domingo, 15 de agosto de 2010

Obrigada professor!

É uma iniciativa muito bonita, na qual participei há alguns meses e podia, na altura, ter feito alguma "publicidade" mas não me ocorreu, sou sincera... Às vezes, há coisas tão giras, tão "partilháveis" e passa-me completamente o óbvio que é precisamente fazer essa partilha...
Aqui fica, hoje, para quem usa o Facebook e para quem quiser contribuir com a sua experiência: Agradeça àquele professor que marcou para sempre a sua vida aqui !
BW

sábado, 14 de agosto de 2010

Caderneta de Cromos de Nuno Markl

Vai ser um sucesso!
Pelo menos para nós, os que nascemos na década de 1970, nos inícios, logo, com muito mais memória do que foram o spectrum, o cubo mágico, as cassetes, o vinil, a abelha maia, o miami vice, a samantha fox, a Bravo (em alemão), as bombocas, as cadernetas e a cola cisne num boião, com uma pequena espátula verde com que colávamos os cromos (também havia bisnagas, mas como éramos muitos lá em casa, com muitas cadernetas, a cola em boião era mais barata e durava mais tempo).

A Caderneta de Cromos, de Nuno Markl, com ilustrações de Patrícia Furtado, da editora Objectiva, além de um livro que junta os textos que Markl escreveu para as Manhãs da Comercial, é também uma caderneta. Mais informações aqui .
BW

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Cortes na educação

O objectivo, ouço dizer por aí, é não chegar aos salários dos professores. Por isso, o Ministério da Educação parece estar a fazer como as famílias portuguesas. Primeiro deixam de viajar, depois de sair à noite, de comer fora, de ir ao cinema, de comprar livros, de comprar roupa e sapatos, passam a economizar na farmácia, na mercearia, na padaria...
Para já, a tutela ainda está melhor do que muitas famílias portuguesas por isso ainda só começou a cortar nos luxos:
1. ensino especializado da música? quem disse que o país precisa de uma orquestra em cada esquina? músicos? precisamos é de engenheiros e médicos!
2. ensino à distância para os filhos dos profissionais itinerantes? mas esses não têm já as suas vidinhas asseguradas nos circos e nas feiras? quem disse que devem ter aspirações a ser diferentes dos seus pais? ou que possam, um dia melhorar os negócios dos seus pais, graças à escola?
3. formação para os professores do 1.º ciclo em ciências? mas eles não aprenderam tudo na escola superior de educação (ESE) quando eram ainda aspirantes a professores? (neste caso irrita-me saber que estes docentes não foram devidamente preparados nas ESE, de onde são originários os mesmos professores que depois são formadores dos planos de acção para a Matemática, o Português e as Ciências - andamos a pagar a dobrar, embora a formação contínua seja necessária)
4. professores bibliotecários? bibliotecas nas escolas? que extravagância! os meninos não têm tudo nos portáteis? bibliotecas, jogos...
O problema é que são os pequenos luxos que nos fazem pessoas melhores, mais abertas, mais cultas, mais generosas, mais inteligentes, mais críticas.
BW
PS: O Governo arranjou não uma mas duas equipas para decidir o que cortar na Educação. Só esta medida parece-me uma despesa.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ferreira Gullar e o acordo ortográfico

Foi o prémio Camões deste ano, Ferreira Gullar é um autor brasileiro, que o I entrevistou na FLIP, a feira literária brasileira. Sobre o acordo ortográfico:

"Eu acho que o Brasil e Portugal, com os outros países de língua portuguesa, têm de parar com essa coisa de ficar mudando as regras ortográficas. Eu acho que é uma coisa que não ajuda em nada. É uma perda de tempo. Cria confusão, inclusive dá prejuízos. Já imaginou o que vai acontecer? Colecções de livros vão ter que ser jogadas fora e reimpressas, para obedecer a uma nova ortografia porque uma ou duas pessoas resolveram mudar a maneira de escrever a língua. Isso é uma arbitrariedade. Quem é que outorgou a essas pessoas o direito de fazer isso? A língua é património do país, da população, não é propriedade de ninguém. Não pode haver uma entidade que decide mudar a língua de todo o mundo. Isso é um absurdo. É uma coisa precária, que cria confusões, porque é impossível você encontrar uma forma de colocar todos os países de língua portuguesa em que não se crie ambiguidade nenhuma. É um sonho vão. A ortografia tem de ser uma representação da linguagem falada. Então é uma bobagem. Uma perda de tempo."

A entrevista na íntegra pode ser lida aqui.
BW

Dia Internacional da Juventude

São cada vez menos, já se sabe... Segundo os dados do INE, os jovens portugueses dos 15 aos 24 anos representam 11,1 por cento da população portuguesa. No início do século passado, o XX, eram 18 por cento...
A pirâmide está cada vez mais invertida com os avós, tios-avós, primos-avós, viúvos, solteiros e casados a pesarem do outro lado. Em 1900 eram 5,7 por cento; o ano passado eram 17,9.
Se tudo continuar como está, os jovens serão cada vez menos, sobretudo se os pais começarem a emigrar, a procurar vidas e futuros melhores para eles e para os seus filhos, noutras paragens. E aí, deixarão de ser apenas as aldeias e as vilas envelhecidas mas também as cidades.
Este não é um problema só nosso. As Nações Unidas proclamaram o Ano Internacional da Juventude que terminará em Agosto de 2011.
BW

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Se fosse viva, Enid Blyton fazia hoje 113 anos!


BW

Combarros - Galiza



Os palheiros armazenam também as feridas de quem lá tentou proteger o alimento perene. O gato afasta-se do peso das histórias que a pedra tem marcadas. Deita-se no chão, mas também ele fala. Ecoam os pés dos que calcorrearam aquele chão, dos que fugiram, se esconderam, dos que ali amaram.

Gato que brincas na rua, invejo a sorte que é tua, pois nem sorte se chama. É o fado. O de ouvir, ver e cheirar aquilo que os turistas nem sonham.

Ana Soares

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Fecho da Escola Móvel



A Escola Móvel é um projecto caro. Apesar de não conhecermos os números tem que ser caro, senão vejamos: rácio de um professor para três alunos; estudantes ligados diariamente por Internet, a fazer trabalhos, a ter aulas, a comunicar entre si; quatro semanas por ano os alunos reúnem-se todos, ficam internos e têm aulas presenciais com os professores que durante o ano conhecem do contacto pelo computador; quatro semanas para fazer visitas de estudo, ter aulas práticas.
É um ensino à distância e de luxo, pensarão muitos, por isso, dispensável em época de crise. Errado.
É a forma de ter alunos, filhos de profissionais itinerantes, dos circos e das feiras, na escola a tempo inteiro. Através da Internet é possível controlar as suas presenças e se estão a cumprir os horários ou não, estejam no Minho ou no Algarve, como poderá ler aqui. É uma forma de combater o abandono e o insucesso escolar - que criança ou jovem terá sucesso a entrar numa nova escola sempre que a família muda de lugar?
Depois da direcção da Escola Móvel, confrontada com a possibilidade de encerrar o projecto ter aceite um corte de 20 por cento nos professores que acompanhavam 110 alunos (entre eles mães adolescentes da associação Ajuda de Mãe que de outra maneira também terão mais dificuldade em estudar), a decisão foi conhecida na sexta-feira passada: a Escola Móvel acabou.
Ontem, dezenas de pais inundaram as caixas de correio electrónico dos governantes: o que fazer com os seus filhos que com a Escola Móvel tiveram sucesso e podem ansiar a outra vida que não a dos seus pais?
A resposta do Ministério da Educação é que estes estudantes devem regressar às suas escolas de origem, onde estavam matriculados antes de ingressarem na Escola Móvel (poderão estar a 600 km de distância mas isso não é um problema para a tutela, calculo) e que serão acompanhados por uma equipa da DGIDC, garante.
Para trás ficam anos de trabalho, de ganhar a confiança dos feirantes e profissionais circenses sobre a bondade deste projecto, de ganhar o respeito dos alunos habituados a muita liberdade de trato e de vida, de reconhecimento nacional e internacional deste que era um projecto inovador. Tudo para o lixo.
Pode ler mais aqui. No Facebook já existe o movimento Salvem a Escola Móvel.
BW

sentir na infância


"Uma das armadilhas da infância é que não é preciso compreender para sentir. Na altura em que a razão é capaz de compreender o sucedido, as feridas no coração já são demasiado profundas."


Carlos Ruiz Zafón, A Sombra do Vento


Um romance do espanhol Carlos Ruiz Zafon, premiado pelas Correntes d'Escritas em 2006, em torno dos livros e que, aparentemente nada tem a ver com a educação num sentido estrito. Na verdade, embora acompanhemos o crescimento de uma criança até à vida adulta na Espanha ditatorial, o eixo central do romance são os livros e a forma como os mesmos perturbam e interferem com a vida das pessoas. Tudo começa quando o pai leva o filho ao Cemitério dos Livros Esquecidos e, aí, ele escolhe o seu primeiro livro.

Numa teia extremamente bem urdida que une várias intrigas em torno de uma história central, e numa escrita deliciosa, o autor fala-nos da vida: das crianças, das mulheres, da política, da família, no fundo, fala-nos da vida.


Ana Soares

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Férias e chumbos

Em período de férias não leio senão as gordas na vitrina da papelaria da terra ou nas mãos de outros veraneantes; não vejo telejornais (a essa hora estou à espera do pôr-do-sol, à beira-mar), não ouço rádio, nada. Viste os incêndios? Não. O mau tempo na Europa? Não. A entrevista de Isabel Alçada sobre os chumbos? Cruz, credo! Estou de férias!
Interrompidas as férias por uns dias, dou uma vista de olhos pelo que se passou nas últimas semanas. Parece-me que na educação, o mais palpitante foi mesmo a entrevista da ministra que defende acabar com os chumbos e recordo uma conversa de praia, com um amigo que, por acaso é professor. Na sua escola fazem turmas por níveis (errado, digo eu, lembrando as correntes que dizem que os meninos devem estar todos misturados, é bom para todos, continuo já com alguma ironia na voz).
Este ano, continua ele, fizeram uma experiência. Uma turma só com os maus, 20, com direito a dois professores de cada disciplina, dois de Português, dois de Matemática, dois de Educação Física, pares para tudo. Resultado: só um aluno é que passou, os restantes 19 chumbaram.
A escola falhou, digo para o acicatar. "Eles não querem saber, eles não estão minimamente interessados em estudar. Foram todos recambiados para CEF's", e a conversa fica por ali.
BW

O meu primeiro livro de verão

Geronimo Stilton, uma sugestão de leitura para as férias de verão dos mais pequenos.
Pelo formato, ele parece ser um livro igual aos que os crescidos lêem. Distingue-se, por isso, claramente dos livros infantis, acham os miúdos.
O jovem rato jornalista tem umas aventuras bem divertidas e cativantes para o público que aprendeu a ler recentemente. As divertidas páginas incluem algumas imagens e um grafismo original, que torna a leitura mais dinâmica para os jovens leitores que ainda se cansam muito no esforço de decifrar o significado, muitas vezes ainda misterioso, de todas as palavras. A história que foi escolhida pelo meu rapaz foi O Estranho Caso do Choco Gigante. Ainda não sabemos o desfecho, mas sabemos que ele está a gostar.
Ana Soares

domingo, 8 de agosto de 2010

Comprar devagarinho custa menos do que em catadupa!

É certo que estamos em Agosto mas, não tarda nada e Setembro está à porta com as despesas das escolas. É certo que estamos de férias e não nos apetece, nem a nós, nem a eles, pensar em escola, em cadernos, manuais, mochilas, etc. MAS podemos ir fazendo planos para o regresso às aulas.
Assim que me lembre:
1. Passar a pente fino todo o material escolar do ano passado e ver o que é possível ser reaproveitado. Deste modo, escusamos de voltar a comprar a régua e o esquadro, material que já compramos o ano passado, o anterior e no outro... Tudo o que for passível de ser usado, é menos uma despesa que se faz.
2. Aproveitar uma viagem ao estrangeiro ou a um museu e comprar um estojo que mais ninguém tem, as canetas, as borrachas, os cadernos, a carteira para por o cartão magnético aquele que lhes possibilita a entrada na escola, no refeitório, etc.
3. Nas idas ao supermercado, comprar uma ou outra coisa para que quando chegarem as campanhas do regresso às aulas já só se adquira o que falta.
4. Pedir todos os recibos, todos, para meter nas despesas de Educação, no IRS, do tubo de cola ao manual escolar. É a forma do Estado cumprir, muito parcialmente, o que diz a Constituição sobre a gratuitidade do ensino.
Continuação de boas férias!
BW

sábado, 7 de agosto de 2010

Princesas bonitas

Foi na ida ao hiper que descobri a Poppy. Chamou a minha atenção o facto dos livros - tão cor de rosa e principescos - serem recomendados pelo Eduardo Sá, psicólogo. Acabei por ler uma das histórias da colecção + 4 anos, Princesa Poppy Brilha no Palco, e não lhe resisti. Poppy quer ensaiar uma peça de teatro (e pensei logo na minha filha e sobrinhas!), mas não tem, de início, a melhor atitude, revelando-se muito mandona ("mazona", na versão que a minha filha conta da história).

Existe ainda uma colecção para +7 anos.

Para conhecer esta Menina-Princesa, basta clicar aqui. Para além das actividades, há um espaço que permite conhecer a autora. Curiosamente, ela é mãe de três rapazes.

Ana Soares

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Colecção 1001 livros

Alguns livros da Colecção 1001 Livros, da Lisboa Editora foram descobertos numa espécie de feira do livro, entre o cheiro das farturas e dos waffles carregados com molho de chocolate. Trata-se de uma colecção com os textos originais do Eça, Herculano mas também de autores estrangeiros que estão "trabalhados" a pensar nos mais novos, os maiores de dez e de 13 anos (pelos menos as obras ali disponíveis). Como? No final de cada capítulo, estes livros têm perguntas e passatempos de maneira a que o leitor comprove se está a acompanhar bem a leitura. Além disso, as palavras mais difíceis aparecem explicadinhas em notas de rodapé.
Para mim, o conceito pareceu-me interessante e por isso adquiri um par de títulos. Tive duas reacções negativas: de um, o aborrecimento de ter um livro que lhe parece uma espécie de manual escolar; do outro, a completa ignorância das partes que são para ser trabalhadas - a leitura não deve ser interrompida com distracções, explicou-me.
Pois... E eu, mãe que gosto tanto de coisinhas pedagógicas e educativas...
BW

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Livros nos hiper

Quando vou ao hiper ou supermercado é sempre com o objectivo de me despachar. Nesta altura do ano, tenho a tarefa dificultada pelas "feiras do livro", na maioria dos casos com 20% de desconto, pelas quais temos inevitavelmente de passar, pois estão estrategicamente colocadas à entrada destas lojas. E pronto, lá fico eu "retida" (e com as compras por fazer!) a ver o que interessa, o que foi repescado de colecções antigas, as novidades que mais vendem. Desta última vez pensei ainda que faltavam lá uns banquinhos ou sofás para nos sentarmos. Mais à frente, noutro corredor, encontrei duas adolescentes que resolveram o assunto e se sentaram a ler no chão, encostadas às prateleiras da secção "auto". Estavam a ler o Diário de um Banana 3 (e tinham no chão um livro da Susana Tammaro). A mãe, quando as encontrou, lá lhes disse: temos de acabar as compras e escolham lá o livro que querem levar, mas nada dessas bananices!
Ana Soares

O Arquitecto

Minoru Yamasaki foi o arquitecto que idealizou as Torres Gémeas de Nova Iorque, as que foram atacadas a 11 de Setembro. Quando o complexo do World Trade Center foi construido, na década de 1970, o arquitecto era criticado pela minicidade ideal que desenhara, fora construida em Saint Louis e que acabaria por ser implodida. O norte-americano de origem japonesa ficou conhecido pelas obras que foram destruidas e não pelas que permanecem de pé: primeiro o complexo de Pruitt-Igoe, implodido, depois o World Trade Center atacado por extremistas-islâmicos.
Rui Tavares, historiador, opinion maker e deputado europeu pelo Bloco de Esquerda escreveu O Arquitecto, em 2007, uma peça de teatro que lembra Minoru Yamasaki, a década de 1970 nos EUA, os personagens políticos daquele tempo e que continuaram a fazer história até aos nossos dias. Curioso e interessante para quem gosta de Arquitectura, de História (a segregação nos EUA, a Segunda Guerra...) e de Política.
"(...) a pessoa que faz um caminho diferente para casa. Não é o caminho mais rápido, não tem de fazer aquele, não é obrigado. No entanto, gosta daquele caminho. Essa pessoa é o homem estético. Parou no meio da avenida para ver a multidão atravessar a rua. É a pessoa que já viu milhares de vezes uma nesga de vista entre dois prédios mas que continua a virar a cabeça cada vez que lá passa. Aquele que gosta de olhar para as poças de óleo de automóvel depois das primeiras chuvas. Aquele que gosta da chuva. Essas pessoas podem não ser artistas. Mas em todos esses gestos está o impulso da arte."

BW

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

a poesia e a literatura

Mas o miúdo que pregava pregos numa tábua, ou talvez o autor, quem sabe se eu próprio, já uma vez escreveu que, para ele, a poesia está aquém e além da literatura.

Manuel Alegre, O miúdo que pregava pregos numa tábua, p. 81


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Constantino guardador de vacas e de sonhos

Constantino tem doze anos e, a nós, pais, faz-nos voltar a um tempo que não foi o nosso mas que reconhecemos. A ida aos ninhos, as brincadeiras no rio, as lavadeiras, as palavras antigas e sábias das avós, a vida na aldeia.
Para os filhos, assim com a idade do Constantino, é a descoberta de um mundo que não é o deles, é a entrada num tempo antigo, real mas também de sonho. Melhor que qualquer Harry Potter!
Alves Redol é o autor deste livro, uma incursão pelo neo-realismo português, pelo Portugal pobrezinho mas honrado. (Se fosse vivo, o escritor ia odiar esta última frase!)
BW

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Bordalo Pinheiro no Jardim

Para quem estiver ou passar por Lisboa, sugiro uma ida, totalmente gratuita, ao jardim do Museu da Cidade, no Campo Grande. Com muita sombra e jogos tradicionais ao dispor dos visitantes, o jardim permite-nos ainda passear por entre peças de Rafael Bordalo Pinheiro. Uma viagem no tempo e imaginário deste português, que marcou uma época e um estilo, pensada por Catarina Portas e posta em prática por Joana Vasconcelos.

São sapos, peixes, cogumelos, caracóis, salamandras e macacos.
"E se todos esses bichos e vegetais [do Bordalo] se reunissem numa bela garden party, num jardim que seria uma festa?"

O resto do texto da autoria de Catarina Portas de onde retirei esta citação, e que explica o projecto, pode ser lido aqui. E vale a pena!

Ana Soares

domingo, 1 de agosto de 2010

A viagem de Saramago - Viagem de um Elefante



Nesta reportagem acompanhamos Saramago pelos caminhos de Salomão, o elefante. Mas descobrimos também Pilar e Saramago, a relação entre ambos. O que os aproximou e manteve juntos. Vale a pena fazer esta viagem.

Boas viagens para os que hoje começam as suas férias!