A decisão do Tribunal Constitucional, que se pronunciou pela inconstitucionalidade do decreto aprovado pela Assembleia da República que suspendia a avaliação de desempenho dos docentes, foi esta tarde saudada pela ministra da Educação como uma “vitória do sistema educativo” contra “a irresponsabilidade e oportunismo da oposição”.
Agora, aos professores cabe analisar o que - realmente - cada um dos partidos da oposição tem para oferecer à sua classe profissional em termos de modelos de avaliação.
Aos professores não deve bastar ouvir cada um dos líderes partidários ou deputados com assento na comissão parlamentar de educação vir dizer que o modelo de avaliação do PS é mau e que fizeram tudo para o anular. É preciso ouvir o que é que têm para oferecer em troca. Isto para que não voltem a sentir-se enganados.
BW
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Casamento real
E na sexta-feira voltei ao dia 29 de Julho de 1981. Estava na casa de férias da família e trocámos um dia de praia para ficarmos todos em frente ao televisor. Foi uma excitação!O vestido de Diana perseguiu-me para o resto da vida. De tal maneira que passei a desenhá-lo nas margens dos cadernos diários. Anos mais tarde, recortei e plastifiquei, com todo o cuidado, o desenho daquele vestido, que saíra nas páginas de um jornal norte-americano (ainda deve andar guardado numa das muitas caixas que coleccionei com as piroseiras próprias da adolescência) - ficou plastificado porque era uma folha de jornal que amareleceria com o tempo... Ficou guardado para, quando chegasse a minha vez, poder inspirar-me naquele vestido.
Quando casei, não estava nada parecida com Diana! Graças a Deus!
Trinta anos depois, o vestido de Kate é lindo, lindo, lindo e apetece-me voltar a desenhar, nas margens dos cadernos, recortá-lo e plastificá-lo ou guardá-lo no disco rígido do computador, para que, daqui a uns 15 anos, a minha filha possa vestir qualquer coisa parecida...
Não vou fazê-lo, afinal ela vai levar o meu, acredito eu!
Tudo isto é piroso? É!
BW
quinta-feira, 28 de abril de 2011
KidZania desafia mães a serem crianças por um dia
Não gosto de fazer "publicidade" a locais ou experiências pelas quais não passei. Por isso, só agora vos falo da Kidzania.
Passo a explicar: o mais velho queria ter uma festa de anos nesta cidade. Mas, ao contrário do que acontece em muitos locais, os bilhetes para as crianças numa festa de anos ainda são mais caros do que o valor do ingresso normal.
Moral da história: a festa de anos vai ser, como habitualmente, em casa.
Ficou a promessa de eu ir com ele, a irmã e a prima mais crescida lá passar um dia. E foi um dia memorável.
Estivemos lá mais de seis horas. Almoçámos uma bela sopa e um hamburguer, este último cozinhado por eles. Da mais pequena de 4 anos, à mais crescida de 12, todos se divertiram. Como bons amigos que são, organizaram-se para poderem ir aos locais que todos desejavam visitar. Assim, desde o salão de beleza, à obra; do hospital e maternidade aos correios, fomos passando por um mundo de actividades e propostas. Tudo bem organizado. O ponto alto foi na estação de televisão. Ele foi "operador de câmara", a mais crescida foi pivot do telejornal, a mais pequena foi convidada para maquilhadora. Eu estive a ver a transmissão do telejornal!
Um mundo cheio de aprendizagens escondidas por detrás das brincadeiras.
Confesso que fiquei com um pouco de pena de não poder entrar e participar em algumas das actividades, pois os "turistas" (ou seja, os adultos) têm de ficar à porta de muitas actividades. Por isso, este convite para o dia da mãe merece espaço privilegiado no nosso blogue. Parece que alguém me ouviu!
Para o nosso dia ter sido perfeito, só faltou eu ter podido fazer algumas coisas com eles!
De 29 de Abril a 1 de Maio, KidZania desafia mães a serem crianças por um dia
Para o nosso dia ter sido perfeito, só faltou eu ter podido fazer algumas coisas com eles!
De 29 de Abril a 1 de Maio, KidZania desafia mães a serem crianças por um dia
A KidZania vai desafiar as mães a voltarem a ser crianças por um dia, vivendo uma experiência única, divertida e pedagógica em conjunto com os filhos. As actividades decorrem de 29 de Abril a 1 de Maio e inserem-se nas comemorações do Dia da Mãe.
No total, são onze os estabelecimentos que irão dispor de actividades adaptadas à participação das mães, sendo eles a Escola de Pintura, Fábrica de Gelados, Escola de Culinária, Supermercado, Salão de Beleza, Perfumaria, Maternidade, Televisão, Teatro, Escola de Modelos e Discoteca.
Horário
29 de Abril – Das 10h às 15h30m
30 de Abril a 1 de Maio – Das 11h às 20h
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
A avó Alice
Alice Vieira é uma escritora de mão cheia!Histórias simples, bem escritas, tão coladas aos miúdos de hoje em dia. Nos seus livros existem os problemas, as alegrias, o modo de falar e de estar das crianças e jovens da actualidade.
Agora, Alice Vieira, a avó, escreveu para as avós, mas não só - que eu estou longe de ser avó e estou a lê-lo com a máxima atenção. Chama-se O Livro da Avó Alice e continuo a lê-lo em voz alta, para quem me quer ouvir, lá em casa, ao telefone, e agora aqui, uns bocadinhos que reflectem o que também tenho escrito neste blogue, mas que Alice Vieira faz muito melhor do que eu.
O filho de um amigo meu não pára quieto, não sabe brincar, não sabe interagir com as outras crianças, bate-lhes. Em casa, passa as refeições à frente de um ecrã; quando viaja, o DVD está incrustado no assento da mãe, onde vê filmes; de férias, os pais levam um aparelho com DVD para estar em cima da mesa do restaurante do hotel, para ele comer sossegado. Depois das queixas feitas pela educadora, os pais lá foram ao pediatra e a receita foi: menos televisão, mais brincadeira com os pais. O menino, de quatro anos, mudou da noite para o dia, está mais calmo.
Quantas vez tenho escrito sobre os malefícios da televisão e do computador em crianças tão pequenas?
Escreve Alice Vieira:
"Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas.
Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs. E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos. Se diante do nosso rosto tivermos outro rosto. Humano.
E por isso as nossas crianças crescem sem emoções. Crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.
Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.
Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.
Durante anos, todos nós, pais, avós, professores, fomos deixando que isso acontecesse.
E, de repente, os jornais e as televisões trazem-nos relatos de jovens que agridem professores na sala de aula e nós olhamos para tudo muito admirados - como se nada fosse connosco.
Mas é."
Pois é...
Por estes dias, O Livro da Avó Alice pode ser lido pelos pais, e depois, no dia 1, dia da Mãe, ofereçam-no às avós (é o que eu vou fazer...)!
BW
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Difícil é educá-los - II
Ao jeito de conclusão, faz David Justino o seguinte balanço:
"A leitura que fizemos da evolução do sistema educativo português permitiu-nos identificar os problemas fundamentais. Temos mais educação, não temos melhor educação. O modelo de organização revela algumas inconsistências e, se favoreceu a concretização da escolaridade obrigatória de nove anos, não se traduziu em maior sucesso escolar nem maior equidade. Com base neste balanço, podemos concluir que o investimento realizado pela sociedade portuguesa não teve o retorno esperado, em grande parte devido às diversas ineficiências, entre as quais se destaca, pela sua relevância, o modelo de formação, recrutamento e progressão da carreira docente (...). Destacamos igualmente a progressiva inadequação do modelo centrado do Estado Educador às novas realidades sociais e às perspectivas de desenvolvimento nas próximas décadas. (...)
A maior ineficiência, porém, reside no nível de desenvolvimento económico e social do país (...). Simultaneamente causa e consequência, a educação não consegue libertar-se dessa dependência."
David Justino, Difícil é Educá-los, p. 128
terça-feira, 26 de abril de 2011
Difícil é educá-los
Depois do livro de Maria do Carmo Vieira, especificamente sobre o ensino da língua portuguesa, e sobre o qual acabei por escrever aqui , a propósito dos clássicos, e também aqui, sobre a terminologia linguística, foi agora a vez de ler um outro ensaio da Fundação Francisco Manuel dos Santos sobre a educação. Este, agora mais generalista, é da autoria de David Justino. Prometendo ser apartidário, este ensaio, de um antigo Ministro da Educação, afigura-se como uma obra de muita qualidade, um olhar pela história da escola e educação em Portugal, uma leitura crítica do que foi feito e do que ficou por fazer.
Escolhi alguns excertos que irei publicar no Educar em Português, nomeadamente aqueles que me parecem tocar nos principais pontos fracos do nosso sistema de educação.
Devo dizer que, quando terminei a leitura, concordando com algumas reflexões e discordando de outras, mas reconhecendo-lhes importância, lastimei o facto de termos tanto diagnóstico feito e tão poucas mudanças.
Com o título a parodiar a frase dos professores, difícil é sentá-los, este difícil é educá-los é uma leitura que recomendo a todos, especialmente aos professores. Fácil de encontrar, das livrarias aos hipermercados, por cerca de 3 euros, uma leitura séria sobre a educação em Portugal.
Ana Soares
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O 25 de abril contado às e pelas crianças
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
acredito
“acredito na Ressurreição
dos livros
e acredito que no Céu
haja bibliotecas
e se possa ler e escrever”.
Adília Lopes
dos livros
e acredito que no Céu
haja bibliotecas
e se possa ler e escrever”.
Adília Lopes
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Como usar o Magalhães no 1.º ciclo
As crianças que entrarem no próximo ano lectivo na escola, em princípio, já não terão direito a Magalhães... Entretanto, as que têm podem utilizá-lo melhor. Pelo menos será esse um dos objectivos do site Pigafetta lançado pela Universidade do Minho.
"Os professores do 1.º Ciclo já têm um portal para saber como melhor utilizar o computador Magalhães em contexto educativo. O site pigafetta.ie.uminho.pt foi criado no âmbito do projecto Pigafetta, que a Universidade do Minho tem vindo a desenvolver para o Ministério da Educação. Este projecto visa identificar, caracterizar e sistematizar as várias formas de exploração e utilização educativa do computador portátil no ensino básico. O portal inclui ainda notícias, eventos, fórum, desafios didácticos, programas de segurança online e redes sociais associadas. Prevê-se para breve uma área de conteúdos para a sala de aula, com vídeos, imagens, jogos, propostas de trabalho e testes, em actualizações quinzenais.
“O principal objectivo é ajudar os professores a aproveitar ao máximo as potencialidades de um recurso que foi colocado nas mãos das crianças. Partimos do princípio que as novas tecnologias, neste caso o PC portátil, são algo de muito útil para as crianças, qual canivete suíço digital para complementar a acção das mãos e do cérebro”, explica o professor António Osório, coordenador do projecto e professor do Instituto de Educação da Universidade do Minho. Esta instituição estuda as tecnologias no sistema educativo há mais de duas décadas.
O Pigafetta deve o nome ao relator da primeira viagem de circum-navegação ao mundo, comandada por Fernão de Magalhães no século XVI. O projecto tem seis trabalhos de investigação em curso, orientados por professores universitários e profissionais de várias áreas. Os temas incidem no uso da Internet para apoio à leitura/escrita de alunos com dificuldades de aprendizagem, na programação com o Squeak, na aplicação de tecnologias digitais para a formação integral e o pensamento crítico e criativo da criança, na elaboração de um dicionário multimédia personalizado, num estudo sobre os monges beneditinos e, ainda, na utilização educativa do Magalhães nos concelhos de Amarante, Felgueiras e no distrito de Bragança.
O projecto Pigafetta pretende de uma forma geral caracterizar as funções desempenhadas pelo computador na sala de aula, na escola, em casa e na comunidade, descrever os modos de interacção entre as crianças e o computador, caracterizar as atitudes e necessidades de alunos, professores e encarregados de educação face ao uso individual do computador e, ainda, estudar as suas implicações nos serviços de apoio à escola e nos sistemas de formação inicial e contínua dos docentes. "
"Os professores do 1.º Ciclo já têm um portal para saber como melhor utilizar o computador Magalhães em contexto educativo. O site pigafetta.ie.uminho.pt foi criado no âmbito do projecto Pigafetta, que a Universidade do Minho tem vindo a desenvolver para o Ministério da Educação. Este projecto visa identificar, caracterizar e sistematizar as várias formas de exploração e utilização educativa do computador portátil no ensino básico. O portal inclui ainda notícias, eventos, fórum, desafios didácticos, programas de segurança online e redes sociais associadas. Prevê-se para breve uma área de conteúdos para a sala de aula, com vídeos, imagens, jogos, propostas de trabalho e testes, em actualizações quinzenais.
“O principal objectivo é ajudar os professores a aproveitar ao máximo as potencialidades de um recurso que foi colocado nas mãos das crianças. Partimos do princípio que as novas tecnologias, neste caso o PC portátil, são algo de muito útil para as crianças, qual canivete suíço digital para complementar a acção das mãos e do cérebro”, explica o professor António Osório, coordenador do projecto e professor do Instituto de Educação da Universidade do Minho. Esta instituição estuda as tecnologias no sistema educativo há mais de duas décadas.
O Pigafetta deve o nome ao relator da primeira viagem de circum-navegação ao mundo, comandada por Fernão de Magalhães no século XVI. O projecto tem seis trabalhos de investigação em curso, orientados por professores universitários e profissionais de várias áreas. Os temas incidem no uso da Internet para apoio à leitura/escrita de alunos com dificuldades de aprendizagem, na programação com o Squeak, na aplicação de tecnologias digitais para a formação integral e o pensamento crítico e criativo da criança, na elaboração de um dicionário multimédia personalizado, num estudo sobre os monges beneditinos e, ainda, na utilização educativa do Magalhães nos concelhos de Amarante, Felgueiras e no distrito de Bragança.
O projecto Pigafetta pretende de uma forma geral caracterizar as funções desempenhadas pelo computador na sala de aula, na escola, em casa e na comunidade, descrever os modos de interacção entre as crianças e o computador, caracterizar as atitudes e necessidades de alunos, professores e encarregados de educação face ao uso individual do computador e, ainda, estudar as suas implicações nos serviços de apoio à escola e nos sistemas de formação inicial e contínua dos docentes. "
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Um conselho: fala pouco: fala do que é grande.
Gonçalo M. Tavares, Matteo perdeu o emprego
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
Governo Sócrates em balanço
O PÚBLICO está a fazer um balanço do Governo Sócrates, os seis anos do executivo, em diversas áreas. Hoje foi a vez da Educação, centrada apenas no mandato de Isabel Alçada. Um trabalho de Clara Viana completo, onde foram ouvidos não só os partidos mas também os professores. O título da primeira página do PÚBLICO é apetecível: "Mudança cosmética" deixou quase tudo por fazer na Educação. A ler.
BW
BW
Os malefícios decorrentes do Novo Acordo Ortográfico por Nuno Markl
"Sei que muito se perde com o novo acordo ortográfico. Por exemplo, perdem-se pontos no Scrabble. Uma palavra como exactamente, a partir do momento em que cai aquele C, continua a valer bastante dada a presença do X e dos seus extravagantes 8 pontos; mas parecendo que não, a ausência do C far-se-á notar, sobretudo se a palavra jazer sobre uma casa Palavra Conta Triplo (...). No meio do caos, podemos dizer adeus a palavras com consoantes mudas, como 'exacto', celebremos quem teve a ideia, há muitos, muitos anos, de dizer todas as consoantes de palavras como 'facto'. Ou 'pacto'. De outra forma, hoje andaríamos às aranhas para perceber se o 'pato de Varsóvia' se referia à lendária aliança militar de Leste no tempo da Guerra Fria ou a uma receita polaca de aves.
É sempre bom ver o copo meio cheio."
Nuno Markl, Revista Única, 5 de Março de 2011
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Ouvido de passagem
Um filho adolescente insiste com a mãe, insiste, que o telemóvel está com um problema, que é sempre a mesma coisa, que precisa mesmo de outro aparelho, que um telefone serve mais do que para fazer chamadas, que os amigos têm todos um equipamento superior... Insiste. Ao princípio, a mãe ainda argumenta, depois cala-se e parece ouvir. Já não ouve. No final responde-lhe: "Deve ser maravilhoso ser adolescente e saber que se tem sempre razão em tudo!". O rapaz cala-se e acena. "Sim, eu sei que tenho razão". A adolescência não lhe permite ouvir a ironia na voz da mãe, só as palavras, soam-lhe tão acertadas.
BW
BW
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Qual é a grande questão?
A grande questão é mais uma excelente proposta da bruaá. Imagem e texto de mãos dadas e ao serviço das dúvidas mais simples dos nossos pequenos pensadores e filósofos. Por que estamos aqui? "é para celebrares o teu aniversário que estás aqui na terra.", diz uma das personagens que o menino encontra. Por outro lado, o gato diz-lhe que vimos ao mundo para ronronar. Um livro para ler e pensar com eles. A bruaá disponibiliza algumas actividades em torno do livro aqui.
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domingo, 17 de abril de 2011
A autoridade dos professores
Como professora, às vezes não me apetece falar de educação nem de escola. Sobretudo com pais. Estamos de fim-de-semana, fala-se das notas ou escola dos miúdos e lá começa o rol de queixas acerca dos professores. Ora a professora que mandou ler um livro que não há nas livrarias, ora a professora que na aula de expressão plástica não ajudou a criança a fazer a boneca de trapos. E conclui-se a conversa dizendo "E, para a professora aprender, lá fizemos em casa uma boneca mais bonita que a criança levou para a escola!". Às vezes perco mesmo a paciência... Que culpa tem a professora se os stocks das livrarias são baixos e as mesmas cada vez têm menos livros? E o que fariam os pais se em vez de 1, 2 ou 3 crianças para ajudar a fazer os trabalhos manuais tivessem 28? E todas estas conversas são orgulhosamente tidas à frente das crianças, os pais quais leões a proteger as suas crias... Depois queixamo-nos que os professores não são respeitados. Claro!
Como mãe, também já perdi a paciência para as referidas historietas. Neste último papel, às vezes posso não compreender ou eventualmente não concordar com a 'versão' que me chega de algo que se passou na escola ( e reforço 'versão', pois muitas vezes é isso que os miúdos levam para casa), mas a nossa postura tem sido sempre a mesma: os professores lá têm a sua razão e saberão certamente o que estão a fazer. Assim se educa para o respeito e se contribui para o reforço da autoridade dos professores. Ponto.
Ana Soares
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Dodu, o rapaz de cartão
de José Miguel Ribeiro
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Museu da Marioneta
Proposta para uma manhã de domingo criativa, uma oficina.
Proposta para uma tarde, uma visita.
Proposta para um dia de escola com os professores/educadores, uma visita com actividades.
Proposta para uma festa de anos, um atelier.
Proposta para uma tarde, uma visita.
Proposta para um dia de escola com os professores/educadores, uma visita com actividades.
Proposta para uma festa de anos, um atelier.
No Museu da Marioneta existem todas estas propostas. A minha filha teve a sorte de ser convidada para uma festa de anos lá. Esta foi a desculpa para eu própria visitar o Museu. Desfalcada da filha, fui com ele. Na verdade, é sempre um prazer ter um programa só com um deles. Temos mais espaço para nos ouvirmos um ao outro. E às vezes isso faz falta.
Depois, a visita a uma das exposições temporárias, gratuitas. Dodu, o rapaz de cartão, da autoria de José Miguel Ribeiro. Simplesmente fabulosa! Uma cidade feita em cartão que deu origem a um filme de animação. Imperdível.
Chegados a casa, não resistimos. Fomos tentar imitar. Fizemos um aquário, um gato e um autocarro para a nossa cidade. O Museu veio connosco para casa. A visita continuou depois de termos saído do antigo Convento das Bernardas.
Ana Soares
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Matrículas para o 1.º ano do ensino básico
As matrículas para o 1.º ano do ensino básico arrancam amanhã, dia 15 de Abril. Segundo o Ministério da Educação, a plataforma informática que permitirá que as matrículas se façam por via electrónica estará disponível a partir desta data no Portal das Escolas.
terça-feira, 12 de abril de 2011
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