sábado, 2 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Alunos PIEF em Paris
Esta história é muito boa!
Quando vou falar a algum lado, os professores perguntam-me sempre porque é que não escrevemos sobre histórias felizes, sobre as coisas boas que se passam na escola. Ora cá está uma história boa, uma boa prática, uma prova que todos os meninos merecem ir à escola e merecem que a escola faça TODOS os esforços para os integrar!
Revolta-me a ideia do Governo fazer umas alteraçõezinhas às leis para que os meninos de 16 anos possam trabalhar e cumprir a escolaridade obrigatória, como se isso fosse possível! Como se eles conseguissem trabalhar aos 16 e continuar a estudar. O retrocesso é imenso e sofrerão os que têm menos.
B
Quando vou falar a algum lado, os professores perguntam-me sempre porque é que não escrevemos sobre histórias felizes, sobre as coisas boas que se passam na escola. Ora cá está uma história boa, uma boa prática, uma prova que todos os meninos merecem ir à escola e merecem que a escola faça TODOS os esforços para os integrar!
Revolta-me a ideia do Governo fazer umas alteraçõezinhas às leis para que os meninos de 16 anos possam trabalhar e cumprir a escolaridade obrigatória, como se isso fosse possível! Como se eles conseguissem trabalhar aos 16 e continuar a estudar. O retrocesso é imenso e sofrerão os que têm menos.
B
Castiguem-se os pais!
O que eu gostaria de ter escrito sobre os castigos aos pais. Não sei se é humilhando pais e encarregados de educação, se é retirando apoios, se é mandando os meninos ir trabalhar aos 16 anos e estudar ao mesmo tempo que pais e alunos se sentirão mais comprometidos com a escola. Seguramente que os educadores se sentem mais valorizados. E comprometidos?
BW
BW
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Estatuto do Aluno e Ética Escolar
É assim que se vai passar a chamar o novo estatuto do aluno, ainda por revelar. Gosto do nome. Espero que o documento faça justiça ao mesmo e assim dignifique a imagem da escola na sociedade, comprometa pais e alunos, valorize os educadores.
Entretanto, já foi divulgado pelo Público que "Os planos individuais de trabalho destinados aos alunos faltosos vão ser substituídos por tarefas a favor da comunidade. E aos pais com filhos com excesso de faltas podem ser reduzidos apoios sociais ou aplicadas multas." Pode ler a notícia aqui.
Entretanto, já foi divulgado pelo Público que "Os planos individuais de trabalho destinados aos alunos faltosos vão ser substituídos por tarefas a favor da comunidade. E aos pais com filhos com excesso de faltas podem ser reduzidos apoios sociais ou aplicadas multas." Pode ler a notícia aqui.
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estatuto do aluno
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Trabalhar mais horas é pior para as mulheres e pessoas de esquerda
E se for mulher e de esquerda será ainda pior! Há estudos que só podem servir alguns propósitos e este é o de pôr as mulheres no seu local devido: em casa!
Só por ingenuidade (ou por ter uma agenda secreta) é que um investigador pode dizer: “A médio e longo prazo pode levar as empresas a adaptar os seus horários de trabalho às especificidades das pessoas” e alterar algumas “práticas de gestão, dando mais autonomia às pessoas, para reduzir o efeito do aumento do número de horas de trabalho”.
Sobretudo quando temos a troika a pedir ao Governo para “reduzir os custos do trabalho e aumentar a flexibilidade”.
Não se está mesmo a ver os nossos empresários preocupados, a médio/longo prazo com o nosso bem estar?
BW
Só por ingenuidade (ou por ter uma agenda secreta) é que um investigador pode dizer: “A médio e longo prazo pode levar as empresas a adaptar os seus horários de trabalho às especificidades das pessoas” e alterar algumas “práticas de gestão, dando mais autonomia às pessoas, para reduzir o efeito do aumento do número de horas de trabalho”.
Sobretudo quando temos a troika a pedir ao Governo para “reduzir os custos do trabalho e aumentar a flexibilidade”.
Não se está mesmo a ver os nossos empresários preocupados, a médio/longo prazo com o nosso bem estar?
BW
terça-feira, 29 de maio de 2012
A importância da Educação Física
que o Ministério da Educação parece estar a negligenciar... Lamentável. Lamentável porque é importante ter uma educação completa na escola e essa não passa só por saber ler, escrever e contar, mas por explorar outras áreas: as artes, o corpo, as mãos.
BW
BW
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educar é
Esclarecimento sobre as matrizes curriculares dos ensinos básico e secundário
A notícia do Público dá conta da confusão que as matrizes curriculares dos ensinos básico e secundário, publicadas no site da DGIDC, provocaram e do esclarecimento do ME. Pode ler a notícia aqui.
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reforma do ensino básico
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Matrizes Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário
O Ministério da Educação e Ciência apresentou as matrizes curriculares que entrarão em vigor no ano letivo de 2012-13
As mesmas podem ser consultadas aqui.
Note-se que os tempos são apresentados em minutos e não em blocos.
As mesmas podem ser consultadas aqui.
Note-se que os tempos são apresentados em minutos e não em blocos.
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reforma do ensino básico
domingo, 27 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Aula Digital adaptada ao projeto Porta-Viagens
Descubra e explore aqui as potencialidades da plataforma "Aula Digital", gratuita e totalmente articulada com o projeto Porta-Viagens, novo manual de Língua Portuguesa para o 6º ano.
Teste intermédio de Matemática
outra vez! Conheceremos a média nacional no final deste mês.
Os Maias na
obra Claraboia
de José Saramago
“A
chávena cheia, um prato de bolos secos ao lado, Lídia instalou-se
de novo na cama. Enquanto comia ia lendo um livro que tirara de um
pequeno armário da casa de jantar. Preenchia o vazio dos seus dias
desocupados com a leitura de romances e tinha alguns, de bons e maus
autores. Nesse momento estava interessadíssima no mundo fútil e
inconsequente de Os Maias. Ia bebendo o chá em pequenos goles,
trincava um palito de la reine e lia um período, exatamente aquele
em que Maria Eduarda lisonjeia Carlos com a declaração de que «além
de ter o coração adormecido, o seu corpo permaneceu sempre frio,
frio como mármore…» Lídia gostou da frase. Procurou um lápis
para marcá-la, mas não encontrou. Então, levantou-se com o livro
na mão e foi ao toucador. Com o batôn fez um sinal na margem da
página, um risco vermelho que ficava sublinhando um drama ou uma
farsa.”
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Todos diferentes, todos iguais?
Depois da aluna com dislexia, é a vez da aluna com glaucoma e que precisa dos exames em A3, em vez do A4.
Nota: A aluna não pede para fazer um exame diferente, só pede para fazê-lo num formato maior.
Em vez disso, o Júri Nacional de Exames defende o uso de uma lupa! É assim tão caro fazer um exame em A3?
Onde está a ideia da inclusão? Do direito de todos à educação?
B
Nota: A aluna não pede para fazer um exame diferente, só pede para fazê-lo num formato maior.
Em vez disso, o Júri Nacional de Exames defende o uso de uma lupa! É assim tão caro fazer um exame em A3?
Onde está a ideia da inclusão? Do direito de todos à educação?
B
terça-feira, 22 de maio de 2012
Será que eles pensam assim?
Eduardo Sá encarna uma criança! Será que elas pensam mesmo assim?
BW
BW
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Porque é importante os mais pequenos praticarem desporto
Dá-lhes disciplina, saúde, bem-estar, ocupa-os de maneira que não têm oportunidade para serem criativos nos tempos mortos, nem ficam a estupidificar frente à televisão ou à consola.
Leia mais aqui
B
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B
A professora Maria Martins e os recados aos pais
No sábado estive em Viseu, a convite do agrupamento das escolas Infante D. Henrique, mais especificamente da professora Maria Martins, que podia ser uma simples professora de Música, fazer o seu trabalhinho e voltar para casa descansadinha. Viseu parece ser uma cidade tão pacífica para se viver... Mas não! Maria continuou a estudar e aplicou o que aprendeu, o que investigou, na escola.
A sua preocupação é: a relação escola/comunidade/família. Um tema importantissimo! E Maria não ficou parada, com o apoio do director da escola começou, o ano passado, a organizar encontros para pais e professores.
E, no dia 19, lá estavam os professores, os pais, a comunidade (o centro de saúde, o instituto politécnico) presentes no encontro com Teresa Sarmento, investigadora da Universidade do Minho; Martinho Loureiro, presidente da União das Associações de Pais do Agrupamento e eu, para debatermos a educação, o papel de cada actor.
Ouvimos os professores preocupados com o seu trabalho, com as condições em que o fazem; os pais preocupados com a falta de tempo que têm para os filhos. E os alunos também estiveram presentes, para brilharem e para sublinharem o bom trabalho que os professores fazem com eles. Neste caso, que Maria Martins faz com eles, para mostrar que quando um professor investe nos seus alunos, eles correspondem e dão o seu melhor!
Ouvimo-los tocar orgão, guitarra e cantar, cantar muito bem; nada de modinhas e coisinhas simples como fazem muitos meninos nas aulas de música do 5.º ao 7.º ano, não havia flautas a tocar Mozart; mas guitarras a interpretar Xutos&Pontapés e alunas afinadas e com ritmo a cantar – "é um recado para os pais", segreda-me Maria, orgulhosa dos seus alunos.
Uma professora pergunta-me o que é um bom professor para mim e eu disperso-me porque sou muito melhor, mais objectiva, à frente do computador do que de uma multidão que me olha e ouve com espírito crítico. Mantenho a ideia da exigência, da perfeição, da sensibilidade que o professor deve ter para conhecer cada um dos seus alunos, não os tratar a todos da mesma maneira; mas acrescentaria: "Um bom professor é uma pessoa como Maria Martins: envolvida até aos ossos naquilo que faz!"
BW
A sua preocupação é: a relação escola/comunidade/família. Um tema importantissimo! E Maria não ficou parada, com o apoio do director da escola começou, o ano passado, a organizar encontros para pais e professores.
E, no dia 19, lá estavam os professores, os pais, a comunidade (o centro de saúde, o instituto politécnico) presentes no encontro com Teresa Sarmento, investigadora da Universidade do Minho; Martinho Loureiro, presidente da União das Associações de Pais do Agrupamento e eu, para debatermos a educação, o papel de cada actor.
Ouvimos os professores preocupados com o seu trabalho, com as condições em que o fazem; os pais preocupados com a falta de tempo que têm para os filhos. E os alunos também estiveram presentes, para brilharem e para sublinharem o bom trabalho que os professores fazem com eles. Neste caso, que Maria Martins faz com eles, para mostrar que quando um professor investe nos seus alunos, eles correspondem e dão o seu melhor!
Ouvimo-los tocar orgão, guitarra e cantar, cantar muito bem; nada de modinhas e coisinhas simples como fazem muitos meninos nas aulas de música do 5.º ao 7.º ano, não havia flautas a tocar Mozart; mas guitarras a interpretar Xutos&Pontapés e alunas afinadas e com ritmo a cantar – "é um recado para os pais", segreda-me Maria, orgulhosa dos seus alunos.
Uma professora pergunta-me o que é um bom professor para mim e eu disperso-me porque sou muito melhor, mais objectiva, à frente do computador do que de uma multidão que me olha e ouve com espírito crítico. Mantenho a ideia da exigência, da perfeição, da sensibilidade que o professor deve ter para conhecer cada um dos seus alunos, não os tratar a todos da mesma maneira; mas acrescentaria: "Um bom professor é uma pessoa como Maria Martins: envolvida até aos ossos naquilo que faz!"
BW
domingo, 20 de maio de 2012
Porta-Viagens, novo manual de Português
Venha conhecer o Porta-Viagens, manual escolar de Português para o 6º ano, avaliado pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Visite-nos aqui.
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