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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Londres




Ontem, gostei de ouvir Helena Roseta e Teresa Caeiro na SicNotícias, sobre Israel, Londres e exames nacionais



Helena Roseta faz uma leitura interessante sobre o porquê do vandalismo, o G2 do Guardian faz hoje a mesma leitura: é a pressão do consumismo, é a falta de acesso ao consumo...
BW

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Resultados da segunda fase dos exames nacionais

Das quatro disciplinas com mais alunos inscritos, só Biologia e Geologia teve média positiva. Português melhorou (pouco), Inglês e Matemática A nem por isso.
O que se passa? São os alunos? São os critérios de correcção? São os professores a ensinar ou a corrigir?
Entretanto, segundo a Fenprof, os professores com horário-zero podem ser milhares, por causa dos cortes previstos nas escolas...
BW

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mais exames no final do 3.º ciclo

Dois amigos professores perguntam-me: "O que é que dizes a mais exames no final do 9.º ano?". Alheia às notícias - quando estou de férias afasto-me mesmo e só leio as gordas, na vitrina da papelaria, e vejo as notícias das 22h00, na RTP2 quando já terminei de jantar (que é quase nunca) - digo que não sei de nada, digo a verdade. E eles insistem, que sim, que vai haver mais dois exames além do de Língua Portuguesa e de Matemática. Serão de uma área científica - Físico-Química? Ciências da Natureza? E de uma língua estrangeira.
Os meus amigos que até à legislatura anterior eram contra o facilitismo dos exames e a sua falta de rigor; agora são contra os exames porque são caros. Fica caríssimo, do papel ao transporte; das medidas de segurança ao número de professores necessários, insistem. Um deles até fala do impacto ambiental. Sim, sim, vou acenando com a cabeça enquanto penso como é curioso terem mudado de opinião sem, na verdade, o terem feito.
Se antes, os exames eram maus porque não eram rigorosos; agora são bons (ainda ninguém viu uma prova feita pelo serviço externo a que o actual Governo vai encomendar os exames, mas todos têm a certeza que serão melhores pelo nível de exigência que o ministro proclama) mas ficam caros, por isso, é melhor não fazer tantos e deixar tudo como está.
BW

sexta-feira, 22 de julho de 2011

2ª época de exames

Hoje começou a segunda época de exames nacionais. Como é habitual, o exame de Português, cod. 639, foi o primeiro. Os critérios de classificação já estão disponíveis aqui.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

As diferenças entre as notas dos exames e as dadas pelos professores

Se, por um lado, todos sabemos que o próprio exame e respetivos critérios de classificação exercem nesta matéria um papel preponderante, por outro, também é claro que a avaliação contínua realizada pelos docentes inclui muitos outros elementos que a avaliação externa exclui.
Enumeremos alguns exemplos de aspetos não contemplados pela avaliação externa:
-componente oral - que no caso do Português conta obrigatoriamente 25%;
- componente laboratorial - que no caso da Física e Química conta 30% da nota final do aluno;
- participação e empenho;
- progressão ao longo do ano.

Considerando estes elementos, parece-me normal que existam oscilações entre as notas finais de ano e as dos exames. Todavia, quando estas diferenças surgem exacerbadas... alguma outra coisa está mal.

O Público ouviu alguns professores e seus representantes quanto a esta questão. Leia a notícia aqui.

Ana Soares

terça-feira, 19 de julho de 2011

De quem é a culpa dos maus resultados no Português?

Maria do Carmo Vieira volta a ser chamada para falar de uma realidade da qual me parece estar muito distante. Ataca, uma vez mais, os programas que, na sua perspetiva, estão esvaziados de conteúdos e que descreve como sendo "uma brincadeira pegada".
Todos os professores com quem falo referem os conteúdos programáticos excessivos, para além de ser consensual que as competências também devem ter um espaço privilegiado nas salas de aula e que as mesmas precisam de tempo para ser desenvolvidas e aperfeiçoadas.
Discordo da leitura da referida colega. Discordo da análise que faz dos exames, particularmente da que faz do exame de 9º ano deste ano, que não me parece ter sido "infantilizante" nem me parece que tenha tido perguntas "estupidificantes".
Mas a colega faz afirmações polémicas. E isso dá audiência.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Exames nacionais: De quem é a culpa?

Dou uma volta pela blogosfera da educação e a culpa dos maus resultados nos exames nacionais pode ter uma de três causas (ou todas ao mesmo tempo!):
1. Os alunos - nunca chegaram tão mal preparados, não sabem nada, não há uma cultura de exigência, passam-nos... enfim, uns ignorantes, uns brutos, uns preguiçosos!
2. O Ministério da Educação - do modelo de avaliação dos professores, da falta de autonomia das escolas, do tempo que é exigido aos professores para estarem na escola, da falta de condições, dos exames que foram mais difíceis, da tutela que não pagou aos professores correctores...;
3. O Mundo - a sociedade já não é o que era, no meu tempo de liceu é que era bom, hoje chegam todos à escola, os filhos dos pais que não foram à escola, os que não gostaram da escola, os que têm fome, os pobres, os violentos, os ciganos, os filhos de pais divorciados, os filhos dos pais casados mas mais valia estarem divorciados, os filhinhos dos papás que lhes dão tudo menos educação...

E os professores?
Quem é que ensinou (ou não) os meninos? Quem é que os preparou (ou não) para responder aos exames? Quem é que esteve (ou não) durante um ano inteiro na sala de aula com os alunos? Perdão, um bloco de 90 minutos por semana, com os alunos na sala de aula?
Os estudantes estiveram sozinhos? Estiveram com o primeiro-ministro, com a ministra, com os secretários de Estado, com os senhores do Eduquês, com os pais?
Afinal, com quem estiveram os alunos o ano inteiro?

A culpa dos maus resultados dos exames é só dos professores? NÃO! Mas não pode ser de todos os actores educativos menos deles. Haja um bocadinho de bom senso e de reflexão no interior da classe.

BW
PS: A história da menina de quatro anos esquecida na carrinha também não foi culpa das educadoras, nem das auxiliares, foi da criança que adormeceu, foi dos pais que não estavam à porta do autocarro às 16h em ponto, porque os pais deixam os meninos nas escolas, esses armazéns de crianças...

E nos exames nacionais do secundário...

... a média negativa no exame nacional de Português é a pior dos últimos 14 anos.

Leia a notícia aqui.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Os resultados dos Exames Nacionais do 9º ano (2011)...

foram os piores dos últimos anos.

Amanhã teremos os resultados do secundário.

Leia a notícia aqui.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Exame de Matemática 2011

Dizem os alunos ouvidos pelo Público que o exame nacional de Matemática - 12º deste ano foi mais "trabalhoso". Leia aqui as opiniões dos alunos e consulte a prova e critérios aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Hoje continuaram os exames...

Biologia e Geologia - cód. 702

Matemática Aplicada às Ciências Sociais - cód. 835

História B - cód.723

História da Cultura e das Artes - cód.724

As referidas provas e respectivos critérios de classificação podem ser consultados aqui.

Quanto ao primeiro desta lista, Biologia e Geologia, o Público noticia o seguinte:
Mais geologia e menos biologia do que o esperado, mas o exame não era difícil. As colegas da disciplina corroboram.

Exame nacional 2011

Basta escrever as duas palavras do título para nos cairem no blogue milhares de visitantes e quando digo milhares, são mesmo! Ontem, foram 10 mil visitas (nada a que não estejamos habituadas... Mentira! Nunca recebemos tantas visitas num dia). Temos que agradecer às palavrinhas mágicas, aos motores de busca que mandam os estudantes para o nosso blogue, ao Ministério da Educação por fazer exames e ao GAVE por bloquear em dia que os alunos querem mesmo saber, desesperadinhos, se responderam correctamente nas provas... O azar (ou incompetência) do GAVE - com outros serviços acontece a mesma coisa, que o digam os professores quando querem aceder aos concursos; que o digam os contribuintes quando querem declarar o IRS - foi o sucesso das nossas estatísticas.
Amanhã, vamos escrever "Exame nacional de Matemática" e não escrevemos nada em texto, a ver o que acontece! (Vão insultar-nos, os meninos, é o que vai suceder!)
BW

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Exame Nacional de Português - 12º - 2011

Depois da Língua Portuguesa, seguiu-se o Português. O primeiro exame, hoje de manhã, foi o o 9º ano. Agora, de tarde, foi a vez da disciplina de língua materna do secundário que, de acordo com o programa, assume a designação de Português.

Os alunos, como sempre, tentavam fazer futurologia: Será Caeiro que vai sair? Este nunca saiu. Outro aluno dizia: Parece que há um padrão e que de dois em dois anos temos Memorial e Camões. Enfim. Na hora da prova, lá se desvendou o mistério: Grupo I, um poema de Campos para interpretação; exercício B, 80 a 130 palavras sobre Reis e a sua perspectiva da passagem do tempo; Grupo III, a produção de um texto argumentativo sobre a importância da leitura (tema também proposto no exame do 9º ano, de manhã).
O grupo II não foi uma surpresa. Muito funcionamento da língua velado e alguns alunos a reclamar que, apesar dos professores os terem preparado para tal, continuam a achar que há muito estudo que não é aqui avaliado explicitamente.
Este ano, para além das habituais escolhas múltiplas - que oscilaram entre as fáceis e outras discutíveis - (e em vez do habitual quadro de correspondência), estreou-se outro tipo de questão fechada. Três alíneas, a valer 5 pontos cada, duas acessíveis, a terceira aposto que muitos alunos vão errar...

Ana Soares

Exame Nacional de Língua Portuguesa 9º ano 2011

A época de exames teve início com o exame de 9º ano de Língua Portuguesa.
A estrutura repetiu-se, o grau de dificuldade correspondeu ao que já vem sendo um hábito. Os textos escolhidos pareceram-me adequados. Numa primeira leitura da prova, não me pareceu que a mesma fosse difícil. Com atenção, estaria ao alcance dos alunos.
Quanto aos critérios de classificação (que podem tornar um exame fácil em difícil), teremos de esperar por mais logo. Os mesmos irão aparecer aqui.
Para os mais ansiosos, aqui ficam já as soluções do grupo I
exerc. 1
a - 1; b - 4; c - 6; d - 5; e - 3
exerc. 2
2.1. - c; 2.2. - b; 2.3. - d; 2.4 - b

Estudar para os exames

Porque é que as esplanadas estão cheias de miúdos?

domingo, 19 de junho de 2011

Calendário dos exames nacionais

Pode consultar aqui o calendário dos exames nacionais do secundário da 1ª e da  2ª época.
Amanhã começa a 1ª época com os exames de Latim e Português.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Nuno Crato é o novo ministro da Educação

Professor universitário, presidente do Taguspark, cronista do Expresso, ex-presidente da Sociedade Portuguesa da Matemática, conhecido pelas suas posições a favor dos exames no final de cada ciclo, contra o facilitismo dos mesmos, a favor da avaliação dos professores... Nuno Crato é o ministro que acumula as pastas da Educação, Ensino Superior e Ciência.
Adeus aos dois ministérios, aos dois ministros, aos três secretários de Estado! Olá a um único ministério que congrega todo o ensino. Resta saber quantos e, sobretudo, quem são os secretários de Estado.
BW

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O CEJ, os magistrados, o sindicato...

Copiaram alguns dos futuros juízes deste país. Foram-lhes anulados os testes? Não! O castigo foi ter dez valores, numa escala de zero a vinte. É um castigo justo diz o CEJ. Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, diz que estas pessoas não serão magistrados honestos, que lhes falta legitimidade moral para julgarem outros cidadãos. Marinho Pinto diz que os testes deviam ser anulados. Já o representante do sindicato dos juízes também concorda com a anulação do teste mas diz que esta situação não deve por em causa o CEJ.
De facto, esta situação - a do copianço - não deve por em causa o CEJ mas a decisão que o CEJ tomou de atribuir dez aos que eles pensam que copiaram já me parece que põe em causa a instituição e que as descredibiliza.
E amanhã, ou hoje mesmo, teremos alunos do básico, do secundário, do superior a dizer: "Ih... Ó setor não acredito que me vai anular o teste... Faça como os ilustríssimos senhores juízes do CEJ, seja justo comigo setor..."
BW

terça-feira, 14 de junho de 2011

A ler a avaliação que Eduardo Pitta faz...

... Do trabalho da Clara Viana no PUBLICO, aqui http://daliteratura.blogspot.com/ ... Isto é do trabalho dos últimos governos e da sua aposta na educação.
BW

segunda-feira, 13 de junho de 2011

"Provas intermédias podem prejudicar alunos e mudar o ensino para pior"

Excelente trabalho da Clara Viana no PÚBLICO de hoje (em papel) sobre os testes intermédios. Os alunos portugueses fazem quase seis vezes mais testes intermédios do que há cinco anos. A jornalista ouviu especialistas em avaliação preocupados com o modo como as escolas estão a aplicar os testes intermédios, com o "ensinar para o teste" (de que eu falava aqui, há uns dias). Contudo, segundo um inquérito do GAVE às escolas, os professores estão satisfeitos com os mesmos (não era a Ana Soares que pedia um teste intermédio para a sua disciplina?).
Apesar dos professores estarem contentes, o responsável do GAVE lamenta que as escolas não façam mais com a informação que o gabinete fornece às escolas. Porque sabem aplicar os testes mas já têm mais dificuldade em trabalhar os seus resultados, provavelmente por falta de tempo.
Com o novo Governo prevê-se que venham aí mais provas, mais exames, mais testes! PSD e CDS adoram exames, quais provas de aferição, exames é que é! E defendem-os em nome da exigência.
Já estou a imaginar os professores todos felizes e contentes a preparar os meninos para responder bem aos testes intermédios e aos exames! Os alunos é que nem por isso ou talvez sim, porque, vistas bem as coisas, é só estudar para o exame e pronto, não se fala mais nisso...
BW