundária Filipa de Lencastre, em Lisboa, a partir das 16h30. À mesma hora, Margarida Gaspar de Matos, Tânia Gaspar e a jornalista Andreia Sanches, do PÚBLICO, estarão em Coimbra, na secundária D. Duarte. Outros elementos que participaram na realização desta obra estarão em escolas de Aveiro, Carcavelos, Castelo Branco, Faro, Leiria, Odivelas, Quinta do Conde, Samora Correia, Sobreda - Costa da Caparica e Vila Nova de Gaia.
BW

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Que viva a República!

A revolução de cinco de Outubro de 1910 tinha por base o lema da Revolução Francesa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Queria acabar com as desigualdades, com as guerras partidárias, com a corrupção, com a falta de acesso de todos à educação e à cultura.
Hoje, Paula Teixeira da Cruz, presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, no discurso que marcou as comemorações do 99.º aniversário da proclamação da República, lembrou os erros da primeira república que levaram a "48 anos de obscurantismo" e alertou para a necessidade de não os repetir. Passo a citar:
"A Liberdade, a Democracia, não são aquisições perpétuas, conquistam-se no dia-a-dia. É fácil uma Democracia perder qualidade e deixar de o ser. E há muitas formas de condicionar a Liberdade, até a perder.
Não podemos voltar a cometer erros que comprometem a Liberdade e a Democracia, valores pioneiros da República. Todavia, há muito se vêm detectando derivas perigosas e desvios preocupantes: a responsabilidade, o trabalho e a exigência ética (...) foram sendo abandonados e substituídos pela lógica do enriquecimento fácil (...)"
"O sentido e o valor do trabalho, do auxílio ao outro, da entrega ao serviço público, foram deixados para trás. Só os bens materiais passaram a contar e o ter confundiu-se com o ser. "
"Numa era de decepção com a política, o voto dos cidadãos cada vez mais é dirigido contra alguém ou contra algum programa (...) do que a favor de um projecto que suscite esperança."
"A política e os políticos devem, no mínimo, assumir as dificuldades, tal como os cidadãos devem participar e não demiterem-se dessa participação. Temos, todos nós, de ser exigentes. E verdadeiros."
"Saibamos optar por um paradigma de vida e de sociedade talvez mais frugal e solidário, mas mais sustentável do que o actual, com plena solidariedade intergeracional. Quando as pessoas que servem a República são virtuosas, a República tem virtude."
"Que viva a República."
BW

Vamos a votos!

O tempo é de eleições e de muitas perguntas: Em quem é que votam? O pai e a mãe votam no mesmo? Gostam do Sócrates? A Ferreira Leite é boa? E o Portas? Qual é a diferença entre o BE e a CDU? Qual é a diferença entre a direita e a esquerda? Porque é que não nos dizem em quem é que votam?!?
Não dizemos em quem é que votamos. Controlamo-nos para não dizer nada de desagradável sobre aquele candidato que nos irrita ou o outro que mente descaradamente. Não queremos condicionar a sua opinião, queremos que pensem por si e que, de preferência, cheguem às mesmas conclusões que nós, mas sabemos que corremos o risco de isso não acontecer!
Aproveitamos o que os políticos vão dizendo para exemplificar as diferenças entre políticas de direita e de esquerda e eles lá vão formando a sua opinião. É assim a liberdade de pensar e de crescer. E há muito tempo para formar opiniões. Afinal, eles ainda não têm os dados todos, ainda não leram os clássicos, nem os programas dos partidos!
Eles também têm as suas eleições e tempo de campanha para alguns cargos na escola, o que os ajuda a compreender a importância de participar. Por isso, por agora vamos insistindo na importância de ouvir, de comparar, de compreender, de decidir e de votar.
No livro Vamos a Votos!, de José Jorge Letria, com ilustrações de Sandra Serra, da Texto Editores, os amigos Francisco e Gonçalo, que não gostam de políticos, nem de campanhas, descobrem como funciona o sistema eleitoral. No final, há um esquema muito útil para explicarmos a organização do poder político e cada uma das eleições em que temos/vamos participar.
A partir de dia 11 acho que vamos conseguir descansar dos pedidos insistentes: Digam lá em quem votam... Eu não digo a ninguém...
BW

domingo, 4 de outubro de 2009

Utopia?

"Se toda a gente fizesse o que pode o mundo estaria, com certeza, melhor. "

José Saramago, A Viagem do Elefante, Caminho, p.255

sábado, 3 de outubro de 2009

Museu Nobel

Tive recentemente oportunidade de visitar o Museu Nobel em Estocolomo. No tecto da sala principal, viajam todos aqueles a quem, nas diferentes áreas (Medicina, Física, Química, Literatura, Paz e Economia), já foi atribuído o prémio. Esperei ver Saramago passar, mas confesso que desisti. A fila dos nomeados é grande e preferi aproveitar o tempo para explorar o resto do museu. Visitei o espaço infantil: The Bubble Chamber. Um pequeno espaço, mas com potencial para grandes ideias. Os miúdos podem sentar-se em bancos e realizar actividades várias. Para cada área de atribuição do prémio Nobel existe uma pequena parede de gavetas e portas para abrir, experimentar e descobrir. Os mais pequenos podem ainda ver um filme com a vida de Alfred Nobel.
Os prémios deste ano devem ser anunciados brevemente e, no âmbito da literatura, os nomes de quem se fala mais insistentemente, segundo artigo publicado no Ípsilon, são os norte-americanos Philip Roth e Joyce Carol Oates, o peruano Mário Vargas Llosa, o italiano Cláudio Magris, o mexicano Carlos Fuentes e o holandês Cees Nooteboom.
Para ler sobre os nobel da literatura visite o link do Museu Nobel em Estocolomo.
Ana Soares

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rio de Janeiro vai receber os Jogos Olímpicos!

"O Rio de Janeiro continua lindo..." E ainda mais depois de ter conhecido a decisão do comité olímpico! O Rio de Janeiro vai receber os Jogos Olímpicos de 2016.
Surpreendentemente, Chicago foi a primeira a cair, apesar do apoio do presidente Obama. Depois foi Tóquio, que tinha nas suas fileiras a portuguesa Rosa Mota (!) e durante 45 minutos ficamos sem saber se seria Madrid ou Rio... Parabéns Rio! Parabéns América do Sul!
"Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil..."

BW

Lavo as minhas mãos

Depois de termos tido aqui a Turma da Mónica a cantar sobre a gripe A, hoje é a vez de ouvirmos Gonçalo Pratas numa canção com letra de Inês Pupo. Um recurso que pode ser útil para educadores e professores usarem nas salas de aula, como forma de divulgar as medidas de prevenção e contenção do vírus H1N1 nas escolas. Para ouvir, basta clicar aqui.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

TPC - Muitos, poucos ou nenhuns?

Um convite para ler e reflectir sobre os tão polémicos trabalhos para casa, mais conhecidos por TPC, no blogue do Esca - Espaço para a Saúde da Criança e do Adolescente. Tanto entre pais como entre professores há opiniões favoráveis aos TPC, outras nem por isso.
Muitos TPC's? Poucos? Nenhuns? Como em muitas outras coisas, gosto das soluções de consenso: os TPC's necessários, sem fundamentalismos e sem exageros.
Como professora, procuro mandar apenas os TPC necessários. Como mãe, estou agora a descobrir que no 1º ciclo os necessários são mais do que aqueles que eu pensava. Já acrescentámos ao "esquema" do final do dia mais uma etapa. E passadas duas semanas, os TPC já entraram na nossa rotina, sem stress.
Ana Soares