É assim que se vai passar a chamar o novo estatuto do aluno, ainda por revelar. Gosto do nome. Espero que o documento faça justiça ao mesmo e assim dignifique a imagem da escola na sociedade, comprometa pais e alunos, valorize os educadores.
Entretanto, já foi divulgado pelo Público que "Os planos individuais de trabalho destinados aos alunos faltosos vão ser substituídos por tarefas a favor da comunidade. E aos pais com filhos com excesso de faltas podem ser reduzidos apoios sociais ou aplicadas multas." Pode ler a notícia aqui.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Estatuto do Aluno e Ética Escolar
Etiquetas:
estatuto do aluno
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Trabalhar mais horas é pior para as mulheres e pessoas de esquerda
E se for mulher e de esquerda será ainda pior! Há estudos que só podem servir alguns propósitos e este é o de pôr as mulheres no seu local devido: em casa!
Só por ingenuidade (ou por ter uma agenda secreta) é que um investigador pode dizer: “A médio e longo prazo pode levar as empresas a adaptar os seus horários de trabalho às especificidades das pessoas” e alterar algumas “práticas de gestão, dando mais autonomia às pessoas, para reduzir o efeito do aumento do número de horas de trabalho”.
Sobretudo quando temos a troika a pedir ao Governo para “reduzir os custos do trabalho e aumentar a flexibilidade”.
Não se está mesmo a ver os nossos empresários preocupados, a médio/longo prazo com o nosso bem estar?
BW
Só por ingenuidade (ou por ter uma agenda secreta) é que um investigador pode dizer: “A médio e longo prazo pode levar as empresas a adaptar os seus horários de trabalho às especificidades das pessoas” e alterar algumas “práticas de gestão, dando mais autonomia às pessoas, para reduzir o efeito do aumento do número de horas de trabalho”.
Sobretudo quando temos a troika a pedir ao Governo para “reduzir os custos do trabalho e aumentar a flexibilidade”.
Não se está mesmo a ver os nossos empresários preocupados, a médio/longo prazo com o nosso bem estar?
BW
terça-feira, 29 de maio de 2012
A importância da Educação Física
que o Ministério da Educação parece estar a negligenciar... Lamentável. Lamentável porque é importante ter uma educação completa na escola e essa não passa só por saber ler, escrever e contar, mas por explorar outras áreas: as artes, o corpo, as mãos.
BW
BW
Etiquetas:
educar é
Esclarecimento sobre as matrizes curriculares dos ensinos básico e secundário
A notícia do Público dá conta da confusão que as matrizes curriculares dos ensinos básico e secundário, publicadas no site da DGIDC, provocaram e do esclarecimento do ME. Pode ler a notícia aqui.
Etiquetas:
reforma do ensino básico
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Matrizes Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário
O Ministério da Educação e Ciência apresentou as matrizes curriculares que entrarão em vigor no ano letivo de 2012-13
As mesmas podem ser consultadas aqui.
Note-se que os tempos são apresentados em minutos e não em blocos.
As mesmas podem ser consultadas aqui.
Note-se que os tempos são apresentados em minutos e não em blocos.
Etiquetas:
reforma do ensino básico
domingo, 27 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Aula Digital adaptada ao projeto Porta-Viagens
Descubra e explore aqui as potencialidades da plataforma "Aula Digital", gratuita e totalmente articulada com o projeto Porta-Viagens, novo manual de Língua Portuguesa para o 6º ano.
Teste intermédio de Matemática
outra vez! Conheceremos a média nacional no final deste mês.
Os Maias na
obra Claraboia
de José Saramago
“A
chávena cheia, um prato de bolos secos ao lado, Lídia instalou-se
de novo na cama. Enquanto comia ia lendo um livro que tirara de um
pequeno armário da casa de jantar. Preenchia o vazio dos seus dias
desocupados com a leitura de romances e tinha alguns, de bons e maus
autores. Nesse momento estava interessadíssima no mundo fútil e
inconsequente de Os Maias. Ia bebendo o chá em pequenos goles,
trincava um palito de la reine e lia um período, exatamente aquele
em que Maria Eduarda lisonjeia Carlos com a declaração de que «além
de ter o coração adormecido, o seu corpo permaneceu sempre frio,
frio como mármore…» Lídia gostou da frase. Procurou um lápis
para marcá-la, mas não encontrou. Então, levantou-se com o livro
na mão e foi ao toucador. Com o batôn fez um sinal na margem da
página, um risco vermelho que ficava sublinhando um drama ou uma
farsa.”
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Todos diferentes, todos iguais?
Depois da aluna com dislexia, é a vez da aluna com glaucoma e que precisa dos exames em A3, em vez do A4.
Nota: A aluna não pede para fazer um exame diferente, só pede para fazê-lo num formato maior.
Em vez disso, o Júri Nacional de Exames defende o uso de uma lupa! É assim tão caro fazer um exame em A3?
Onde está a ideia da inclusão? Do direito de todos à educação?
B
Nota: A aluna não pede para fazer um exame diferente, só pede para fazê-lo num formato maior.
Em vez disso, o Júri Nacional de Exames defende o uso de uma lupa! É assim tão caro fazer um exame em A3?
Onde está a ideia da inclusão? Do direito de todos à educação?
B
terça-feira, 22 de maio de 2012
Será que eles pensam assim?
Eduardo Sá encarna uma criança! Será que elas pensam mesmo assim?
BW
BW
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Porque é importante os mais pequenos praticarem desporto
Dá-lhes disciplina, saúde, bem-estar, ocupa-os de maneira que não têm oportunidade para serem criativos nos tempos mortos, nem ficam a estupidificar frente à televisão ou à consola.
Leia mais aqui
B
Leia mais aqui
B
A professora Maria Martins e os recados aos pais
No sábado estive em Viseu, a convite do agrupamento das escolas Infante D. Henrique, mais especificamente da professora Maria Martins, que podia ser uma simples professora de Música, fazer o seu trabalhinho e voltar para casa descansadinha. Viseu parece ser uma cidade tão pacífica para se viver... Mas não! Maria continuou a estudar e aplicou o que aprendeu, o que investigou, na escola.
A sua preocupação é: a relação escola/comunidade/família. Um tema importantissimo! E Maria não ficou parada, com o apoio do director da escola começou, o ano passado, a organizar encontros para pais e professores.
E, no dia 19, lá estavam os professores, os pais, a comunidade (o centro de saúde, o instituto politécnico) presentes no encontro com Teresa Sarmento, investigadora da Universidade do Minho; Martinho Loureiro, presidente da União das Associações de Pais do Agrupamento e eu, para debatermos a educação, o papel de cada actor.
Ouvimos os professores preocupados com o seu trabalho, com as condições em que o fazem; os pais preocupados com a falta de tempo que têm para os filhos. E os alunos também estiveram presentes, para brilharem e para sublinharem o bom trabalho que os professores fazem com eles. Neste caso, que Maria Martins faz com eles, para mostrar que quando um professor investe nos seus alunos, eles correspondem e dão o seu melhor!
Ouvimo-los tocar orgão, guitarra e cantar, cantar muito bem; nada de modinhas e coisinhas simples como fazem muitos meninos nas aulas de música do 5.º ao 7.º ano, não havia flautas a tocar Mozart; mas guitarras a interpretar Xutos&Pontapés e alunas afinadas e com ritmo a cantar – "é um recado para os pais", segreda-me Maria, orgulhosa dos seus alunos.
Uma professora pergunta-me o que é um bom professor para mim e eu disperso-me porque sou muito melhor, mais objectiva, à frente do computador do que de uma multidão que me olha e ouve com espírito crítico. Mantenho a ideia da exigência, da perfeição, da sensibilidade que o professor deve ter para conhecer cada um dos seus alunos, não os tratar a todos da mesma maneira; mas acrescentaria: "Um bom professor é uma pessoa como Maria Martins: envolvida até aos ossos naquilo que faz!"
BW
A sua preocupação é: a relação escola/comunidade/família. Um tema importantissimo! E Maria não ficou parada, com o apoio do director da escola começou, o ano passado, a organizar encontros para pais e professores.
E, no dia 19, lá estavam os professores, os pais, a comunidade (o centro de saúde, o instituto politécnico) presentes no encontro com Teresa Sarmento, investigadora da Universidade do Minho; Martinho Loureiro, presidente da União das Associações de Pais do Agrupamento e eu, para debatermos a educação, o papel de cada actor.
Ouvimos os professores preocupados com o seu trabalho, com as condições em que o fazem; os pais preocupados com a falta de tempo que têm para os filhos. E os alunos também estiveram presentes, para brilharem e para sublinharem o bom trabalho que os professores fazem com eles. Neste caso, que Maria Martins faz com eles, para mostrar que quando um professor investe nos seus alunos, eles correspondem e dão o seu melhor!
Ouvimo-los tocar orgão, guitarra e cantar, cantar muito bem; nada de modinhas e coisinhas simples como fazem muitos meninos nas aulas de música do 5.º ao 7.º ano, não havia flautas a tocar Mozart; mas guitarras a interpretar Xutos&Pontapés e alunas afinadas e com ritmo a cantar – "é um recado para os pais", segreda-me Maria, orgulhosa dos seus alunos.
Uma professora pergunta-me o que é um bom professor para mim e eu disperso-me porque sou muito melhor, mais objectiva, à frente do computador do que de uma multidão que me olha e ouve com espírito crítico. Mantenho a ideia da exigência, da perfeição, da sensibilidade que o professor deve ter para conhecer cada um dos seus alunos, não os tratar a todos da mesma maneira; mas acrescentaria: "Um bom professor é uma pessoa como Maria Martins: envolvida até aos ossos naquilo que faz!"
BW
domingo, 20 de maio de 2012
Porta-Viagens, novo manual de Português
Venha conhecer o Porta-Viagens, manual escolar de Português para o 6º ano, avaliado pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Visite-nos aqui.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Porque podemos ajudar
quem precisa sem gastarmos dinheiro. Aqui ficam algumas ideias!
BW
BW
quarta-feira, 16 de maio de 2012
A dislexia e os exames
Diz que havia fraudes, que havia alunos que não precisavam e que tinham mais tempo; que as escolas facilitavam... E, já se sabe: não ao facilitismo!
O que choca mais neste caso é a resposta do Júri Nacional de Exames que a mãe lê na reportagem da TVI:
Não estará o JNE a cometer uma ilegalidade? Afinal, a escolaridade obrigatória é de 12 anos e/ou até aos 18 anos. Será que querem que Constança fique no 9.º ano até completar 18 anos?
Albino Almeida sublinha o direito à educação que, em nome de sabe-se lá o quê – da exigência? da austeridade? da troika? – parece esquecido por este Governo.
BW
O que choca mais neste caso é a resposta do Júri Nacional de Exames que a mãe lê na reportagem da TVI:
Não estará o JNE a cometer uma ilegalidade? Afinal, a escolaridade obrigatória é de 12 anos e/ou até aos 18 anos. Será que querem que Constança fique no 9.º ano até completar 18 anos?
Albino Almeida sublinha o direito à educação que, em nome de sabe-se lá o quê – da exigência? da austeridade? da troika? – parece esquecido por este Governo.
BW
Subscrever:
Mensagens (Atom)