“A diplomacia [de Obama] é fundada no conceito de que aqueles que lideram o mundo têm de o fazer tendo por base valores e atitudes que são partilhados pela maioria da população mundial”, diz o presidente do comité para o Nobel da Paz, justificando a escolha do laureado, o presidente dos EUA Barack Obama. Este é um galardão que, ao contrário de muitos outros, não é para premiar o trabalho feito, mas o que está por fazer. Barack Obama continua a criar expectativas e a ser fonte de esperança e de inspiração para o mundo, sobretudo numa altura em que o presidente está fragilizado no seu próprio país por lutar por um sistema de saúde mais justo. "Yes, we can!"
Parabéns!
BW
Parabéns!
BW
Maravilha esse cantinho.
ResponderEliminarClicando daqui, clicando dali, cheguei até você.
Gostei do seu cantinho.
Certamente voltarei mais vezes.
Convido a conhecer FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... em http://www.silnunesprof.blogspot.com
Saudações Florestais !
Silvana, obrigada pela sua visita e pela oportunidade de conhecer o seu blogue, com uma banda sonora maravilhosa! Certamente hei-de voltar, de preferência na companhia dos meus filhos (mas não só!) para conhecer um pouco melhor a tradição brasileira. Obrigada. BW
ResponderEliminarNobel infame
ResponderEliminarO Nobel da Paz para Barack Obama é uma brincadeira de mau gosto. Nada muito destoante dos condecorados anteriores, com a diferença de que o estadunidense nem precisou fingir que trabalhava para “fortalecer a diplomacia internacional e cooperação entre os povos” – primeiro porque não teve tempo e segundo porque não quis.
Ele é responsável pela sobrevivência de um campo de concentração e duas guerras injustificáveis, espalhou bases militares na América Latina e silencia perante um golpe de Estado a poucas horas de Miami.
Mas o comitê sueco quis enfraquecer o reacionarismo obtuso dos adversários do presidente. Aproveitou o grande marco histórico de sua vitória para lhe estender um salvo-conduto ainda mais duradouro e temerário que o já concedido pela provinciana imprensa mundial.
Dylan-Lá
Bob Dylan, descubro estupefato, concorre quase todo ano ao prêmio de literatura. Sua nova indicação, com apoios importantes, anuncia que a homenagem pode voltar a considerar apenas a importância da obra, não contingências político-biográficas. É só o velho bardo resistir mais alguns anos; o churrasco está marcado.
Correcção: Barack Obama herdou um campo de concentração, do qual nenhum país quer receber os seus prisioneiros. Portugal é dos poucos países que já recebeu dois ex-prisioneiros de Guantanamo. Quantos recebeu o Brasil? Obama herdou duas guerras e não é fácil abandonar o Iraque ou o Afeganistão. Certamente que a mensagem enviada ao povo iraniano terá contribuido para o abanão que o Irão sentiu recentemente, com umas eleições das quais se desconhece se os vencedores o foram de facto.BW
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