sábado, 12 de julho de 2014
Resultados exames nacionais 2014
E, agora, os resultados dos exames nacionais estão aqui.
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exames,
provas finais de ciclo
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Memorial no exame Português
Os alunos que ontem apostaram em Saramago, acertaram.
No dia em que se celebram 4 anos da morte de José Saramago, o exame nacional de 12.º volta a privilegiar a obra do Nobel.
Num exame acessível, apenas com uma ou outra escolha múltipla onde os alunos escorregaram, a prova foi ao encontro do esperado.
Tratou-se de uma prova ajustada ao tempo e ao programa.
Prova e critérios disponíveis, em breve, aqui.
No dia em que se celebram 4 anos da morte de José Saramago, o exame nacional de 12.º volta a privilegiar a obra do Nobel.
Num exame acessível, apenas com uma ou outra escolha múltipla onde os alunos escorregaram, a prova foi ao encontro do esperado.
Tratou-se de uma prova ajustada ao tempo e ao programa.
Prova e critérios disponíveis, em breve, aqui.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Exame nacional de Português - 12º ano
As apostas correram nos corredores ao longo deste terceiro período. À frente, esteve quase sempre Memorial do Convento (porque vai estar, em breve, retirado do programa, por obra e graça das novas metas curriculares) e Felizmente Há Luar! (que vai mesmo desaparecer de cena).
Especulou-se quanto à matéria do 11.º ano que será, pela primeira vez, incluída. Apostou-se no estilo queirosiano (já que das obras específicas não se esperam questões, pois diferentes escolas podem ter selecionado obras distintas). Alguns rezaram por Cesário (por terem estudado poesia este ano um período quase inteiro). Não valorizaram o nosso estimado Pe António Vieira, mas, ao mesmo tempo, pareciam estar confiantes, pois «com aquilo dos peixes é fácil de perceber onde é que ele quer chegar». Frei Luís de Sousa seria bom, diziam outros. Não gostaram da «lamechice», mas foi fácil. «O *romanticismo é canja». [Urge intervir na conversa e corrigir: é romantismo!] A questão mais importante é perceber que nesta peça, o sebastianismo, afinal, é visto negativamente: em Os Lusíadas, D. Sebastião é o rei, o homem a quem o poeta dedica o poema e a quem, ao mesmo tempo, apela. Em Mensagem, representa a esperança e é, por isso, simbólico. «No Frei», como dizem os alunos, que tudo tendem a simplificar, Maria e Telmo esperam por D. Sebastião. Mas a chegada do "desejado" traz, afinal, a desgraça da família.
Esperemos que a chegada, amanhã, do exame, não traga também desgraças. À hora do almoço, já todos saberemos o que saiu....
A prova e critérios aparecerão aqui.
Especulou-se quanto à matéria do 11.º ano que será, pela primeira vez, incluída. Apostou-se no estilo queirosiano (já que das obras específicas não se esperam questões, pois diferentes escolas podem ter selecionado obras distintas). Alguns rezaram por Cesário (por terem estudado poesia este ano um período quase inteiro). Não valorizaram o nosso estimado Pe António Vieira, mas, ao mesmo tempo, pareciam estar confiantes, pois «com aquilo dos peixes é fácil de perceber onde é que ele quer chegar». Frei Luís de Sousa seria bom, diziam outros. Não gostaram da «lamechice», mas foi fácil. «O *romanticismo é canja». [Urge intervir na conversa e corrigir: é romantismo!] A questão mais importante é perceber que nesta peça, o sebastianismo, afinal, é visto negativamente: em Os Lusíadas, D. Sebastião é o rei, o homem a quem o poeta dedica o poema e a quem, ao mesmo tempo, apela. Em Mensagem, representa a esperança e é, por isso, simbólico. «No Frei», como dizem os alunos, que tudo tendem a simplificar, Maria e Telmo esperam por D. Sebastião. Mas a chegada do "desejado" traz, afinal, a desgraça da família.
Esperemos que a chegada, amanhã, do exame, não traga também desgraças. À hora do almoço, já todos saberemos o que saiu....
A prova e critérios aparecerão aqui.
Prova final de ciclo - Português, 9.º ano
Hoje foi dia de prova para os alunos do 9.º ano.
Expectativas goradas, tanto no que diz respeito aos autores que os alunos (e professores) esperavam ver contemplados, tanto quanto à gramática. Sim, também creio que a média nacional vai subir. Associo o texto do Machado de Assis a uma introdução suave das Novas Metas Curriculares, que vão, naturalmente, em breve, estar em pleno nas nossas escolas.
No entanto, e apesar da aparente facilidade da prova, não sei se, por exemplo, logo a primeira frase do texto ("– Olhe do que vosmecê escapou – disse o almocreve") não terá deixado muitos alunos atarantados. Note-se que a lista de vocabulário incluía 11 palavras, algumas, efetivamente, fora da realidade e conhecimento dos alunos.
A prova e respetivos critérios de classificação estão disponíveis aqui.
Leia mais opiniões sobre a prova aqui.
Expectativas goradas, tanto no que diz respeito aos autores que os alunos (e professores) esperavam ver contemplados, tanto quanto à gramática. Sim, também creio que a média nacional vai subir. Associo o texto do Machado de Assis a uma introdução suave das Novas Metas Curriculares, que vão, naturalmente, em breve, estar em pleno nas nossas escolas.
No entanto, e apesar da aparente facilidade da prova, não sei se, por exemplo, logo a primeira frase do texto ("– Olhe do que vosmecê escapou – disse o almocreve") não terá deixado muitos alunos atarantados. Note-se que a lista de vocabulário incluía 11 palavras, algumas, efetivamente, fora da realidade e conhecimento dos alunos.
A prova e respetivos critérios de classificação estão disponíveis aqui.
Leia mais opiniões sobre a prova aqui.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
Cacilheiro Trafaria, de Joana Vasconcelos
Redescubra uma zona da cidade de Lisboa e visite o Cacilheiro Trafaria Praia.
Os bilhetes custam 6 euros, com 50% de desconto para crianças abaixo dos 12 e para os que têm mais de 65 anos.
Pode ainda optar pela travessia, esta mais cara, naturalmente.
Conheça mais detalhes aqui.
Os bilhetes custam 6 euros, com 50% de desconto para crianças abaixo dos 12 e para os que têm mais de 65 anos.
Pode ainda optar pela travessia, esta mais cara, naturalmente.
Conheça mais detalhes aqui.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Provas finais de ciclo - 2014
A época de provas finais e exames nacionais começou hoje com os alunos do 4.º e do 6.º anos e a disciplina de Português.
Provas com extensão e grau de dificuldade dentro do previsto e adequados aos respetivos níveis.
Os critérios da prova final de ciclo do 4.º ano podem ser consultados aqui e os da prova do 6.º aqui.
Todos os critérios de classificação / correção podem ser consultados no site do IAGE.
Provas com extensão e grau de dificuldade dentro do previsto e adequados aos respetivos níveis.
Os critérios da prova final de ciclo do 4.º ano podem ser consultados aqui e os da prova do 6.º aqui.
Todos os critérios de classificação / correção podem ser consultados no site do IAGE.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade
Cantiga de Abril
Às Forças Armadas e ao povo de Portugal
"Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade"
Jorge de Sena
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Quase, quase cinqüenta anos
reinaram neste país,
e conta de tantos danos,
de tantos crimes e enganos,
chegava até à raíz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Tantos morreram sem ver
o dia do despertar!
Tantos sem poder saber
com que letras escrever,
com que palavras gritar!
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Essa paz de cemitério
toda prisão ou censura.
e o poder feito galdério,
sem limite e sem cautério,
todo embófia e sinecura.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Esses ricos sem vergonha,
esses pobres sem futuro,
essa emigração medonha,
e a tristeza uma peçonha
envenenando o ar puro.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Essas guerra de além-mar
gastando as armas e a gente,
esse morrer e matar
sem sinal de se acabar
por política demente.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Esse perder-se no mundo
o nome de Portugal,
essa amargura sem fundo,
só miséria sem segundo,
só desespero fatal.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Quase, quase cinquenta anos
durou esta eternidade,
numa sombra de gusanos
e em negócios de ciganos,
entre mentira e maldade.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Saem tanques para a rua,
sai o povo logo atrás:
estala enfim, altiva e nua,
com força que não recua,
a verdade mais veraz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
1974
Às Forças Armadas e ao povo de Portugal
"Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade"
Jorge de Sena
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Quase, quase cinqüenta anos
reinaram neste país,
e conta de tantos danos,
de tantos crimes e enganos,
chegava até à raíz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Tantos morreram sem ver
o dia do despertar!
Tantos sem poder saber
com que letras escrever,
com que palavras gritar!
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Essa paz de cemitério
toda prisão ou censura.
e o poder feito galdério,
sem limite e sem cautério,
todo embófia e sinecura.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Esses ricos sem vergonha,
esses pobres sem futuro,
essa emigração medonha,
e a tristeza uma peçonha
envenenando o ar puro.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Essas guerra de além-mar
gastando as armas e a gente,
esse morrer e matar
sem sinal de se acabar
por política demente.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Esse perder-se no mundo
o nome de Portugal,
essa amargura sem fundo,
só miséria sem segundo,
só desespero fatal.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Quase, quase cinquenta anos
durou esta eternidade,
numa sombra de gusanos
e em negócios de ciganos,
entre mentira e maldade.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Saem tanques para a rua,
sai o povo logo atrás:
estala enfim, altiva e nua,
com força que não recua,
a verdade mais veraz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
1974
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poesia
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Convite Olimpvs.net
Amanhã, conheça a mais recente aventura Olimpvs.net.
Apresentação na Fnac do Cascais Shopping, às 17h.
Estão todos convidados!
sexta-feira, 28 de março de 2014
Férias à vista para a miudagem!
Os miúdos devem estar assim:
quinta-feira, 27 de março de 2014
Papel Florescente
A primavera chegou e com ela a vontade de semear.

A "Papel Florescente" dá-nos ideias criativas para enviarmos postais, cartas, cartões e depois... os podermos semear!
A "Papel Florescente" dá-nos ideias criativas para enviarmos postais, cartas, cartões e depois... os podermos semear!
Visite o site e inspire-se!
domingo, 23 de março de 2014
Centro de Ambulatório Pediátrico Maria Raposa
O Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria cuida de crianças e jovens dos 0 aos 18 anos.
Os números falam por si: são 71 130 em consulta, 7 001 em Hospital de Dia, 47 138 nas Urgências e 2 916 em internamento.
Ajude a melhorar as condições de atendimento e acolhimento a estas crianças.
Conheça o projecto Maria Raposa aqui.
Colabore ligando o 760 301 177.
Os números falam por si: são 71 130 em consulta, 7 001 em Hospital de Dia, 47 138 nas Urgências e 2 916 em internamento.
Ajude a melhorar as condições de atendimento e acolhimento a estas crianças.
Conheça o projecto Maria Raposa aqui.
Colabore ligando o 760 301 177.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Vou ser Pai!

Escrito pelo consagrado pediatra Mário Cordeiro, este livro aborda alguns dos temas mais importantes que interessarão aos pais, mas também às mães: das primeiras consultas e exames da gravidez, passando pela vivência física, psicológica e prática, mês após mês, até ao trabalho de parto e ao nascimento do bebé, não esquecendo os direitos dos pais.
Feliz dia do Pai!
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livros
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão.
Começar é fácil. Acabar é
mais fácil ainda. Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número
da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o
coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do
início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do
barulho das portas a abrir.
Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.
É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Faltam-nos guardiões.
É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos. O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade. Procriar é bestial. O que é lindo é educar.
(...)
Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.
Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'
Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.
É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Faltam-nos guardiões.
É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos. O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade. Procriar é bestial. O que é lindo é educar.
(...)
Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.
Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'
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citações
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
"As pessoas felizes são aquelas capazes de dedicar-se a
alegrias que não lhes pertencem. De conspirar discretamente para que elas
aconteçam De favorecê-las de muitas maneiras. E, por fim, de apagar-se para
dar-lhes todo o lugar.
Talvez, para isso, tenhamos de reinventar a gramática
humana que utilizamos e, com ela, reinventar itinerários, atitudes e até formas
verbais. Como aquela surpreendente, que aparece ligada à alegria num poema de
Fernando Pessoa: "Passou a nuvem: o sol volta/ A alegria girassolou."
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citações
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
os professores...
"As crianças reconhecem que os professores lhes dão que pensar: e é por
isso que os respeitam. Mesmo que, muitas vezes, haja professores que imaginem
as coisas que se aprendem como produtos ultra-congelados – que não apuram a
sensibilidade nem o paladar, que (mal se digerem) logo se repetem – diante dos
quais só os sabichões e os sabidos (nunca as crianças que precisam de dar
vários erros para aprenderem) parecem ter sucesso.(...)
As crianças reconhecem que é preciso ser um bocadinho estranho para se ser professor. E escutar confissões, e abrir o coração como muitos tios e alguns pais jamais farão. E aconselhar. E recomendar. E, por um sorriso, ir à lua, e voltar."
As crianças reconhecem que é preciso ser um bocadinho estranho para se ser professor. E escutar confissões, e abrir o coração como muitos tios e alguns pais jamais farão. E aconselhar. E recomendar. E, por um sorriso, ir à lua, e voltar."
Eduardo Sá
texto integral aqui, na Pais e Filhos
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Novo passatempo Olimpvs.net no Sapo Kids
Para ganhar livros da coleção Olimpvs.net, basta participar no passatempo promovido pelo Sapo Kids!
Mensalmente, está a ser lançada uma questão e os cinco primeiros a responder acertadamente ganham um livro da coleção.
Este mês será oferecido o volume 2 a quem acertar na seguinte questão:
Qual do seguintes heróis Olimpvs é mais velho?
1. Mel
2. Zé
3. Pedro
(Não digam a ninguém, mas se visitarem o site Olimpvs.net podem lá encontrar umas ajudas para responder às perguntas lançadas!)
Toca a participar e a divulgar o concurso!
Visitem a página Olimpvs no facebook para mais detalhes.
Mensalmente, está a ser lançada uma questão e os cinco primeiros a responder acertadamente ganham um livro da coleção.
Este mês será oferecido o volume 2 a quem acertar na seguinte questão:
Qual do seguintes heróis Olimpvs é mais velho?
1. Mel
2. Zé
3. Pedro
(Não digam a ninguém, mas se visitarem o site Olimpvs.net podem lá encontrar umas ajudas para responder às perguntas lançadas!)
Toca a participar e a divulgar o concurso!
Visitem a página Olimpvs no facebook para mais detalhes.
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