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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um quinto da população...

... sem qualquer nível de ensino, dizem os dados provisórios do Censos 2011. Aquele que estivemos todos a fazer pela Internet, há uns meses...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Entrevista de Nuno Crato ao PÚBLICO

Cortes nos professores
"É verdade que a educação é um sector estratégico (...) Quase metade (46.7%) do pessoal da administração central está no Ministério da Educação. É um valor extraordinário. isso significa que as reduções têm de ser, em grande parte, em pessoal e que têm de se reflectir na educação. Não há nenhum menosprezo pela educação."

Cortes nas disciplinas (e nos professores)
"(...) é necessário concentrar nas disciplinas essenciais, que é necessário eliminar a dispersão na oferta curricular, que é necessário reforçar o Português e a Matemática, que é necessário dar dar mais atenção à História, à Geografia, às Ciências e ao Inglês."
"(...) TIC no 9.º ano de escolaridade. Nesta idade, a maioria dos jovens já domina os computadores perfeitamente (...)"
"(...) par pedagógico em Educação Visual e Tecnológica. Percebo que seja bom ter dois professores na sala de aula, mas não estamos em época de o fazer. (...)"

Corte nas actividades extra-curriculares (mais nos professores e monitores)
"(...) temos de ver o que é essencial e o que é acessório. Se é só para manter as crianças nas escolas, para ajudar os pais, enquanto estão a trabalhar, é uma coisa. Mas se é para lhes dar alguma componente educacional, então temos que pensar o que podemos fazer melhor."

Cortes nas obras das escolas (na melhoria de condições para professores e alunos) "(...) neste momento não há nenhuma verba para a Parque Escolar no orçamento de 2012."

Aumento dos contratos com os privados (que seguirão as directrizes do MEC e também hão-de cortar nos professores)
"Gostaríamos muito de ter um alargamento dos contratos de associação e de autonomia. Ao contrário de outras pessoas, não temos nada contra o ensino privado. (...)"

Estes cortes afectam os professores mas sobretudo os alunos. Nem todos os alunos chegam ao 9.º ano com conhecimentos de TIC. Eles sabem manusear um jogo, um telemóvel, uma consola, não sabem usar o software para trabalharem... Quando não houver extra-curriculares muitos pais não terão oportunidade de oferecer inglês ou música aos seus filhos... Ninguém aprende bem em salas de aula velhas e frias...
O desinvestimento na educação pagar-se-á caro. E aí sim, o ministro deverá indignar-se verdadeiramente. Se hoje diz: "Não é admissível um aluno chegar ao 9.º ano, ao fim da escolaridade obrigatória [a menos que a lei mude, a escolaridade obrigatória é de 12 anos, senhor ministro], e ter dificuldade em ler um jornal." O que dirá amanhã, depois de todos estes cortes serem aplicados?

BW

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pagamos os cortes na educação?

1. Depois de propor suspender a democracia por seis meses, Manuela Ferreira Leite vem pedir que se suspenda a gratuitidade no acesso à educação e à saúde, sabendo que pagamos impostos para suportar estas duas rubricas, sabendo que os pais pagam os manuais escolares, as refeições, etc.... Não sei do que fala a ex-governante, não sei se acredita que os pais podem pagar um bocadinho mais, que diabo! Afinal não chega para pagar salários da função pública, pensões, subsídios e pensões vitalícias a políticos. Os pais têm de compreender!

2. Os cortes previstos no Orçamento de Estado para a educação poderão ser feitos através da reorganização curricular. Fala-se de cortes nas disciplinas de História, Geografia, Línguas Estrangeiras, Educação Visual e Tecnológica e Educação Física. Tudo luxos para meninos mimados! Para que é que eles precisam de ter memória? De saber onde fica o continente africano? De falar outras línguas (eles nem vão ter de emigrar nem nada...)? De ter sentido estético? De ter saúde? Para quê investir neles? Para quê pagar salários a professores? Será preferível pagar subsídios de desemprego aos docentes?
Será que o Governo está convencido que todos os meninos têm acesso à cultura (já não há museus grátis ao domingo), aos livros, à natação, ao ballet, ao judo, ao inglês? É que as famílias consomem cada vez menos...

3. Manuela Ferreira Leite quer que os pais paguem a educação que não vão ter?

4. O Governo também pode propôr aos pais pagar à disciplina - quer que o seu filho saiba História? São 10 euros, sff. Fica a sugestão!

Entretanto, preparemo-nos para ter um país todo assim:





quinta-feira, 29 de setembro de 2011

500 euros de prémio

O texto de hoje da Graça Barbosa Ribeiro no PÚBLICO revela que somos, de facto, um país feito de gente boa! Há directores de escolas que andam à procura de mecenas para manter o prémio de mérito aos alunos, os tais 500 euros. Outros ponderam dá-los do seu próprio bolso.
Revela ainda algumas histórias de bons alunos, bons miúdos e generosos, que precisam mesmo do dinheiro porque não vivemos num país rico. Termina assim:

"Regina Leite, aluna de Felgueiras que entrou em Medicina no Porto, mostra-se conformada. Perdeu a mãe aos 12 anos e teve de crescer depressa para ajudar o pai a cuidar da casa e da irmã, que tinha seis anos. "Ainda assim, nunca tive de trabalhar fora de casa, por isso acredito que haja pessoas a precisar mais do que eu", disse, ao saber que não receberia o prémio."

Não imaginam o que eu já chorei esta manhã! Ai, as hormonas!...
BW
PS: Como diz uma leitora de Eduardo Pitta podia-se ter poupado na visita de Cavaco aos Açores...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Já não há 500 euros para os melhores alunos

Eu não gosto de quadros de honra. Eu não gosto de prémios de mérito. Eu não gosto de fardas! Tudo me faz lembrar tempos antigos e as saudades de Salazar, que era o que este país precisava, agorinha mesmo, de um novo Salazar! Tudo me faz lembrar hinos da Mocidade Portuguesa - "cá vamos, cantando e rindo", marchas, saudações e uniformização da sociedade portuguesa onde abolimos tudo o que é diferente.
Não gosto e já disse a quem de direito.
Os prémios de mérito criados por Maria de Lurdes Rodrigues tinham como função, como o próprio nome indica, premiar os alunos com melhores resultados e não era só o dar um aperto de mão, uma pancadinha nas costas e os parabéns, pois tinham um valor pecuniário a entregar aos alunos no Dia do Diploma (outro nome horroroso!). Este valor, acredito, pode ter motivado alguns estudantes a conseguir fazer ainda melhor e a merecer recebê-lo!
Apesar de não gostar, reconheço que tem um fim nobre e que pode ser motivador e até um exemplo para os restantes estudantes.
Apesar de não gostar, não fiquei contente com a medida agora anunciada de os retirar. A dias de os miúdos receberem o dinheiro dizer-lhes "esqueçam" é, no mínimo, desonesto, para não dizer injusto; se há coisa que os alunos não são é parvos e dizer-lhes "não é para vocês é para os pobrezinhos porque vocês têm de aprender a ser solidários" é... desonesto.
É até incongruente da parte de um ministro que foi ao aeroporto receber os alunos que participaram nas olimpíadas de Matemática e felicitou o aluno que ganhou bronze nas olimpíadas de Biologia... É contraditório da parte de uma pessoa que defende o mérito...
O mérito só é válido e só é premiado se não custar dinheiro ao Estado? Ou se for conquistado no estrangeiro?
Não sei mesmo se esta medida não é ilegal. Afinal o despacho de Maria de Lurdes Rodrigues não foi revogado... Não teria sido melhor, primeiro revogar o documento e abolir a coisa só para o ano?
BW

sábado, 30 de julho de 2011

Provas de superação

- Na escola dos teus filhos existem provas de superação? pergunta um amigo, pai e professor.
- Não sei... De recuperação, sei que existem.
A partir daqui, ouço-o lamentar-se porque os professores, seus colegas de trabalho, só têm preocupações com os alunos que estão em risco de chumbar, que é com os que têm mais dificuldades que trabalham, esquecendo os outros, os medianos e os que se podem superar. Cada turma pode ter, pelo menos, três níveis e os professores trabalham para a mediania ou para a mediocridade.
Nós, os pais nunca estamos satisfeitos, seja em que patamar estejam os nossos filhos. Se eles estão em risco de chumbar, queremos lá saber se o professor trabalha ou não com os outros! Queremos é que o professor trabalhe com o nosso e o prepare para conseguir superar os obstáculos. Os outros estão bem, o nosso é que não!
Se o nosso filho pode fazer melhor, queremos que o professor trabalhe com ele e reconheça as suas capacidades e ambições, que o ensine a superar-se, a ser melhor.
Contudo, o que nos parece, é que os professores não fazem nem uma coisa, nem outra. Mas isso somos nós, do lado de cá do muro, que não temos acesso a tudo. Assustador é ouvir um pai/professor fazer essa análise, frustrado com os conselhos de turma que levam horas a discutir a passagem de um 2 para 3 (numa escala se 1 a 5), mas que não querem saber dos que poderiam ter um 5 em vez do 4.
BW

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Calendário escolar 2011/2012

As aulas começam entre 8 e 15 de Setembro.
Pré-escolar: o termo das actividades a 6 de Julho de 2012. As interrupções das atividades educativas nestes estabelecimentos para a Páscoa e o Natal correspondem a cinco dias úteis seguidos ou não, entre 19 e 30 de Dezembro e 28 de Março e 9 de Abril, respectivamente. No Carnaval a pausa é 20 e 22 de Fevereiro.
Ensino Básico e Secundário: o 1.º período termina a 16 de Dezembro. As aulas recomeçam no dia 03 de Janeiro e voltam a terminar a 23 de Março para as férias da Páscoa.
Os alunos regressam a 10 de Abril para o último período.
A 8 de Junho terminam as aulas para o 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos.
A 15 de Junho, entram de férias os alunos dos restantes anos de escolaridade.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Novas Oportunidades em Espanha

Uma responsável do departamento de educação ao longo da vida do ministério da educação espanhol diz-me que estão a copiar o nosso modelo de reconhecimento e validação de competências. "A copiar", sublinha ela, "até o nome: Novas Oportunidades". Eu argumento que tem havido muitas queixas, que os partidos da oposição (agora no poder) têm criticado muito o programa, que - quem sabe - pode não continuar, pelo menos, nos moldes em que está... "Uma pena, porque é um modelo inovador, diferente dos dos nórdicos e que se adequa muito aos nossos adultos".
BW

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O CEJ, os magistrados, o sindicato...

Copiaram alguns dos futuros juízes deste país. Foram-lhes anulados os testes? Não! O castigo foi ter dez valores, numa escala de zero a vinte. É um castigo justo diz o CEJ. Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, diz que estas pessoas não serão magistrados honestos, que lhes falta legitimidade moral para julgarem outros cidadãos. Marinho Pinto diz que os testes deviam ser anulados. Já o representante do sindicato dos juízes também concorda com a anulação do teste mas diz que esta situação não deve por em causa o CEJ.
De facto, esta situação - a do copianço - não deve por em causa o CEJ mas a decisão que o CEJ tomou de atribuir dez aos que eles pensam que copiaram já me parece que põe em causa a instituição e que as descredibiliza.
E amanhã, ou hoje mesmo, teremos alunos do básico, do secundário, do superior a dizer: "Ih... Ó setor não acredito que me vai anular o teste... Faça como os ilustríssimos senhores juízes do CEJ, seja justo comigo setor..."
BW

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A violência coreografada na vida real

Que os meninos se batem nos corredores da escola, nos recreios, na rua, já se sabe. Não é novo, sempre aconteceu, os maiores, os mais cobardes, os mais idiotas, os que não sabem ignorar uma boca, os mais primários, os que ainda não aprenderam que os assuntos se resolvem a conversar, etc. Alguns, em casa, aprendem que não se bate, sabem que não se bate, mas os outros batem, o grupo bate, na televisão vê-se bater, os heróis batem, os heróis resolvem os assuntos à pancada, os cantores (nos videoclips) batem e abatem...
Está tudo gravado, nos filmes, nas séries (em que se banalizou a violência e a morte)...
E eles gravam também, nos seus telemóveis de última geração, as agressões. Juntam-se à volta dos agressores e da vítima e filmam alegramente, cobardemente, alarvemente. Estão do lado dos agressores e não da vítima. Os agressores batem de maneira diferente. Em vez de empurrões, de puxões de cabelo e de murros, há direito a pontapés na cabeça e, como nos filmes, quando a vítima está no chão ainda se dão pontapés no estômago. O agressor tem sempre razão, está cheio de razão.
Mas não são só os meninos que batem, são os adultos. Esta semana conhecemos o que sucedeu no Verão passado com uns fuzileiros, homens a bater noutro homem com recurso a esfregona e tudo; e da ama ilegal que bate em bebés. Portanto, não são só os rapazes e raparigas que se batem. Há adultos (amas, educadores de infância, avós, tios, pais...) que batem, que deixam a semente da violência dentro daqueles coraçõezinhos, que vão crescer e que, um destes dias, vão bater, mesmo que os pais lhes ensinem a não fazê-lo.
BW

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O que pensam as crianças sobre as eleições

Hoje espreitem o P2, o suplemento diário do PÚBLICO, e vão até ao blogue do PÚBLICO na Escola, o Página 23, para ler o que pensam as crianças do 2.º ao 7.º anos, sobre a crise, as eleições, os candidatos, a política, o rendimento mínimo, as soluções que apresentam...
Tenho muito orgulho do trabalho feito!
Os parabéns e agradecimentos a todos os alunos que escreveram e aos professores que nos ajudaram a montar este trabalho! Muito obrigada!
BW

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ainda os testes intermédios

Não concordo! Não concordo com testes intermédios para meninos do 2.º ano. Não concordo com exames nacionais para alunos dos 4.º e 6.º anos. Nem acho muita graça aos do 9.º, mas vá, compreendo que nesta etapa sejam necessários...
Provas de aferição sim. Provas que sirvam para o Ministério da Educação perceber o que se passa nas escolas e só isso.
Testes intermédios e exames nacionais servem para uma única coisa: professores stressados, a dar matéria, a fazer testes iguais aos das provas de exame, a treinar alunos para responder correctamente aos exames e nada mais. Uma pobreza, uma castração da liberdade de ensinar e de aprender!
Treinar meninos para exames, em vez de os ensinar a pensar "fora da caixa" (uma expressão tão em voga!). Assim, temos milhares de alunos que, desde o 2.º ano, são treinados (como os cãezinhos) a responder a testes intermédios e a exames. Au! Au! Sejam bem-vindos à sociedade hierarquizada e uniformizada, cheia de regras e preceitos para cumprir!
BW
PS: Não sou ingénua e sei que os professores também treinam os meninos para as provas de aferição. Mas, defendo que estas deviam mesmo servir para a tutela perceber o que se passa nas escolas.

sábado, 21 de maio de 2011

A educação e a troika

Mais agrupamentos, diz a troika, de maneira a reduzir os custos na área da educação, com o objectivo de poupar 195 milhões de euros através da racionalizacao da rede de escolas e da criação de agrupamentos de escolas, redução das necessidades de pessoal, etc. A troika quer ainda uma racionalizacao das transferências para as escolas privadas com contrato de associação.

O documento que o ministério das finanças divulgou diz: "aproximação das competências 'as necessidades do mercado (educação e formação vocacional); combate ao abandono escolar precoce"

... O governo habitou-nos a uma versão rosa dos factos. Mas pode o PSD, caso chegue a ser governo, mudar as coisas? Não me parece, por isso, soa a ridículo Passos Coelho a defender a liberdade de educação e o cheque ensino.
BW

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Como usar o Magalhães no 1.º ciclo

As crianças que entrarem no próximo ano lectivo na escola, em princípio, já não terão direito a Magalhães... Entretanto, as que têm podem utilizá-lo melhor. Pelo menos será esse um dos objectivos do site Pigafetta lançado pela Universidade do Minho.

"Os professores do 1.º Ciclo já têm um portal para saber como melhor utilizar o computador Magalhães em contexto educativo. O site pigafetta.ie.uminho.pt foi criado no âmbito do projecto Pigafetta, que a Universidade do Minho tem vindo a desenvolver para o Ministério da Educação. Este projecto visa identificar, caracterizar e sistematizar as várias formas de exploração e utilização educativa do computador portátil no ensino básico. O portal inclui ainda notícias, eventos, fórum, desafios didácticos, programas de segurança online e redes sociais associadas. Prevê-se para breve uma área de conteúdos para a sala de aula, com vídeos, imagens, jogos, propostas de trabalho e testes, em actualizações quinzenais.

“O principal objectivo é ajudar os professores a aproveitar ao máximo as potencialidades de um recurso que foi colocado nas mãos das crianças. Partimos do princípio que as novas tecnologias, neste caso o PC portátil, são algo de muito útil para as crianças, qual canivete suíço digital para complementar a acção das mãos e do cérebro”, explica o professor António Osório, coordenador do projecto e professor do Instituto de Educação da Universidade do Minho. Esta instituição estuda as tecnologias no sistema educativo há mais de duas décadas.

O Pigafetta deve o nome ao relator da primeira viagem de circum-navegação ao mundo, comandada por Fernão de Magalhães no século XVI. O projecto tem seis trabalhos de investigação em curso, orientados por professores universitários e profissionais de várias áreas. Os temas incidem no uso da Internet para apoio à leitura/escrita de alunos com dificuldades de aprendizagem, na programação com o Squeak, na aplicação de tecnologias digitais para a formação integral e o pensamento crítico e criativo da criança, na elaboração de um dicionário multimédia personalizado, num estudo sobre os monges beneditinos e, ainda, na utilização educativa do Magalhães nos concelhos de Amarante, Felgueiras e no distrito de Bragança.

O projecto Pigafetta pretende de uma forma geral caracterizar as funções desempenhadas pelo computador na sala de aula, na escola, em casa e na comunidade, descrever os modos de interacção entre as crianças e o computador, caracterizar as atitudes e necessidades de alunos, professores e encarregados de educação face ao uso individual do computador e, ainda, estudar as suas implicações nos serviços de apoio à escola e nos sistemas de formação inicial e contínua dos docentes. "

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Governo Sócrates em balanço

O PÚBLICO está a fazer um balanço do Governo Sócrates, os seis anos do executivo, em diversas áreas. Hoje foi a vez da Educação, centrada apenas no mandato de Isabel Alçada. Um trabalho de Clara Viana completo, onde foram ouvidos não só os partidos mas também os professores. O título da primeira página do PÚBLICO é apetecível: "Mudança cosmética" deixou quase tudo por fazer na Educação. A ler.
BW

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Uma escola sem testes

Este foi um fim-de-semana como há muito não tinha: descansado, sem stress, com sol, sem trabalhos de casa, sem preparação para testes que foram às dúzias, nas últimas semanas. Tudo isto porque daqui a quatro dias termina o 2.º período.
Ao contrário de mim, creio que muitos professores tiveram mais um fim-de-semana de trabalho, com correcções de testes. Estes professores, imagino, não viram o sol, não descansaram, não almoçaram com os amigos, não ficaram na conversa a ver as crianças a brincar. Nada disso, estiveram em casa, fechados, a corrigir, a contabilizar percentagens, a abanar a cabeça com a ignorância dos alunos...

Por isso, sugiro: nada de testes! Não façam testes aos miúdos! Há outras maneiras de avaliar como os trabalhos individuais e os de grupo, de preferência todos feitos na escola! Boa?

Deste modo não há testes para levar para casa e corrigir; só trabalhos que podem ser avaliados durante a sua manufactura. E, assim, a escola prepara os alunos para o dia-a-dia, para o mercado de trabalho, onde somos avaliados, diariamente, pelo que fazemos, pelas ideias que temos e não através de testes onde mostramos que, na teoria, sabemos (ou não) a matéria toda, para a esquecermos mal saímos da sala de aula.

Uma escola sem testes era um alívio para alunos, professores e pais.

Aqui fica a sugestão! BW

sábado, 5 de março de 2011

Strangers no more




Strangers No More é um documentário sobre uma escola em Telavive, Israel, que recebe alunos de 48 países, filhos de imigrantes, com histórias de vida nada fáceis.
O filme acompanha a vida de três estudantes.
Ganhou três Emmies e um Óscar.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A violência na escola e fora dela

Ontem um aluno agrediu outro com uma navalha, deixando a escola consternada (para não falar do agredido que além da consternação, há-de ter dores, estará traumatizado, etc).
Na segunda-feira, a caminho de casa, um adolescente é barbaramente agredido, depois de ter entregue o telemóvel aos agressores. Os colegas de turma e os pais estão abalados - o rapaz e a família estarão ainda pior do que nós, já que terá de se submeter a algumas cirurgias, para não falar do trauma.
Alguém, numa posição cimeira no país, dizia-me que se quisermos arranjar uma história de fome, de violência, de desemprego, etc, diariamente, conseguimos e damos uma ideia do país péssima. É verdade, mas as histórias existem, os casos existem e têm rostos.
BW

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Matrículas no 1.º ciclo

Em vez de Janeiro, o Ministério da Educação mudou o início das matrículas para o 1.º ciclo para Abril. A Internet e o cartão de cidadão são duas novidades para os pais poderem fazer as inscrições nas escolas públicas. Nas privadas, por esta altura, em muitas escolas, os processos de selecção já começaram.
BW