Professor universitário, presidente do Taguspark, cronista do Expresso, ex-presidente da Sociedade Portuguesa da Matemática, conhecido pelas suas posições a favor dos exames no final de cada ciclo, contra o facilitismo dos mesmos, a favor da avaliação dos professores... Nuno Crato é o ministro que acumula as pastas da Educação, Ensino Superior e Ciência.
Adeus aos dois ministérios, aos dois ministros, aos três secretários de Estado! Olá a um único ministério que congrega todo o ensino. Resta saber quantos e, sobretudo, quem são os secretários de Estado.
BW
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Nuno Crato é o novo ministro da Educação
terça-feira, 14 de junho de 2011
A ler a avaliação que Eduardo Pitta faz...
... Do trabalho da Clara Viana no PUBLICO, aqui http://daliteratura.blogspot.com/ ... Isto é do trabalho dos últimos governos e da sua aposta na educação.
BW
BW
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Governo Sócrates em balanço
O PÚBLICO está a fazer um balanço do Governo Sócrates, os seis anos do executivo, em diversas áreas. Hoje foi a vez da Educação, centrada apenas no mandato de Isabel Alçada. Um trabalho de Clara Viana completo, onde foram ouvidos não só os partidos mas também os professores. O título da primeira página do PÚBLICO é apetecível: "Mudança cosmética" deixou quase tudo por fazer na Educação. A ler.
BW
BW
segunda-feira, 28 de março de 2011
Alterações aos horários dos professores
O despacho 5328/2011 , publicado hoje, vem trazer alterações aos horários dos professores.
Recomendo uma leitura atenta do mesmo, mas destaco desde já que a única redução na componente lectiva, decorrente da atribuição de cargos, é a de director de turma diurno (2h).
Todas as outras reduções ( coordenador de departamento, coordenador de ciclo, clubes e projectos, desporto escolar, apoio ao professor bibliotecário) passam a ser feitas na componente não lectiva, conforme se pode observar no quadro do anexo III.
Todas as outras reduções ( coordenador de departamento, coordenador de ciclo, clubes e projectos, desporto escolar, apoio ao professor bibliotecário) passam a ser feitas na componente não lectiva, conforme se pode observar no quadro do anexo III.
Curiosamente, as funções de relator no processo de avaliação de desempenho dos docentes também são associadas à componente não lectiva.
Ana Soares
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Sit down... em dia de greve!
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Fim das reduções?
Sugiro a leitura do post de Aventar que refere, na sequência de uma reunião entre o Ministério da Educação e Directores de Agrupamentos, algumas possíveis mudanças na carreira docente, por exemplo, o fim das reduções por funções/cargos, incluindo o de direcção de turma.
22 horas reais e, além disso, os cargos! Fico sem palavras. Se com redução, este trabalho, feito de forma séria, já exige que se dê, por vezes, do tempo da família, do tempo do lazer e do descanso (sim, porque os professores são humanos e também precisam destas coisas para terem "o copo cheio" e poderem ir felizes para a escola) ... se tais reduções terminarem, não sei. Daremos todos em loucos!
Ana Soares
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A Ministra da Educação em entrevista
Neste link podemos acompanhar um excerto da entrevista da Senhora Ministra da Educação ao jornal Público. O mesmo versa sobre as metas - da Língua Portuguesa e Matemática - e o concurso extraordinário para os docentes. Com alguns exemplos práticos, explicando às jornalistas e professores o que é parafrasear. Sem grandes novidades. Ainda assim, vale a pena ver. Esperemos pela entrevista na integra.
Ana Soares
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Estatuto da Carreira Docente
Fim da carreira docente dividida entre professores e professores titulares. Leia mais aqui.
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Estatuto da Carreira Docente
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Afinal não havia outra...
Depois de tantas expectativas criadas quanto aos horários dos professores, afinal não havia uma contraproposta por parte do ME quanto a este tema...
Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof , após a reunião com responsáveis do ME afirma:
“Recordo que a senhora ministra tem vindo a afirmar que reconhece que os horários dos professores são desadequados do ponto de vista daquilo que é a exigência pedagógica que o professor tem e, portanto, aquilo que os professores hoje estavam à espera era que houvesse uma contraproposta do ministério no sentido de alterar a legislação, quer em relação à sua componente lectiva, quer não lectiva"
Mário Nogueira sublinhou ainda que os professores não querem menos horas de trabalho, mas sim “que a organização do trabalho dentro do horário estipulado por lei seja feita de uma forma que permita dar qualidade ao ensino e ao desempenho dos professores” (mas ficámos sem saber exactamente qual a proposta que foi feita e que traduz esta ideia...).
Segundo o que o secretário-geral da Fenprof disse ao Público, o Ministério da Educação invocou motivos de “ordem financeira, social e política” para não aceitar as alterações propostas pelos sindicatos.
Assim, aquilo que a tutela apresentou aos sindicatos “são apenas pormenores irrelevantes para efeitos dos horários dos professores”, garantiu Mário Nogueira, dando como exemplo “o fim da [obrigatoriedade da] prova de recuperação dos alunos” com excesso de faltas.“
Está marcada nova reunião para dia 19 de Fevereiro.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Vozes sobre o acordo
Professores, escritores, ex-ministros deram ao Público a sua opinião sobre o recente ocordo. Aqui fica o registo das suas opiniões.
Quanto a mim, avizinha-se o primeiro dia do resto da vida das nossas escolas. Vamos ao que interessa! Trabalhar, todos - pais, professores, sindicatos, administração, ME -, para um melhor sistema educativo, mais justo, mais rico, mais exigente. Vamos dar um melhor futuro aos nossos jovens.
Ana Soares
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
A avaliação dos professores
Então como será a avaliação?
Para ler o acordo de princípios ontem obtido, clique aqui.
Ana Soares
A mesma processar-se-á a partir de três elementos:
- relatório de auto-avaliação;
- observação de aulas (pelo menos duas; sempre a pedido do docente, condição para a classificação de Muito Bom e Excelente e para a progressão ao 3º e 5º escalão);
- ficha de avaliação global.
O processo de avaliação ficará dependente de uma Comissão. A mesma será constituída pelo Presidente do Conselho Pedagógico e três docentes do mesmo orgão. A avaliação competirá ao Júri. Este será consituído pelos membros da comissão e por um elemento variável pertencente ao departamento curricular do avaliado.
Para ler o acordo de princípios ontem obtido, clique aqui.
Ana Soares
Ano Novo. Paz nas Escolas.
Depois de quatro anos e uma última etapa de negociações que durou 14 horas, temos acordo na educação!
A Ministra alegrou-se com o "feito":
“Como ministra da Educação estou muito satisfeita e quero assegurar a todos os portugueses que este acordo é um bom acordo. Bom para a Educação, bom para as nossas escolas, bom para os professores e bom para o país”. (in Público)
Caiu a prova de ingresso para os “candidatos” que já tenham leccionado e sido avaliados e todos os professores com Bom poderão ascender ao topo da carreira no final de 40 anos.
Além disso, os lugares ocupados pelos professores com “Muito Bom” e “Excelente” não serão contabilizados para efeito do preenchimento de vagas. Deste modo, a progressão destes professores, que está garantida independentemente da existência ou não de vagas, não retirará lugares aos docentes classificados apenas com “Bom”.
Estas foram as últimas arestas a serem limadas. Sabemos que o perfil da Ministra contribuiu para este facto: serenidade, diálogo, reconhecimento do valor dos docentes.
Ano Novo. Paz nas escolas.
Ana Soares
Finalmente um acordo
Agora vamos esperar que os docentes se voltem a concentrar no que é realmente importante e que tal como disse a ministra Isabel Alçada a tranquilidade regresse à escola. Habemus acordo , gritou-se ao fim de 14 horas de negociações.
BW
BW
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Negociações perto do fim
Ministério da Educação deixa cair a prova de accesso à carreira e a exigência de vagas para o acesso ao terceiro escalão. Afinal, será esta uma medida tão inesperada? É que já tinhamos ouvido a anterior senhora ministra, ainda que "en passant" numa entrevista, afirmar que este constrangimento, chamemos-lhe assim, seria temporário. Ainda assim, não há confirmação da posição dos sindicatos, pois, para os professores classificados com Bom, a progressão na carreira para o quinto e sétimo escalão continuará a ficar dependente da abertura de vagas.
Ana Soares
Última ronda negocial. Hoje.
"Governo e sindicatos realizam quinta-feira aquela que deverá ser a última ronda negocial para a revisão do estatuto da carreira e da avaliação docente, depois de terem falhado um acordo na semana passada. No centro da discórdia está, sobretudo, a progressão dos professores classificados com Bom. Segundo a proposta do ministério, nem todos aqueles que conseguirem esta nota poderão aceder ao topo da carreira, ficando dependentes da existência de vagas. "
Isabel Alçada afirmou que “em relação ao sistema de avaliação, o modelo está praticamente aceite”, mas no que respeita ao estatuto da carreira há “ainda algumas propostas a apresentar”.
Lusa/Jornal PÚBLICO
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
ME e sindicatos terminam o ano sem acordo
Ano civil acaba sem acordo entre ME e sindicatos. Na próxima semana o ME vai apresentar uma nova proposta para a revisão da carreira. Ainda que sem grandes novidades, vale a pena passar por aqui.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Negociações em tempo de Natal
Na próxima quarta-feira haverá mais uma fase de negociações no que diz respeito ao estatuto da carreira docente. Esta foi a proposta enviada pelo ME aos sindicatos.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Avaliação dos professores: a caminho de um acordo??
Se por um lado o Ministério da Educação assumiu perante a Fenprof que todos os professores avaliados com "bom" terão acesso ao topo da carreira, outras questões impedem ainda um acordo. Ontem, na comissão de educação, a nova Ministra defendeu a existência de quotas, afirmando que as mesmas permitem fazer uma diferenciação e estimular os profissionais a progredir.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Por cá, a moda já começou nos privados...
"O Governo irlandês adoptou medidas drásticas para controlar a despesa pública no orçamento para 2010 e decidiu reduzir salários a professores, enfermeiros e polícias. Está também prevista a redução de prestações da segurança social a desempregados e a famílias com filhos.". Mais aqui .
Têm sido muitas as vozes que se ouvem a defender cortes nos salários e por cá já se começou a sentir, não na função pública, mas nas empresas privadas e os trabalhadores preferem isso a ficar sem trabalho. E lá vão fazendo o sacrifício, sabendo que os seus chefes saem com grossas indemnizações ou que ganham chorudos prémios no final do ano.
Em contraparida, esta parece ser uma boa notícia: "A França vai seguir o exemplo do Reino Unido e taxar em 50 por cento os bónus dos quadros superiores da banca acima dos 27 mil euros, segundo o jornal Les Echos, uma informação hoje parcialmente confirmada pela presidência francesa que sublinha que "a forma ainda não foi encontrada"".
Esperemos que o Governo português siga o exemplo francês e não o irlandês!
Entretanto, os sindicatos dos professores e o Ministério da Educação continuam a negociar alterações ao estatuto, avaliação e progressões nas carreiras. Se a tutela mantiver os pontos com os quais os sindicatos estão em desacordo, parece-me que os professores não voltarão a ter o apoio da opinião pública que conseguiram na legislatura anterior.
BW
Têm sido muitas as vozes que se ouvem a defender cortes nos salários e por cá já se começou a sentir, não na função pública, mas nas empresas privadas e os trabalhadores preferem isso a ficar sem trabalho. E lá vão fazendo o sacrifício, sabendo que os seus chefes saem com grossas indemnizações ou que ganham chorudos prémios no final do ano.
Em contraparida, esta parece ser uma boa notícia: "A França vai seguir o exemplo do Reino Unido e taxar em 50 por cento os bónus dos quadros superiores da banca acima dos 27 mil euros, segundo o jornal Les Echos, uma informação hoje parcialmente confirmada pela presidência francesa que sublinha que "a forma ainda não foi encontrada"".
Esperemos que o Governo português siga o exemplo francês e não o irlandês!
Entretanto, os sindicatos dos professores e o Ministério da Educação continuam a negociar alterações ao estatuto, avaliação e progressões nas carreiras. Se a tutela mantiver os pontos com os quais os sindicatos estão em desacordo, parece-me que os professores não voltarão a ter o apoio da opinião pública que conseguiram na legislatura anterior.
BW
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