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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Let her go

Well you only need the light when it’s burning low
Only miss the sun when it’s starts to snow
Only know your love her when you let her go
Only know you’ve been high when you’re feeling low
Only hate the road when you’re missin’ home
Only know your love her when you’ve let her go


sexta-feira, 5 de julho de 2013

One day we'll be old

One day baby, we'll be old
Oh baby, we'll be old
And think of all the stories that we could have told.


terça-feira, 12 de março de 2013

Ainda o Justin

Na escola, no dia a seguir do concerto:
1. "A M. viu o Justin entrar no Pavilhão Atlãntico!", anuncia a C, ao aproximar-se do grupo de amigas.
"AAAAHHHHHHHHH!!!", grita a B, durante cinco minutos, aos saltos.
"Mas estás a gritar porquê?", pergunta a minha filha à amiga.
"Porque a M. viu o Justin entrar!!!", continua a B, a gritar.
"E então?! Não foi para isso que foi ao concerto?", torna a minha filha.
"Sim! Mas ela viu-o entrar!!!"
"E ele não tinha de entrar para dar o concerto...", relativiza a minha filha, encolhendo os ombros.

2. "A R. tocou-lhe na perna!", informa a C.
"AAAAHHHHHHHH! Foi com que mão? Com que mão?! Nunca mais podes lavar as mãos!!!", diz a B, aos saltos.

No trabalho:
Conta-me a Cláudia Carvalho, jornalista que fez as reportagens antes, durante e após o concerto que o que mais a impressionou foram os miúdos, também há seguidores do sexo masculino, que admitiram sofrer de bullying porque são fãs do Justin Bieber. "Mas não faz mal porque o Justin dá-me apoio, porque eu sei que ele está lá para mim", responderam vários desses miúdos.
É como uma religião? É como um deus?
BW

segunda-feira, 11 de março de 2013

O Bieber não é importante

A reportagem da Cláudia Carvalho diz tudo, mas eu gostava de acrescentar mais uma coisinha!

Ontem à noite estava no aeroporto à hora a que o avião onde vinha o Justin Bieber aterrou. Vinha de Londres, tal como o meu filho. "Se calhar o mano veio no mesmo avião", digo à minha filha, uma "não fã" impressionada com o número de fãs que esperava o cantor de 19 anos.
Na área das chegadas, umas 30 adolescentes. Cantam e o tom sobe quando as portas se abrem ou quando alguém diz saber de qualquer coisa. Há momentos em que se levantam e começam a correr, com ar alucinado, para outras áreas do aeroporto para, de seguida, voltarem ao local de origem e continuarem a cantar.
Finalmente o meu filho e os colegas – que participaram numa prova internacional, representando o país e não ficaram mal classificados –, saem e são surpreendidos com aquela comitiva de miúdas da mesma idade.
"Viram o Justin?"; perguntam algumas, ansiosas.
"Esse panisga?! Não", responde um dos rapazes com um sorriso, fazendo os outros rir.
"Uuuuuhhhhhh!", gritam as miúdas, furiosas, mesmo zangadas, à medida que eles se afastam.
"Ehhh!", grito eu, batendo palmas, na tentativa de reparar tão má recepção.
Abraçamo-los, damos-lhes os parabéns, dizemos-lhes o quanto nos orgulham e o quanto, mesmo sem o país saber, mesmo sem aquelas miúdas saberem, orgulham Portugal. Despedimo-nos e regressamos a casa. No dia seguinte há aulas, mesmo que eles tenham acordado de madrugada, desde sexta-feira, para irem, para treinarem, para fazerem a prova, para voltarem. No dia seguinte há aulas, horários para cumprir, testes para fazer e novos treinos.
As miúdas permanem na sua vigília, à espera que Bieber saia pela mesma porta que os comuns dos mortais. Há pais a acompanhar aquelas meninas, dos 12 aos 15/16 anos, às 22h45 (hora a que chegámos, seguramente que estavam lá há mais tempo) até às 23h30 (hora a que saímos), em véspera de dia de aulas. Há pais a acompanhá-las, frente ao Pavilhão Atlântico, miúdas que estão desde dia 2 à porta do sítio onde o canadiano vai cantar. Estão a faltar às aulas desde então. Há pais que permitem (?) que as miúdas façam tatuagens com o nome do cantor.
Ser adolescente é isso mesmo: excesso! Mas, por vezes, falta a moderação (que não é própria da adolescência); e o sentido do ridículo. Por isso os pais são importantes nestas alturas, não para alimentar a coisa, mas para a moderar e relativizar.
BW


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Grândola

Depois de ouvir Miguel Relvas a assassinar a música da qual, claramente, não sabe a letra, precisava de a ouvir "limpinha" e cristalina.




De acordo com a interpretação do filósofo José Gil, ouvido pela TSF, as manifestações que interromperam os discursos de Pedro Passos Coelho no Parlamento, e agora de Miguel Relvas, mostram que o povo quer outro caminho para o país.
"À falta de uma ideologia ou de um discurso que lidere e mostre uma via nova, porque ruiu o discurso socialista, o comunista, etc, vamos buscar a fonte que prometia ainda alguma coisa, como uma utopia no sentido mais positivo da palavra, o que está mais próximo é a revolução portuguesa, que não foi violenta e que prometia para todos e real, utopicamente", diz José Gil.
BW

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bom fim-de-semana!

Lá por casa há quem esteja a tentar aprender coreano com esta bela música que critica o estilo novo-rico dos jovens sul-coreanos. (Sim, não é uma piroseira qualquer, é uma canção de intervenção! Que o diga o artista chinês Ai Weiwei). PSY é o sul-coreano do momento!
A coreografia já sabemos quase toda, as palavras em inglês e o refrão também. Falta o resto!


sábado, 15 de setembro de 2012

Bom fim-de-semana




Se alguém pudesse pôr um fim à maldição
Que entristece a nossa antigeração
Talvez se o Maradona ainda jogasse futebol
E o rock n'roll ainda fosse a canção

Tantas memórias, tantas pontas desconexas
Se o Chuck Norris ainsa fosse o rei do Texas
E derrubasse o muro entre o «nós» e o «amanhã»
Sem fé no futuro, rumo ao passado a cantar, cantar, cantar

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o Fizz Limão? Ai o Fizz Limão há-de voltar?
Num dia de sol, o Fizz Limão há-de voltar!

A nossa estática perdeu-se no vazio
A nossa ética anda presa por um fio
Valham-nos as memórias de um céu bem mais azul
De quando o Verão Azul dava na televisão

Não sinto orgulho nas notícias da manhã
Já só vasculho nos baús da minha irmã
E o cheiro a naftalina é que me aquece o coração
Rumo ao passado a cantar, cantar, cantar

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o Fizz Limão? Ai o Fizz Limão há-de voltar?
Num dia de sol, o Fizz Limão há-de voltar!

No nosso tempo ninguém morria
No nosso tempo ninguém sofria
Tanto que no nosso ninguém dizia «o nosso tempo»

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Fim-de-semana em grande!

Há Festa do Avante!, na Atalaia.
Ou UB40 e Alphaville em Cascais!
Outras propostas aqui.